domingo, 29 de julho de 2012

Se é para quebrar, quebre padrões!

O que é um padrão? Sob meu ponto de vista, é algo que se repete nos mesmos moldes repetidas vezes. Aquilo que não segue um molde pré-estabelecido, está saindo fora do contexto do padrão. A pergunta é: que mal há nisso?

Imagem by Freepik

Nascida na década de 70, com as famílias em geral ainda seguindo um modelo de educação tradicional, cresci ouvindo frases de julgamento a comportamentos alheios considerados inadequados para a sociedade, como: "nossa, ela está casando grávida"; "fulana vai ficar para titia"; "ciclana casou de branco mas não é mais virgem", "ele não tem mais idade para essas coisas"; e por aí vai.
Nessa época os comportamentos considerados diferentes eram massacrados pela sociedade. O que saía fora dos modelos pré-estabelecidos pela massa era criticado impiedosamente. As mudanças de opinião estavam começando a acontecer, mas como toda mudança, essas também levam tempo porque dependem da disponibilidade da pessoa para se transformar como ser humano. Para isso é preciso olhar para dentro de si, reconhecer que sua postura não é mais adequada e justa e reformular seus conceitos. É mais fácil continuar sendo cabeça-dura.

Imagem by Freepik

Involuntariamente, nunca fui muito "normal". Tive planos normais, sonhos normais, pais normais, mas atitudes diferentes. Por diversas vezes acabei saindo do padrão, e paguei preços altos por isso. Meus pais sempre se preocuparam muito com a opinião da sociedade, sei que queriam me proteger disso, e criados dentro de uma educação rígida, seus conceitos prevaleciam sobre a minha felicidade. Minhas ideias diferentes não foram planejadas para chocar alguém, foram naturais, mas o sofrimento que a sociedade impõe sobre suas posições fazem o ser humano crescer na marra. Não sucumbi. Continuo tendo meus conceitos de aceitação, perdão e intolerância à discriminação e ao preconceito e não me arrependo. Há dois anos atrás, soube pela minha psicóloga (na época tratando minha mãe) que ela me admirava muito como pessoa por eu ter a coragem de buscar sempre a felicidade, sem me importar com a sociedade. Que bom...mamãe nunca me disse isso, só diz que sou sempre muito justa. Sei que os dois mudaram muito seus conceitos a partir dos meus pontos de vista. Pais crescem com os filhos, eu também aprendo muito com  a minha.

Imagem daqui

O que posso afirmar é que não é nada fácil "remar contra a maré". Eu sou a favor da felicidade. Que mal há em duas pessoas do mesmo sexo se amarem? Uma idosa namorar um rapaz ou querer aprender a surfar aos 60 anos? Que mal há em um homem de 40 anos querer andar de skate com seu filho de 15 ou uma gordinha assumir seu corpo como é? Alguém se vestir diferente ou casar cinco vezes se assim o desejar? Dançar, cantar ou rir quando está feliz? Falar sozinho ou ficar em silêncio? Mudar sua rotina de vez em quando e surpreender? Tomar uma atitude diferente daquela que esperam de você?
Defendo totalmente a quebra dos padrões quando ela é usada como uma ponte para a satisfação pessoal. Ninguém está preocupado se você está feliz quando julga suas atitudes. Aqui não estou defendendo fazer diferente para chocar ou chamar a atenção da sociedade numa postura de revolta, mas buscar o que nos faz verdadeiramente feliz e não deixar que nos roubem essa alegria por medo de julgamentos e preconceito.
Enquanto tentar a felicidade for visto como quebra de padrão, é sinal de que muitos padrões ainda precisam ser quebrados até que o mundo torne-se um bom lugar para se estar, onde viver um padrão será viver...feliz.

Como leitura complementar, sugiro esse texto do blog da Yasmine Lemos, criada em uma família onde prevaleceu a felicidade da filha e não as opiniões da sociedade.


"Perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem mais se atreve…e a vida é muito para ser insignificante."
Charles Chaplin



52 comentários:

  1. Dá-lhe Bia! assino embaixo,belo texto,tudo do jeito que penso.
    beijo e um domingo lindo

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    1. Oi, Yasmine. Os escritos do seu blog já haviam me passado essa imagem, por isso me identifico contigo. Um abraço!

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  2. Bravo bia!!!!
    Um depoimento desabafador de quem está cansado dessa mania de seguir apenas padrões (que alias nos tornam doentes mentalmente)!!Considero muito importante ter uma opinião popria,motivos proprios para se viver!!Hoje consigo lidar mais com isso,sendo diferente,tentando me estabelecer como sou...é dificil,porem tentador,pois quando temos nossas opiniões muitos chacotam!!!mas para mim é a mais pura realização!!
    Abraço pra ti!!

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    1. Oi, Victor. Penso que a partir do momento que seguimos um padrão e isso causa um comportamento infeliz ou doente, é o momento de analisá-lo e pesar até que ponto ele deve continuar sendo seguido. Nascemos dentro desses padrões e aqueles que possuem opinião própria vão aprendendo aos poucos a lidar com isso. Que bom saber que você está realizado independente do que achem disso! Um abraço!

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  3. Lindo depoimento, Bia!
    Nada melhor do que ter opinião própria sem deixar que os outros pensem pela gente. abraços e tudo de bom!

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    1. Oi, Barbie, o que cuidando do nosso caráter, o que os outros pensam passa a ser de menos. Um abraço!

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  4. Bia, os conceitos dos homens do que é "normal" variam de acordo com os tempos e sociedades, por isto esta coisa de moral é muito relativa. Prefiro ouvir a minha consciência e agir por ela. como disseste, sem prejudicar ninguém. por ter ouvido sempre, também fui muito à frente do meu tempo e paguei caro por isto, mas nunca abri mão do que eu acredito, sempre com dignidade, respeito ao outro e principalmente a mim mesma. bjs

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    1. Oi, Jeanne, tem razão. O que era considerado errado ontem pode não ser mais errado amanhã, daí a importância do bom senso para saber até que ponto o padrão deve ou não ser seguido. É uma pena que as pessoas paguem um preço alto por quebrar padrões, mesmo quando não estão fazendo mal a ninguém. Um abraço!

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  5. Qdo formamos um conceito e queremos moldar esse conceito ao outro, esquecemos que esse outro pode ter um conceito compleramente diferente. Ninguém é feliz se não se aceitar, mesmo que seja contra um padrão estabelecido pela sociedade. Bjos, Bia e boa semana.

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    1. Oi, Eder, o que disse acrescentou muito à minha postagem. A partir do momento em que a pessoa se aceita como é, passa a entender que o que a sociedade pensa já não faz mais tanta diferença, até porque é impossível agradar a todo mundo. Um abraço!

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  6. Olá Bia,

    Penso como você. Já tive oportunidade de ler o texto da Yasmine.
    Ela é admirável.
    Uma pessoa deve procurar ser feliz seguindo seu coração, sua consciência e suas próprias convicções, desde que haja respeito ao meio e ao próximo. Seguir padrões de conduta apenas para dar satisfação à sociedade e não porque se acredita neles é um caminho que por certo levará à insatisfação e frustração. Salvo raras exceções, não carrego comigo preconceitos. Cada um tem o direito de escolher o seu caminho, já que por ele é responsável.
    "Deixe que digam, que pensem, que falem..." O importante mesmo
    é a busca da realização pessoal e da própria felicidade.

    Ótima noite.

    Beijo.

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    1. Oi, Vera. Sem dúvida o respeito pelo outro é por si mesmo são primordiais. Muitos problemas tem origem na frustração e na insatisfação pessoal, que geralmente tem origem no comportamento baseado no que a sociedade espera da gente. Quando estamos bem conosco mesmo tudo parece fluir maravilhosamente bem. Um abraço!

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  7. Boa noite amiga Bia,um texto execelente e muito reflexivo,quebrar padrões não é nada fácil,há que se ter muita coragem mesmo...ou viver o resto dos dias infeliz,um beijo coração!

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    1. Oi, Mel. Sem dúvida nomeou muito bem: para se quebrar padrões é preciso SÓ isso: coragem! Um abraço!

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  8. Olá!Boa noite!
    Tudo bem, Bia?
    ...gostei do texto!
    ... esta sua forma de ser é reflexo de um caráter,
    tudo é consequência do árduo trabalho, da disciplina, do amor próprio, do preparo para fazer voos altos e olhar de cima as oportunidades, sem se preocupar com os padrões ... Ainda vivemos em uma sociedade que determina padrões de comportamento, que nos dita regras e nos impõe determinadas atitudes, porém não devemos ser muito compassivos e afastar possibilidades de ser feliz...
    Boa semana!
    Obrigado pela visita!
    Beijos
    ah...vamos aguardar as "fotos das pernas" da blogosfera, rsrs

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    1. Oi, Felis! É verdade, quebrar padrões é tarefa árdua e exige foco para não fazer dessa quebra um fardo de arrependimento. Escolher uma posição e sustentar, baseado no que se acha justo, correto e caminho para a felicidade é uma escolha e como tal, exige responsabilidade.
      Sobre as pernas, me foi passado que seriam publicadas a partir do dia 02/08...Vamos ver, hahaha.
      Um abraço!

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  9. Pois não é? Padrões, parâmetros, regras, ditames... Chatices! Se o que você faz não fere o outro, então tudo deveria ser permitido em nome da felicidade, ou da vivência. Não se vive plenamente quando se é conduzido a pensar tal qual algum preceito criado por não sei quem.

    Quebremos os padrões!
    Texto massa, Bia!
    Beijo...

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    1. Oi, Milene. Quebrar padrões sem se importar com o outro não é quebra de padrões, é falta de respeito. É preciso ter discernimento e bom senso para não misturar uma coisa com a outra. Por outro lado, quebrar padrões pode justamente ajudara a melhorar a convivência a partir do momento em que é vista como quebra de preconceitos. Um abraço!

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  10. Bia, adorei a reflexão. Os 'padrões' aprisionam o ser humano e quantas pessoas seguem normas, mas são totalmente infelizes? E quem será que criou isso tudo? Quem inventou o chamado 'padrão'? Temos que quebrar mesmo, desde que isso não implique em infringir leis, obviamente. rsrs beijossss

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    1. Oi, Sérgio. As perguntas que se fez nos comentários também são as minhas: quem cria os padrões? Quem determina o que pode e o que não pode, o que é certo ou errado? São questões quem devem nos acompanhar vida a fora. Um abraço!

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  11. Bia querida! Concordo, concordo e concordo de novo e assino embaixo! Eu mesmo sou uma prova disso.... Vivo um 2º casamento, sou viúva do 1º, que durou 20 anos, e já estamos juntos há quase 15 anos e temos uma diferença de 18 anos, kkkk! Confesso que não foi fácil chegar aonde chegamos, pois sofremos diversas oposições, inclusive na família.... E viva as diferenças! Hoje tem post novo! Obrigada pelo carinho e pela presença amiga, sempre constante no blog.... Infelizmente não consigo visitar a todos como gostaria..... Então peço desculpas se, por vezes, me demorar um pouquinho mais a aparecer.... Mas... com certeza voltarei! Dia 02 de agosto, quinta-feira, terá novo post também!
    Uma semana feliz e cheia de oportunidades! Abraço carinhoso!
    Elaine Averbuch Neves
    http://elaine-dedentroprafora.blogspot.com.br/

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    1. Oi Elaine. Imagino que se já estão juntos há quase 15 anos devem mesmo ter enfrentado uma barra, visto que há um tempo atrás os preconceitos eram bem maiores. Parabéns pela coragem de ter quebrado as barreiras da idade em nome do amor, desejo que permaneçam muito felizes! Um abraço!

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  12. Nunca segui padrões ate pq nunca me enquadrei em nenhum deles por talvez não tenha sofrido muito mas hoje em dia esta fugindo ao controle.

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    1. Oi, Patrícia. Não entendi muito bem o que quis dizer, está pagando preços altos pela quebra de padrões? Mantenha a coragem, sem deixar a peteca cair. Um abraço!

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  13. Bia,
    Estamos totalmente de acordo (mais uma vez!!! Rsrsrs)
    Padrões não passam de rótulos. Eles existem, podemos escolher nos adequarmos ou não a eles, mas é uma questão de liberdade e de felicidade.
    Quebrar os padrões é ultrapassar barreiras que foram impostas por outras pessoas (e não por nós mesmos) e avançar. Assim é que a humanidade evolui.
    Adorei o texto!

    Um grande abraço!

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    1. Oi, Isa. Definiu muito bem, sob seu ponto de vista, o que é quebrar padrões. Um abraço!

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  14. Bom dia Bia,
    Padrões, limites, dogmas, tabus... foram feitos para serem quebrados ou no mínimo questionados. Nos dias de hoje, as coisas são mais fáceis, há mais liberdade, mais comunicação. O cuidado que devemos ter perante a isso, é não acreditar que, em nome da felicidade, tudo é permitido. Há valores, princípios que devem ser observados. Não posso, em nome da minha felicidade, querer, desejar o que é do outro.
    Nos anos 70, era inconcebível uma mulher casar-se grávida, hoje, deveria ser inconcebível meninas de 12/13 anos estarem em plena gestação. Há que se ter um divisor de águas.

    Abraços.

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    1. Oi, nestor. Gostei do que disse, os padrões não precisam necessariamente serem quebrados, mas sem dúvida alguns merecem ser questionados. E claro, sempre pesar se essa quebra pode ou não fazer mal ao outro. Sem dúvida que as regras e padrões são necessários até para que se mantenha um certo nível de convivência, mas sou contra de impedimentos injustificáveis, geralmente ligado à preconceitos em relação à condição social ou idade. Um abraço!

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  15. Um ótimo tema quebrar padrões é o que estou tentando fazer no momento, muito obrigada pelos votos de sucesso que postou no blog, estou tentando fazer a diferença nesse meio que vivemos.

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    1. Oi, Gabriela, você está quebrando um padrão em prol da sociedade, isso é louvável. Se cada um que entrasse nesse meio estivesse mesmo disposto a fazer a diferença, já estaríamos respirando bem melhor. Um abraço!

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  16. Oi Bia!
    Sempre fui de quebrar padrões e confesso que não é fácil e do contra. Acredito que precisamos nos libertar mais desse "modelo" de tudo e criar os nossos de acordo com nossas vontades/felicidades e crenças.

    Adorei o texto, partilhei no face! bjs

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    1. Oi, Albuq, nem sempre o fácil é o melhor. O importante é estar bem. Um abraço!

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  17. Oi Bia,

    Compreendo-a perfeitamente, sempre fiz o que quis e nunca me importei com que os outros pensam, sinceramente?
    Não to nem aí pra língua alheia, lutarei pelos meus direitos e pela minha felicidade até o fim....doa quem doer..

    Abçs

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    1. Oi, Vanessa, fiquei impressionada com a sua auto-confiança. Sinceramente não gosto muito de pensar no que os outros dizem ou pensam sobre minhas atitudes, mas não posso permitir que essas atitudes me impeçam de buscar a felicidade. Um abraço!

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  18. Viver em sociedade é assim mesmo: um padrão. Temos várias regras que devem ser seguidas para facilitar o convívio né. O problema é que nenhuma regra diz respeito à felicidade do indivíduo.
    Bjos!
    amonailart.blogspot.com

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    1. Oi, Valquíria, sim, há regras importantes para nortear o convívio em sociedade. Mas há de se observar o limite entre regras de convivência e dogmas desnecessários. Um abraço!

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  19. Olá Bia
    Sou nova por aqui, te achei no blogroll da Cecília Safalsin e o nome do seu blog chamou minha atenção.
    Olha, admiro os corajosos que fazem essa revolução, que quebram barreiras, tabus e tornam o mundo um lugar melhor. Tbm fui criada nessa lógica repressora, mas não deu mto certo. rsrrs
    Um abraço, já te sigo ( e vou voltar, claroooooooo).

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    1. Oi, Paty, seja bem vinda! Só através da quebra de tabus é possível observar a humanidade evoluir. Um abraço!

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  20. Se ninguém quebrasse padrões, as mudanças não se verificariam. Permaneceríamos estagnados e presos a falsos conceitos de correção e dignidade. A cada um interessa suas escolhas e a opinião alheia não deve interferir nelas. Em um momento da vida, quebrei os meus. E aprendi muito. Foi nesse ponto que me abri para novos conceitos e as quedas só me fizeram crescer. Bjs.

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    1. Oi, Marilene. Seu comentário me fez lembrar um vídeo que vi certa vez, de homens que viviam nas cavernas sem saber o que existia em seu exterior, até que um, mais ousado, buscou a saída e finalmente descobriu o mundo. Acho que muitas pessoas seguem padrões por medo de sair da zona de conforto.
      Tem razão, crescemos muito quando quebramos padrão. Não é fácil crescer, mas é gratificante. Um abraço!

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  21. Moça corajosa voce é...aplausos!
    adoro pessoas que saem dos trilhos, quebram barreiras, e mesmo assim mantêm a dignidade e a delicadesa.
    quebrar padrões é um assunto que leva a horas e horas de conversa, mas é delicioso.
    muito mais delicioso é poder encarar seu filho de frente, falar de qualquer assunto, responder as perguntas que antigamente eram tabu.
    adoro isso de sentar-me com pessoas bem mais jovens, entre eles meus filhos, e netos, e falar sobre tudo, e ouvir também sem corar.
    adorei sua postagem, inteligente e lúcida. Beijos querida, parabéns.

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    1. Oi, Ivani, obrigada pelo sutil elogio. Muito peculiar seu comentário, é mesmo um grande desafio quebrar padrões e ainda manter a delicadeza morando conosco, visto que os gestos impiedosos da sociedade podem embrutecer quem ouse enfrentar seus grilhões.
      Eu também aprendi a adorar sentar e conversar com pessoas de qualquer idade sobre os mais diversos assuntos. Os conhecimentos, sejam quais forem, sempre agregam alguma coisa. Um abraço!

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  22. Oiii Bia, que bom estar aki novamente conferindo suas postagens sempre autenticas de uma pessoa com personalidade, ouvi tbém todos esses prognósticos de mãe avó, etc, sou meio como vc quebrei padrões, chateei alguns, mas como diz o ditado "O futuro deixa de ser absurdo qdo se torna passado" e assim a vida segue, os preconceitos vão outros chegam e a gente vai driblando as ditaduras sociais aki e ali! Adorei! Bjoooooooosss

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    1. Oi, Kellen! Saudades de viajar com suas postagens...Você pertence praticamente à mesma geração que a minha, entende bem o que é ter vivido com um pé no tradicionalismo e outro na quebra de padrões. A incoerência entre esses dois mundos com certeza se refletiram nas nossas vidas...e nos transformaram em mulheres corajosas. o/ Um abraço!

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  23. Olá!Boa noite!
    Bia,tudo bem?
    ...é ...deixa ver...já comentei acima!
    Vim agradecer a sua leitura do meu "post especial"...era aquilo que queria transmitir..."perdi um pouco o traquejo" da prosa...e digo, que estou muito feliz por ter criado o blog, principalmente, por conhecer amigas... como você! Obrigado de coração... pelas palavras!Pela amizade!
    Boa quarta feira!
    Beijos

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    1. Oi, Felis, adorei seu post e as palavras foram sinceras. Um abraço!

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  24. Bia, passando prá desejar uma ótima Quarta! bjs

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  25. Eu tive uma sensação, não estranha, mas diferente, não ao ler seu texto, mas ao ler os comentários...
    Todos afirmando não seguir padrões. De forma alguma estou querendo julgá-los, visto que não os conheço, contudo, eu me pergunto: "onde estão todas estas pessoas". Porque por onde passo, pela minha aparência, pela opção de vida que escolhi, até mesmo na vida virtual, sou muito julgado, tenho milhares de dedos apontados para mim e sem mimimi, eu não sei até que ponto todas estas pessoas que defendem quebras de padrões mais típicas e divulgadas pela mídia, suportariam uma quebra de padrão demasiadamente forte...
    É.

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    1. Oi, Christian. "Onde estão todas essas pessoas"...seu questionamento me fez pensar em duas vertentes: ou os blogueiros tem como traço em comum gostar de quebrar padrões, ou as pessoas já entenderam o significado da coisa mas precisam vivenciá-la na prática.
      Há quebras e quebras de padrão, naturalmente que alguém pintar o cabelo de uma cor diferente do usual pode ser super ousado para um enquanto assumir um relacionamento com alguém bem mais jovem para outro pode ser fichinha.
      Na realidade, concordo contigo: na prática muitos ainda apontam o dedo e julgam o outro, mesmo que reconheça que essa não é uma atitude legal. No fundo, acho que muitos desses são recalcados que invejam a coragem do outro de buscar suas verdades, doa a quem doer.
      Um abraço!

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  26. Oi Bia , obrigada pela visita, estou participando dos seus dois blogs, são lindos. Convido voc^a participar do meu cantinho, ficarei grata!! Abraçoss

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  27. OI Bia sou adriana Duarte, améi teu blog, ja estou seguindo e coad convido você a conhecer e participar do meu. Abraçosss

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