quarta-feira, 11 de julho de 2012

Sou do tempo que...

Continuando a Blogagem Coletiva promovida pelo blog Café entre amigos, vamos falar de um tema adorável, "Sou do tempo que...".


Quando eu ouvia meus pais falando assim me parecia uma possibilidade tão distante falar de um tempo que passou e ficou longe.... Hoje esse tempo também é meu. E com certeza desse sentimento advém a grande vontade de viver o que eu ainda não vivi. Não sou mulher se arrependimentos. Olhar para trás e ter memórias ricas são em parte resultado de sempre ter sido intensa.
Sou do tempo que...


...se ouvia disco! 
Imagem by Nois Cultura Urbana - Flickr
Nada das facilidades em mp3. Minha geração ainda curtia o velho e bom disco ou LP (long play), com a qual se devia ter o máximo de cuidado para não riscar, se não a música engatava e era um abraço. Funciona  com uma agulha sobre um suporte que gira e é esse contato que faz tocar. Quando comecei a trabalhar em rádio, em 1994, havia acabado de chegar o primeiro aparelho de cd. 


...o "must" era ter um Micro System ou Walkman!
Imagem by Daryl Mitchell - Flickr


Fiquei realizada quando ganhei o meu micro system, aos 15 anos, com duas entradas para fita K7 (você conhece?). Escutei muito o aparelho, gravei muitas músicas quando tocavam na rádio, e só deixava de ouvir quando saía na rua...e ouvia meu walkman (com fita k7, claro!). Eu tinha um aparelho igual esse da foto made in Paraguay, óbvio! hahaha.


...as garotas brincavam de Barbie até os 15 anos.
Imagem by Fredycat - Flickr

E a minha única preocupação era se deveria ou não fazer uma nova roupinha para ela. Hoje em dia, nessa idade, as meninas já querem mesmo é "passar o rodo"...ou brincar com bonecos da vida real! O que me faz lembrar que eu sou do tempo que...

...crianças brincavam de roda.
Imagem by Amanda Truss - Flickr
    
E de uma porção de outras coisas até uns 12, 13 anos. Hoje em dia o repertório entre os seis anos já começa em "eu quero tchu, quero tcha...". Fora as outras brincadeiras maravilhosas da época: passa-anel, elástico, stop, esconde-esconde, pega-pega, queimada (nooooossa, como joguei!), amarelinha. Hoje em dia os jogos eletrônicos dominam, o que limita bastante o desenvolvimento motor, físico e social da criança. Tento conservar isso com os pequenos.

...trocávamos cartas e não e-mails.
Imagem by Freepik

Tudo bem que a coisa fica muito mais fácil e rápida com o e-mail. Mas eu, que já gostava de escrever, ficava superfeliz quando chegava em casa e havia chegado alguma correspondência para mim, geralmente de algum amigo. Até hoje tenho guardada várias correspondências, porque o escrito do papel é um pedacinho da pessoa que, de alguma forma, ficou ali.


...se usava máquina de datilografia.
Imagem by Freepik

Meu avô tinha uma e eu me sentia maravilhada diante dela. Tenho até um curso que me ensinou  digitar com todos os dedos, nas primeiras aulas os mindinhos ficavam doloridos, pois as teclas eram duras! Quando fiz teste para um emprego foi feito em uma sala com 30 máquinas dessas sendo datilografadas as mesmo tempo...pressão total! (ah, sim, passei no teste). Então deixei de achar muita graça. 


...se falava batuta, meu chapa, ele é um pão, ela é um xuxuzinho...
...haviam as famosas "festinhas americanas" e eu nunca me dei bem nelas, hahaha.
...professor era professor e não babá de filho alheio.
...se respeitava os mais velhos.
...o sentimento de família era cultivado.

Poderia citar muitas outras coisas, mas...finalmente, sou do tempo em que o amor fazia a diferença. Hoje o amor é considerado brega. Sei que estou completamente démodé...Penso que só o amor é capaz de resgatar pessoas e valores, embora hajam pessoas que quase conseguem me convencer do contrário.


72 comentários:

  1. Que legal ver tuas idéias, o que viveste, adorei!! Um tempo legal!! beijos,chica

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    1. Oi, chica, relembrar faz bem! :) Um abraço!

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  2. kkk eu tbém amiga, as vezes me pego dizendo essa frase, e me assusto, parece que foi outro dia que ouvia minha mãe dizer isso kkk Duro! Bjooooooss

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    1. Oi, Kellen, hahaha, pelo menos encaramos numa boa...pior aqueles que não falam assim com medo da velhice! Um abraço!

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  3. Bia amei kkk muito bom vc é demais menina, mas de tudo que li e claro gostei o que disse .....mas...finalmente, sou do tempo em que o amor fazia a diferença.
    É isso ai falta amor hoje em dia ninguém tem tempo para isso, muiiito obrigada por participar.

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    1. Oi, patrícia, já estou pensando no próximo. Tem razão, o amor precisa de tempo (e disposição) para florescer. Um abraço!

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  4. Lindo seu post tbm cheguei a dizer ele é um pão, rs
    O tempo esta passando rápido demais.

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    1. Oi, Gabriela. Por isso é importante aproveitá-lo ao máximo. Um abraço!

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  5. Oi Bia,

    Que belo post, somos da mesma geraçao e vivi exatamente isso, adorei relembrar...

    Abçs

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    1. Oi, Vanessa. O legal é visitar outras blogagens e relembrar fatos da mesma geração, porém diferentes. Um abraço!

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  6. Esse walkman amarelo era um horror kkkk eu tive um e era uma festa, bons tempos ...fomos privilegiados.

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    1. hahaha, Tem razão, Waldir, dava para enxergá-lo lá na esquina, hahaha. E o melhor, era mesmo uma festa. Um abraço!

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  7. Olá Bia adorei sua postagem, lembro
    bem das suas coisas, tbém vivi isso
    mas os meus são bem mais antiguinhos kkkkk
    É muito gostoso recordar, boas lembranças
    que não voltam mais
    Bjuss
    Rita!!!!

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    1. Oi, rita, vi sua postagem e achei o máximo a simplicidade. Um abraço!

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  8. Achei seu post super bacana eu tbm aprendi usar maquina de escrever, ouvi muito disco em vitrola principalmente Menudos kkk..era um tempo de amor e paz..

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    1. Oi, Maria, eu também tive disco dos Menudos, hahaha. Sabia dançar as coreografias e tudo, hahaha. Um abraço!

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  9. Que blog interessante , adorei demais. é bom reviver nosso passado.
    Obrigada pela visita ja estou te seguindo.. bjs
    http://esmalticesdajaque.blogspot.com.br

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    1. Oi, Jaqueline, seja sempre bem vinda. Um abraço!

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  10. Olá Bia, terminada a minha turnê da última coletiva, já entrei nesta também.
    Estava aqui lendo detalhadamente cada parte de seu texto e suas recordações e, quando você falou a respeito do que seus pais diziam ser algo distante, é interessante que eu nunca tive esta visão. Eu acredito que, enquanto estamos vivos, este é nosso tempo, esta é nossa época, contudo, pelo que entendi, o sentido desta Blogagem em especial é sobre coisas que marcaram nossa infância e uma parte da adolescência.
    Eu tenho contatos com LP´s desde hoje porque meu pai é colecionador, então, vinil por aqui é o que não falta, ele curte Stones, Pink Floyd e com ele aprendi a curtir as bandas de rock clássicas.
    Algumas coisas que apenas me intrigam quando os blogueiros (não especificamente desta Blogagem, pois visitei poucos ainda) acima dos "inta" começam a falar de "seu tempo" é que parece que tudo antigamente era perfeito e hoje é tudo uma merda, e não é bem assim.
    Existe muita merda, com certeza, porém, nem tudo é de todo ruim. Aliás, penso que este seja um vício do ser humano, meter o pau na geração que o substituiu. Hoje falam mal da internet, amanhã talvez qual será a próxima "vítima" da próxima geração e talvez, eu estarei metendo o pau? ahah. Espero que não, porque tenho planos de tentar acompanhar cada época enquanto eu estiver vivo e não me alienar no passado, aproveitar o que tem de bom e explorar o que há de novo a cada dia.
    Você citou que na sua época meninas de 15 anos brincavam de Barbie, se você diz, óbvio que não vou duvidar, contanto, não posso ter a ingenuidade de que nesta mesma época garotas estivessem engravidando também, pois ao contrário do que muitos saudosistas afirmam, nenhum adolescente das gerações passadas eram perfeitos como descrevem. E gravidez precoce, drogas e coisa e tal, são desvios da humanidade há muito tempo. Então não dá para generalizar. Hoje há muitos adolescentes que possuem sua vida sexual e se previnem, nem pensam em ser pais e estão preocupados com suas formações acadêmicas ao invés de pensar nisto e, claro, tem os sem noção que não se cuidam. Como em toda época.
    Sobre as cartas, eu tenho uma parceira de blogue, a Ana Seerig, que ainda mantém esta tradição junto a algumas outras parceiras do Twitter, elas enviam cartas umas as outras e depois fotografam. Eu fico zoando com elas: "Vocês não descobriram algo chamado e-mail ainda não?"ahah. Mas é tudo zoação. É bem legal.
    Gostei bastante da sua postagem.

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    1. Oi, Christian. Gosto das blogagens porque os assuntos nos fazem pensar ou relembrar.
      Quando leio algo do "Sou do tempo" me remete a coisas que eram feitas e não são mais, independente de em qual época aconteceram.
      Também tenho alguns Lps guardados na casa da minh mãe: a trilha sonora de Blade Runner, George Michael, Pink Floyd, Metallica, algumas trilhas sonoras de novela. Meus pais já gostavam de algo como Roberto Carlos, minha influência pop/rock veio das minhas primas.
      hahaha, Confesso que adoro a espontaneidade com que comenta por aqui, me faz pensar que se sente à vontade para falar, e eu gosto disso. Realmente alguns temas dão à impressão de que há algum tempo atrás tudo era perfeito, e não era. Eu mesma acho que passei por muitas dificuldades na adolescência que não passo hoje. Mas é porque temos a tendência à relembrar o que foi bom e esquecer o que foi ruim.
      Claro que haviam meninas grávidas aos 15 anos, as responsáveis, as irresponsáveis...mas o estímulo ao crescimento precoce hoje é sem dúvida, mais latente.
      Acho assim, Chris, que o mais importante é não parar no tempo e não desvalorizar a atualidade. Óbvio que um mp3 é mais prático e limpo do que as fitas k7 que enrolavam nos trambolhos de walkman e dá-lhe emendar com durex. Óbvio que e-mail é muito mais prático que cartas. Mas é legal conservar um certo charme nostálgico não deixando de lembrar que a tendência do ser humano é evoluir, e não parar no tempo.
      Um abraço, gosto quando vem aqui!

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  11. Olá!Boa noite!
    ...sou do tempo...
    eu tinha uma vitrola, na verdade, ainda tenho discos de vinil,também fiz teste de datilografia,brincava de esconde esconde, queimada na rua,pega pega, que mais...ah..tinha um walkman...e falava, também, chuchu,etc...
    Boa quinta feira!
    Beijos com carinho

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    1. Oi, Felis. Saber que você fazia tudo isso foi legal, mas ver que escreveu chuchu certo e eu, errado, me fez lembrar que uma vez meu pai me fez escrever em uma folha de papel almaço várias vezes a palavra chuchu com ch...eu nunca mais havia errado, até fazer essa postagem! :( hahahaha Um abraço!

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  12. Muuuito legal, como é que eu esqueci do DISCOOO kkkk

    Lindo demais, são lembranças doces e gostosas, esquenta nosso coração mesmo...
    Postei atrasada dessa vez... Link - http://agape-amorverdadeiro.blogspot.com.br/2012/07/4-bc-cafe-entre-amigos.html

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    1. Oi, Rosa, seja bem vinda. Também adorei suas lembranças, um abraço!

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  13. Eu também viajei nesse trem (rss). Conheço tudinho!!!! Sou do tempo em que criança era criança e quando mamãe mandava, só restava obedecer (kkk). Bjs.

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    1. Oi, Marilene. E se o filho não obedecesse, chinelo no bumbum, hahaha. Quem se atreveria a retrucar? Um abraço!

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  14. Adorei o post, Bia. Quando eu era criança brincava com a máquina de escrever na minha tia e ela ainda usava muito. Também gostava de mexer na vitrola do meu avô. Bons tempos. Mas ainda sou adepto do cd, nada de mp3 e coisas do tipo. Ainda estou resistente. Bjs

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    1. Oi, Sérgio. Eu sou resistente no início, mas acabo me adaptando, embora seja de gosto simples. Meu celular é do modelo mais barato que existe na loja e meu mp3 é herdado da minha filha. São bem mais práticos do que os cds, eu garanto. :)Um abraço!

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  15. Oi, Bia!
    Gostei de ler sobre as suas recordações!
    Como eu cresci em uma cidade muito, muito pequena, brinquei bastante de pega-pega, esconde-esconde e amarelinha, bem livre no meio da rua! E agora, lendo o seu post, voltei um pouquinho no tempo pra relembrar essas brincadeiras tão deliciosas. Eu pulava corda feito uma maluca! Rsrs
    Postagem muito bonita :)
    Beijos!

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    1. Oi, Isa. Eu vivia que nem uma princesinha, com vestidos de organdi bordados, cabelos com maria-chiquinha, e até hoje não entendo como eu conseguia brincar sem me sujar toda! Nunca deixei de brincar, embora não tenha sido criada tão solta quanto você. Para minha filha dei mais liberdade. E eu adorava pular corda, adoro até hoje! Só que o fôlego já não ajuda muito, hahaha. Um abraço!

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  16. Ahhhh, aqui em casa ainda tem a vitrola e várias máquinas de datilografia kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Eu só não tive um walkman, era mt caro kkkkkk
    Bjos!
    amonailart.blogspot.com

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    1. Oi, Valquíria, você ainda conserva essas peças em sua casa? Com essa onda de decoração retrô, você ganharia uns bons trocados se vendesse, hahaha. O walkman era realmente caro, porque você acho que o que eu tive era do Paraguai? hahaha, Vivia desmontando sozinho, hahaha. Um abraço!

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  17. Gosto muito da forma que escreve vivemos outros tempos e bons.

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    1. Oi, Jorge, que bom gostar dos meus textos. Todos os tempos são bons, dependendo de suas peculiaridades. Um abraço!

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  18. Oi Bia
    Eu também curti todas essas suas lembranças, porém as minhas são de um tempo mais longínquo. Passei por muitas fases legais Mas o meu tempo é o aqui e o agora. O que vale mesmo são as boas recordações
    Beijinhos com carinho
    Gracita

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    1. Oi, Gracita, só vivendo o aqui e o agora é possível ter boas recordações para se guardar! :) Um abraço!

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  19. Olá Bia querida !!!! Ai que postagem deliciosa, amei !!! me fez ter ótimas recordação !!

    Também sou deste tempo, nossa eu amava meus discos de vinil, teve um que comprei 2 iguais só para ter mais encartes e fotos dos meus cantores favoritos kkk e eu ouvia o dia toooodo !! Aprendi com minha mãe que também passava o sia escutando seus discos e tinha todos os aparatos para mantê-los em bom estado, uma esponjinha para limpar, agulhas de reserva... ai que legal !!
    Eu amava minha Barbie !! Tinha um saco enorme com retalhos, roupas, sapatinhos, passava hooooras montando looks e viajando na maionese hehehe
    Também enviava cartinhas para amigos, concursos... e fiz curso de datilografia kkkk lembro que em um determinado ponto colocavam um suporte de madeira tampando nossos dedos para aprendermos a teclar sem olhar kkk muito legal !
    E também sou da época do amor e trago isso comigo até hoje, ainda acredito que é o sentimento mais forte e importante de todos, ele pode mudar o mundo :D

    Amei, amiga, sua postagem me trouxe uma nostalgia gostosa e reconfortante :)
    Mega beijooo e bom restinho de semana :D

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    1. Oi, Sam, adoro quando vem aqui! :D
      É a primeira pessoa que conheço que comprou dois discos iguais só para ter mais fotos, hahaha. Bem coisa de adolescente, mesmo. Eu juntava os encartes que vinham em revistas do tipo Capricho (enquanto garotos geralmente colecionavam encartes da Playboy)! Nossa, fiquei surpresa com o arsenal de sua mãe, que capricho! Eu ficava irada quando quebrava a agulha e não havia outra sobressalente.
      Usou o termo perfeito, eu também passava horas viajando na maionese com minhas Barbies. Não via a hora de chegar o Natal para ganhar uma.
      Eu fiz o curso inteirinho de datilografia, mas um pouco antes do exame final para pegar o certificado (quando colocam a tal madeira sobre as teclas) a birosca onde havia o curso fechou e os donos fugiram com o dinheiro dos novos alunos! :O Coisas que acontecem em qualquer tempo...
      Um abraço, tenha um ótimo final de semana!

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  20. Olá Bia! Vim conhecer seu espaço e o achei bem interessante. Gostei de seu post, pois ele traz muitas coisas que também passei por elas. Um abraço!

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    1. Oi, Augusto, retorne sempre que quiser! Um abraço!

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  21. Bateu saudade,imensa e como éramos felizes meu DEus!!!bjs Bia

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    1. Oi, Yasmine. Interessante o que disse...A felicidade existe em qualquer momento, mas são felicidades diferentes. Acho que o diferencial da infância e adolescência estava na inocência com que enxergávamos as coisas. Um abraço!

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  22. Belas recordações, Bia... Eu não peguei todas, mas algumas delas sim... abraços e tudo de bom!

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    1. Oi, Barbie, recordar faz bem, desliga a cabeça do presente. Um abraço!

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  23. Olá, Bia!
    Bons e analógicos tempos aqueles!!
    Bjs!
    Rike.

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    1. Oi, Rike, procurando bem hoje também há coisas boas, hahaha Um abraço!

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  24. Bia era outra época só quem viveu é quem sabe, vergonha na cara, respeito ao próximo, educação nossa totalmente diferente de hoje.

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    1. O que é bem incoerente, já que, com a evolução do ser humano, a tendência deveria haver mais educação, e não, menos. Um abraço!

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  25. Olá Bia,

    Também vivenciei esse tempo. No meu concurso público, que foi a base de minha carreira, teve prova de datilografia. Uma loucura!
    Tenho até hoje uma pequena máquina novinha, que ganhei do meu pai, e guardo de lembrança.

    Sua postagem ficou muito linda.

    Beijo.

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    1. Oi, Vera, só quem passou pela barulheira de um teste de datilografia sabe a loucura, que era, hahaha; haviam umas máquinas pequenas, portáteis, bem macias. Penso que é dessas que você deve ter. Um abraço!

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  26. Bia, tirando a parte da boneca, eu me senti escrevendo esse texto e mais ainda, vi meu filho qdo vc fala dos jogos eletrônicos. Vi um filme passar na minha cabeça. Bjos.

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    1. Oi, Eder. Embora eu nunca tenha gostado de jogos eletrônicos, não sou contra, não. Só não acho legal excluir a vida ao ar livre do cotidiano para ficar sentado em frente à uma máquina. O importante é saber dosar as coisas. Um abraço!

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  27. Ah que ótimo texto Bia,eu cheguei a brincar de queimada,vi um walkman,mandava cartas pras amigas e acredito que o amo deveria ser tratado com seu real valor e não banalizado como é hoje em dia.
    Um lindo final de semana pra vc,abraço,=)

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    1. hahaha, "Vi um walkman" foi ótima...tem razão, há tempos não vejo um. Um abraço!

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  28. Que maravilha de texto! Compartilho de todas essas memórias (exceto a Barbie). As cartas, inclusive, eu as fotografei esses dias e postei como capa no meu Facebook. Era dia de muita alegria quando eu chegava em casa e percebia que o carteiro havia passado.

    Fiz também curso de datilografia, por isso tenho certa facilidade em digitar, não me limitando a catar milho, com diz uma amiga.

    Adorei muito.
    Beijo, Bia.

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    1. Oi, Milene, eu preciso arranjar um cantinho no meu apartamento, que é bem pequeno, para guardar as cartas e diários que estão na casa da minha mãe. e nós definitivamente não catamos milho! :D
      Um abraço!

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  29. Que show ... adorei, lembro que aqui em casa tinha um tocador de dicos até quando eu tinha 7 .. 8 anos, mas minha mãe jogou fora, hoje em dia eu quero ele *0* como faz? rs #amovintage . Mas menina sabe que esse dias eu precisei mandar uma carta e tinha esquecido como? É a era dos emails ! Paguei um mico nos correios e é só nessas horas que sentimos as mudanças na pele. Adorei sua postagem , hoje em dia essas coisas são lembradas com gostinho de nostalgia...

    Beijão, www.spiderwebs.com.br

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    1. Oi, Sabrina, hoje em dia é chique ter um aparelho desses como peça de decoração. O negócio é procurar em um brechó...Precisei resolver algumas coisas do Correio e só não esqueci como funciona porque na minha cidade há um projeto nas escolas chamado Projeto Cartas que incentiva a troca de cartas entre os alunos das escolas municipais. Um abraço!

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  30. Olha só,quanto tempo não ouvia sobre fitas K7 e enviar cartas...Eu fiz muito isso,e adorava ,além de aproveitar as brincadeiras que a molecada de hoje nem faz idéia.Pena.Poderiam aproveitar mais as coisas e com mais intensidade.Um abraço

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    1. Oi, Marcello. Eu não sou a favor de que se pare no tempo, mas por que não misturar os eletrônicos com as saudáveis brincadeiras ao ar livre? Um abraço!

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  31. Ei Bia,

    Amiga , eu nunca pensei que um dia iria dizer isto,

    "Sou do tempo que " , rsrs, e ainda me é estranho, rsrs, mas nem vou dizer os detalhes do porque, rsrs . Sua postagem como sempre esta linda, e cada citação sua fiquei a me cortejar aqui de como os tempos mudam , passam e nós ficamos a viajar no tempo de boas , gostosas e proveitosas lembranças .Lembro me quando meu pai comprou nosso primeiro toca discos rs,delicia pegar os discos de vinil e passar, hoje nem se fala mais nisto, mas acredite aqui em minha casa tem vários, adorei quando disse que as meninas de hoje não querem saber de barbie, querem os bonecos da vida real, é verdade, rsr, meu primeiro beijo foi aos 17 anos e mesmo assim só "bitoca", minha sobrinha tem 17 anos e se casou este ano, eu ainda amo escrever, mas a verdade é o mundo digital tem nos roubado estas virtudes. Enfim, por tudo isto eu tenho que dizer "Sou do tempo que viver e respirar o ar puro era melhor do que se perder com a evolução, rsr"..

    Abraços e ótimo final de semana pra você

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    1. É, Cecília, essa frase parecia estar a anos-luz da minha realidade, hahaha. Eu sempre adorei música, então minha visita ao toca-discos era constante, tomando o maior cuidado para não quebrar a agulha. Meu primeiro beijo foi aos 15, mas com uma inocência que hoje se vê até os 11...Não importa a evolução, primordial é não esquecermos o que disse: de viver. Viver é atemporal. Um abraço!

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  32. Olá cara amiga, mulher sonhadora e guerreira...
    Venho trazer-lhe meu abraço e desejar um magnífico resto de semana, repleto de paz, carinho e muito amor...
    Não posso deixar de lhe parabenizar por essa espetacular e encantadora postagem!
    Beijos e até mais...

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    1. Oi, J.R. que postagem gentil! Desejo a você um final de semana bem proveitoso. Um abraço!

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  33. Oi Bia

    Acabei de descobrir que sou completamente demodê, pois acredito no amor e em seu poder de salvação.

    Me fez lembrar muita coisa do meu tempo, Bia.

    Beijos

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    1. Oi, Van. Sejamos démodé, Van. Remar contra a maré é, sem dúvida, um diferencial. Um abraço!

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  34. Noossa Bia, vivi todas essas coisas. Brincava de "queimada" na rua de casa, andava de bicleta com os amigos e realmente não vejo mais crianças brincado assim. A realidade é outra e as vezes me assusto com o vocabulario e as conversas de meninos de 8 anos.
    bjs
    Lila
    http://lcg-esmalterapia.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Lila. É melhor nem prestar muita atenção no vocabulário das crianças. Acho uma pena, não porque gosto de viver no passado, mas porque se queimam etapas importantes de desenvolvimento da criança. Um abraço!

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  35. Olá Bia, adorei relembrar fatos interessante e com momentos de amor..disse tudo, o amor é o ingrediente vital das gerações!!Super bjs

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    1. Sem amor não haveriam outras gerações, os seres humanos já teriam se exterminado. Um abraço!

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  36. Oi!
    Eu já estava com saudades de passar por aqui. A semana passada foi corrida, mas agora tá tudo normal de novo.
    Também tive um Walkman e era amarelo, mas não era igual a esse ai, hehehe. Adorava! E a dona Barbie me acompanhou por um bom tempo.
    Mas passou. E passou rápido, que pena...

    Bejus

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    1. Oi, Naty, perfeitamente compreensível, o tempo anda mesmo curto. As coisas passam, por isso precisam ser bem aproveitadas, para se ter do que relembrar. UM abraço!

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