sábado, 9 de fevereiro de 2013

O disco riscado


Imagem by Flickr

É interessante a passagem do tempo...cresci em meio a discos de vinil, como esse da imagem. Na casa dos meus pais era uma profusão de músicas românticas e serestas, com os embalos de Nelson Gonçalves, Roberto Carlos, Julio Iglesias...havia também discos de concertos e música clássica, uma paixão do meu pai, e alguns exemplares de Clara Nunes e Seleções de Sambas Enredo,  pensando bem um gosto bem variado, hahaha.
Mas como eu já disse uma vez, minha paixão eram as músicas do universo pop/rock, incluindo as românticas nesse estilo. A realização morava na casa de uma tia, com a coleção de vinis dos meus primos. Pink Floyd, Aerosmith, Peter Framptom, Paralamas, Legião, nossa, era uma festa! A família deles sempre teve hábitos peculiares, sem tv, com um universo de livros e música, com as quais eu me identificava imensamente, e até hoje é assim. Fechando os olhos posso quase sentir o cheiro do canto onde ficavam o 3 em 1 e a pilha de discos, no chão gasto de carpete marrom com almofadas espalhadas em volta e um violão para acompanhar. Essa mesma paixão me fez aprender o caminho de sebos da capital onde eu ia ajustar o aparelho ortodôntico. Juntava dinheiro do lanche para comprar algum exemplar a "preço de banana" e saía de lá, feliz da vida com um disco de segunda mão. E quando eu trabalhei na rádio, então? A era de cds estava só no começo, então eram estantes e mais estantes de discos catalogados onde eu me perdia e escolhia muitas vezes a música que falava o que eu queria dizer para quem amava (amo). Senti saudades.
É curioso também quando a escrita toma um outro rumo...entrei para falar sobre uma coisa e me perdi nas lembranças. Voltando então...para os novatos que já pegaram a era de cds e mp3, vou explicar rapidamente sobre os lps, esses bichinhos de vinil que hoje são usados para fazer vasos ou porta-chaves (e viva a era da reutilização). As músicas são gravadas nessas faixas concêntricas que são tocadas por uma agulha fininha presa nesse suporte quadrado (São? Será que ainda fabricam?). Uma faixa é separada da outra por uma faixinha um pouco mais grossa e vazia. Eu gostava de observar a agulha se movendo conforme a plataforma girava e tocava música, tanto quanto gosto de ver a máquina de lavar roupas girando para lá e para cá. Cada uma!
É preciso muita delicadeza para não arranhar o disco num movimento brusco, caso contrário...lascou-se! O risco é fatal para a delicadeza da agulha, que não consegue executar seu trabalho com maestria e acaba engatando em uma palavra ou trecho. Algo como "Agora aguenta coração...ção...ção...." ou "Assim você mata o papai...mata o papai...mata o papai.." e por aí vai. Não há salvação, só um toque sutil na agulha para que pule a parte riscada é capaz de salvar a música da chatice da repetição contínua.
É bem possível que daí advenha o termo "nossa, parece um disco riscado" quando um pensamento, sentimento ou sensação se repete várias vezes negativamente. Curioso...por que a vida não pára no que é bom? Acho que vou riscá-la quando estiver num momento desses, hahaha.
Bem, fiz essas considerações porque tenho metas bem definidas em minha vida que envolvem algumas pessoas e como sabem estou estudando para um novo concurso. E como falta menos de um mês para a realização, estarei mais empenhada nos estudos. Talvez eu fique alguns dias sem postar, para poder realizar minhas visitas, da qual tenho sentindo muito falta. E nesse momento qualquer coisa que eu fale pode soar como um disco riscado que não pula para outra faixa...
Esse é o ano de trocar a faixa, o disco, e deixar rolar a música que escolhi para tocar na minha vitrolinha. E para ouvi-la, ao meu lado, as pessoas que eu amo, inclusive ele ♥. Mas uma nova vida não se compra com o dinheiro do lanche em um sebo ou magazine, então estou buscando construir a minha (a nossa). 
Retornarei para postar quando for possível, mas continuarei visitando.
E você? Me conte...está vivendo a música que escolheu para sua vida?

****
Desafio nº 34: Simples
Imagem by Freepik

Vai passar, isso acontece...Não adianta ralhar com a vida, contar estrelas ou consolar a si mesmo. Os sítios onde procura abrigo não são seguros para esquecer. Aconselhar nem sempre é a melhor saída, mas se estiver conosco, não irá atrapalhar e sentir-se-á segura. Entenda que os mais tolerantes e pacientes trazem gravados nas frases de suas esquinas as histórias que carregam nos ombros, mas compreendem que pode ser mais simples se assim escolhem escrever seu futuro.

Participação para a História em 77 palavras, cuja regra era usar as palavras abaixo na sequência em que se apresentam, podendo modificar os verbos.

passar/acontece/ralhar/contar/consolar/sítios/procurar/esquecer/aconselhar/conosco/atrapalhar/pacientes/
frases/esquina/ombro/simples

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Agradeço a todas as manifestações de carinho que recebi no último post, estou tranquila no novo emprego e assim que me estabelecer contarei pra vocês (isso se eu não passar no novo concurso, hahaha).

89 comentários:

  1. Ah, Bia, viajei no tempo e lembrei do meu saudoso irmão (que perdi em 2011). Com ele eu percorria os sebos de Salvador em buscas de vinis e HQs raros... Nossa vida tbm sempre teve trilha sonora.
    Estou numa fase de recomeço e acho que a música que toca agora fala de esperança.

    Um grande beijo e muito boa sorte!

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    1. Oi, Paty. Estou há tempos para escrever um post só sobre o poder da música na nossa vida. Relembrar esses fatos sobre o vinil me fez relembrar também de pessoas que já se foram, como uma outra tia solteira, que me tratava como filha, mas já se foi. Ela tinha um gosto mais voltado para o MPB...de qualquer forma temos lembranças profundas ligadas ao mundo musical, não é mesmo? Ter compartilhado esse universo com seu irmão deve ter sido marcante.
      Escolher a esperança como fundo musical é sem dúvida uma ótima escolha para abrir essa sua linda fase. Pois como dizem, "a vida começa aos 40", quem sabe o melhor está por vir.
      Um abraço!

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  2. Adorei tuas recordações.Eram muito legais,mas todo cuidado era pouco. E, tantas vezes, na pressa, arranhávamos o vinil...

    Tua participação ficou linda também! E, fico feliz em ver -te feliz,vivendo a tua música e trilha. Isso é maravilhoso,não é?

    Nada compra isso! beijos,chica

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    1. Ai, chica, dava o maior dó, principalmente quando riscávamos a faixa preferida, não por acaso a mais tocada. Nos sebos os discos com algum risco eram mais baratos, mas eu não ligava, se era em alguma música que eu não gostava muito.
      Estou buscando minha felicidade...então tenho evitado compartilhar tristezas. Quando conseguir ouvir minha música, compartilharei com certeza.
      Um abraço!

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  3. Oi, Bia, sua escrita me fez lembrar do tempo que eu comprava os cds assim q foi lançado e não tinha condição de comprar o aparelho. Foi um ano e meio colecionando cds sem ouvi-los...kkkkkkk
    Uns quatro anos atrás fui comprar um aparelho de som para o meu sogro e vc acredita q ainda vinha com toca fitas, me perguntei, prá quê?
    Os meus vinis dei para minha usar nos seus artesanatos.

    Qto aos problema de saúde, dia 5 último o meu faltou na consulta. Reclamamos ao plano de saúde e eles nos avisaram q o médico foi descredenciado e nos indicou outro, consulta na segunda quizena de março.

    Se tou ouvindo a música da minha vida. Infelizmente, como vc sabe, o meu disco está riscado, esperando pular essa fase. Bjos.

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    1. Oi, Eder! Lembro-me que meu primeiro aparelho de cd era um discman à la Paraguai que demorei alguns anos para comprar, e me senti feliz da vida com ele!
      É mesmo estranha essa questão dos aparelhos ainda virem com toca-fitas...eu tenho um aparelho de som que morro de pena de dar, tem cd, rádio e toca-fitas, três coisas que não uso mais, porém o som dele é muito bom. Como faz falta agora uma entrada USB! Nesses momentos consigo compreender a nostalgia dos meus pais.
      Lamento muito essa questão da falta de médicos em situações que exigem urgência. Veja só, isso porque você tem plano de saúde! Absurdo...vou torcer que essa situação se resolva o mais rápido possível. Nesses casos é preciso estar em cima do plano de saúde, quando a situação envolve procedimentos de alto custo, eles não respeitam o direito do consumidor.
      Estou sempre lembrando de vocês e torcendo para que que sua música mude logo para outra faixa, mais bonita e tranquila. Não permita que a fé se perca.
      Um abraço aos dois.

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  4. Bom dia Bella!

    O gosto musical dos seus pais era parecido com os dos meus... Temos uma coleção razoável de vinil, atualmente sem a vitrola, estamos procurando pelas cidades do interior em casas de consertos de eletrônicos, está difícil de encontrar...
    Amei viajar nas suas lembranças... Gostava muito da Clara Nunes e Benito de Paula.

    Tenha um excelente feriadão!

    Bjooooooooooooooooo

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    1. Oi, Bia! Fico pensando que as vitrolas são hoje artigos de luxo, uma em bom estado deve estar custando uma pequena fortuna. Seria interessante se alguma empresa de eletrônicos investissem em sua fabricação, visto que há muito que ainda gostam desse perfume vintage.
      Benito de Paula...sempre me lembra aquela música alegre Amigo do sol, amigo da lua. Clara Nunes era a alegria em pessoa, pena que foi-se tão cedo.
      Um abraço!

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  5. olha...andei uns dias querendo
    só apagar lembranças...ouvi então
    muuuita música clássica...uma em especial

    http://youtu.be/bGDEKZbQQdo

    me reportar a vidas que já
    vivi...a cheiro de mãe, infancia,
    e qdo te li vi em tua casa a minha
    casa....coisa boa esta vida de internauta
    né? a gente se esbarra por dentro. pelos
    fios do coração


    ...

    (quando se sentir com falta de
    concentração nos estudos, para
    tudo e faz isso:

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Gfps8w7mI1Q

    é fantástico.

    beijo de boa sorte


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    1. Margoh, você tem uma sensibilidade tão aguçada que sempre me acarinha com suas palavras. Tem razão, esbarrar pelo mundo virtual com pessoas que compreendem o que sentimos é mágico.
      Linda a música da Charlotte Church...perfeita para aliviar as angústias. E muito curioso o limpador astral...eu, que gosto de observar o que gira, achei mesmo bem relaxante. Valeu pela dica.
      Linda semana!

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  6. Olá Bia,

    Me lembro perfeitamente desses discos de vinil, fizeram parte da minha vida, foi uma época inesquecível...

    Que bom que vivemos isso né?

    Sorte no concurso!

    Abçs

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    1. Oi, Vanessa. Mais do que a felicidade de vivenciar, é maravilhoso quem conserva a capacidade de lembrar de sua história com saudades. Acho triste quem nega o que passou com medo de parecer antiquado (a). Obrigada pela energia positiva!
      Um abraço!

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  7. Nossa discos de vinil.... viajei no tempo tambem... meu pai adorava ouvir musicas sertanejas... esses tempos atras achei alguns discos na casa dele e minha filha de 6 anos queria saber o que era aquilo...rsrs
    Bom eu passei pra lhe desejar um bom domingo e um otimo carnaval...bjs

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    1. Oi, Fabi. Os sertanejos antigos me lembram uma outra tia que já se foi...às vezes eu viajava com ela, meu tio e meus primos e era a vez da fita cassete fazer o fundo musical da viagem em fusquinha apertado, hahaha.
      As crianças de hoje devem imaginar que um disco de vinil pode ser algum tipo de disco voador, hahaha.
      Um abraço!

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  8. Viajei com vc agora....tinha tantos discos assim e hoje nem sei como foram sendo perdidos, é vdd tinha que ter todo cuidado para a agulha não riscar o vinil kkkk...tempo bom, desejo boa sorte nos estudos eita muiê que não....mas tenho o maior orgulho desse seu jeito, buscando sempre o melhor para ti e para quem está aos seu lado....o desafio ficou excelente como sempre
    ps: Era fã da Clara Nunes e minha mãe tinha toda coleção do Roberto Carlos..gostava muito de ouvir os de temas de novelas nossa....to veia, kkkkk

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    1. Oi, Patrícia!!! :) hahahaha, Fiquei pensando no complemento da sua frase, "eita muiê que não...sossega", hahahaha. Confesso que estou cansada de aprender uma nova profissão, conhecer novas pessoas, e etc e tal, mas infelizmente como professora ganho pouco para poder dar asas aos meus sonhos, e se tem algo que aprendi nessa vida, é que nada vem de graça, sem esforço. Então, simbora estudar.
      Eu sempre gostei de ouvir temas de novela, tinha até alguns vinis só com esse tipo de seleção! Da Clara Nunes e do Roberto eu até gostava, mas Julio Iglesias, pra mim, passava longe. Um abraço!

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  9. Oi amada!
    Viajei nas tuas recordações. Tempos bons que não voltarão. Só as boas lembranças. Agora é seguir o ritmo que nos impomos para este ano e a minha musiquinha tem me dado muitos presentes e alguns dissabores ahaa! Mas faz parte né? O importante é seguir com fé e otimismo o a melodia que escolhemos para nos guiar nas veredas do caminho. Um domingo abençoado minha querida!
    Beijinhos de estrelas
    Gracita

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    1. Oi, Gracita! Sempre digo que a vida está valendo à pena quando temos mais presentes do que dissabores....o problema é quando essa música se inverte, então é preciso reformular as notas musicais.
      Fé e otimismo não fazem mal a ninguém e impulsionam a seguir em frente.
      Um abraço!

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  10. Bia,que saudade do disco de vinil! Eu me lembro que sempre reservava um pouco do salário pra comprar um disco por mes e tenho uma boa coleção até hoje!...rss...tb estou em pausa nesse carnaval e vim apenas visitar os amigos.É bom dar uma parada, pois a vida está a nossa espera!bjs,

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    1. Oi, Anne! Sabe que tem vários exemplares guardados no depósito do meu pai...às vezes eu fico olhando um por um, recordando as músicas preferidas e as lembranças que elas suscitam...
      Investir em música era, na minha opinião, um dos melhores investimentos.
      Um abraço!

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  11. Olá Bia td bem, que bonito ler esse texto
    eu tenho um monte de disco de vinil,mas
    nem tenho onde ouvir, são minhas recordações
    valeu mesmo falar sobre isso
    Abraços de bom final de domingo
    Bjuss
    Rita!!!!

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    1. Oi, Rita. Discos de vinil parecem carregar uma parte da nossa história, dá mesmo dó de se desfazer deles, ainda que não se escutem mais.
      Um abraço!

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  12. Olá Bia.
    Há que delicia de post, era um tempo maravilhoso. A musica marca épocas, momentos, lugares, pessoas. E olha quanta qualidade de musicas que havia neste tempo recordado, sempre passava alguma mensagem.
    Sou da época do disco de vinil sim e cada aquisição de um disco novo era festa em casa também. Meu irmão inventou um relógio de parede com um disco já muito arranhado, ficou lindo.
    Tinha a coleção do balão magico e minhas filhas chegaram a conhece-los, devido a uma enchente perdi muitas lembranças palpáveis, porem sempre serão lembradas com muito carinho.
    Obrigada pelo carinho da visita a meu blog.
    Bom feriado. Beijinhos.

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    1. Oi, Verinha! Eu já via algumas imagens de relógios feitos de vinil, são bem fáceis de fazer, já que o mecanismo vai encaixado no furo central, fica bem moderno. Eu faria um, com certeza! Eu tinha dois discos do Balão Mágico, que ainda moram na casa dos meus pais.
      Uma pena ter perdido seus exemplares em uma enchente...guarde bem guardadas as lembranças que estão no coração.
      Um abraço!

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    2. Olá Bia.
      Passando e deixando um carinho.
      Verdade as lembranças em meu coração transbordam, só as melhores.
      Beijinhos.

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  13. Oi Bia!
    Quando me dei por gente já havia passado a fase dos vinis. Na minha casa não tinha nenhum. Conheci na casa de amigos, mas não lembro de ouvir tocar.
    Tenho várias músicas tocando na minha vida atualmente. É por que ela anda confusa e acontecendo coisas inesperadas a todo momento. Calmaria anda passando longe daqui.

    Bejus querida e sucesso nessa nova fase!

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    1. Oi, Naty! É notável que a qualidade dos cds e músicas em mp3 é muito melhor do que o som ligeiramente abafado dos vinis...a questão nem é pela música em si, mas pela lembrança que o famoso disco preto traz à memória, de tempos mais fáceis, do qual não me dava conta disso.
      Novidades na vida são boas para mexer na rotina....desde que sejam agradáveis.
      Um abraço, sucesso para você também!

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  14. Olá!Boa..ops bom dia!
    Bia
    ...c acredita que ainda tenho vários Lps/vinil em casa? Muitos são do meu irmão q está no Japão. São diversos do Roberto Carlos. E, também, diversas fitas cassetes. Uma pena que eu não tenho vitrola .Já fui no Museu de Imagem e Som só para ver os modelos que tinham, e depois passei nesses Sebos ( é isso?) para comprar um. Mas todos estavam muito mal conservados.Isso faz algum tempo,já!
    Agora,todos estão em caixas fechadas.
    Bem, sobre vivendo a música que escolhi para minha vida...não escolhi nem a música ainda.
    Parabéns pelo desafio.Cada vez está ficando mais difícil.
    Bom estudos e sucessos.
    Obrigado pelo carinho
    Meu carinho
    Bom feriadão
    Beijos

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    1. Oi, Felis!!! Sugiro que continue guardando os vinis em casa, com certeza em breve valerão uma pequena fortuna, se decidir vendê-los. Eu tenho algumas fitas cassete em casa, até já pensei em fazer com elas uma espécie de mural para pendurar na parede, só faltou tempo para isso. Eu tinha um discman onde ouvia as fitas, algumas que eu mesmo gravava com as faixas preferidas dos vinis.
      Fiquei intrigada com seu comentário sobre a música da sua vida...sobrevivendo...quando sobrevivemos é porque não estamos vivendo por completo, é porque algo falta para que a música toque redondinha, pelo menos me sinto assim. Espero que escolha em breve uma música para tocar na sua vitrola, daquelas que a gente não se cansa de ouvir.
      Obrigada pelo carinho e manifestações de boa sorte, um abraço!

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  15. A passagem do tempo...e Proust ao sentir o sabor do biscoitinho mergulhado no chá, voltou à casa de sua avó, e outro dia sentirás mais forte a passagem do tempo nas janelas da arte, como a de Clara Nunes! abraços

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    1. Tem razão, Ives. A arte é mesmo uma ferramenta poderosa de passagem para o tempo que já se foi. Um abraço!

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  16. Nem sempre é possível vivenciarmos a música que escolhemos. As vezes o disco acaba riscando, ou toca-fitas acaba enroscando toda a fita e aí danou-se. (Sou do tempo do toca fitas, lembra dele?)

    Em um mundo tão desafiador, muitas vezes, precisamos aprender a dançar conforme a música e nem sempre a música que gostaríamos de dançar.

    Abraço, Bia!

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    1. Oi, Nestor. É claro que lembro do toca-fitas! E quando enroscava era um "Deus nos acuda", hahaha. Cansei de enrolar as fitas de novo encaixando um lápis no furo, e de cortar partes mastigadas e emendar novamente com durex, quase uma operação, hahaha.
      Muitas vezes nessa vida já fui obrigada a dançar a música que a vida impôs, há momentos em que não dá para fugir disso. Mas há também o momento em que trocar a música depende da vontade de ir até o toca-discos e mudar.
      Um abraço!

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  17. Você trabalhou em rádio? Que tudo! Deve ter sido uma experiência bem legal.
    Seu desafio ficou bem legal. abraços e bom carnaval.

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    1. Barbie, trabalhar em uma rádio é inesquecível e apaixonante. Pena que pagam muito pouco, hahaha. Um abraço!

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  18. Oi Bia
    Nossa, viajei com vc nessa viagem musical kkkkkk. "Agora guenta coração... é da novela Barriga de Aluguel. O Desafio, mais uma vez vc tirou de letra, vc é incrível. Engraçado vc tocar nesse assunto porque eu refleti muito neste feriado, e tenho que "tocar minha música" também, mas sairei do facebook e me dedicarei mais ao blog, ele tem a ver com meu projeto para daqui a alguns anos.
    Bjos. Fique com Deus!

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    1. Oi, Luciana! :) Pois é, Aguenta coração é tema de Barriga de aluguel, novela que com certeza marcou nossa geração. Foi a primeira música que veio na minha cabeça, hahaha. Obrigada por seus elogios...fazemos escolhas a todo o momento, a vida nos obriga a isso. Escolher nossa música faz parte. O Nestor disse algo sábio, muitas vezes precisamos dançar conforme a música que toca...porém em outras, temos o poder da escolha, e ela se reflete em nosso futuro. Você é sábia quando faz uma escolha baseada em seus projetos mais adiante. Aliás, que projeto é esse? Fiquei curiosa! Um abraço!

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  19. Imagine se você não estivesse se empenhando para o concurso?
    Acho você extremamente simpática, gentil e, sobretudo, inteligentíssima! Gosto de suas visitas no meu singelo espaço.
    Sobre o vinil, minhas lembranças me levam à vitrola que meus pais tinham na sala, rotação 78... Mais tarde, rotação 33 e o LP.
    Coleções? Beatles, Mamas & Papas, Elvis Presley, Johnny Rivers, Carpenters... Tempo bom!
    Boa sorte nos estudos!
    Meu carinhoso abraço,
    Yolanda

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    1. Oi, Yolanda. É bom acordar pela manhã e ler palavras tão carinhosas. Acredita que me emocionou? Ando mesmo uma manteiga derretida. Carinho sempre faz bem.
      Gsoto do seu espaço, sempre convida a reflexões usando recursos diferentes do usual.
      Eu lembro das vitrolas com opção de rotação...as mais "modernas" ofereciam três opções, e às vezes eu me irmão nos divertíamos colocando na rotação mais baixa ou mais alta,modificando assim a voz do cantor.
      As coleções que citou são de muito bom gosto! :)
      Obrigada pela visita e palavras carinhosas, um abraço!

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  20. Oi Bia,
    Depois da pergunta percebi que a vida não anda tocando a música que escolhi,muito pelo contrário,de vez em quando ela até toca num bom ritmo,mas sempre vem uns ritmos estranhos e até tristes,mas é levantar a cabeça e seguir com fé.
    uma ótima semana,abraço =)

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    1. Suelen, me parece que nós passamos mais ou menos pelas mesmas coisas ultimamente. A impressão que tenho é a de que escuto a música que eu quero e em seguida vinte faixas da música que eu não quero, hahaha.
      Cadê o controle remoto dessa vitrola? hahaha
      Fé...é a palavra que mais sussurro para meu próprio ouvido. Desejo que a sua fé a leve a ouvir a música que deseja. Beijos!

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  21. Querida Bia e amigos, estou meio ausente por alguns motivos pessoais, alem do mais, a minha filha sofreu um acidente, foi atacada por um cachorro. Tanta gente vem falar e eu respondo, com isso, o tempo livre voa e nao consigo nem trabalhar nos meus blogs nem visitar voces com maior atenção.

    Beijos saudosos a todos.

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    1. Sissym, fiquei muito preocupada contigo, desejo que sua filha esteja se recuperando bem. Estarei entrando em contato contigo.
      O tempo livre voa na velocidade da luz...por mais que eu tente me organizar, ainda assim não consigo fazer o que gostaria.
      Um abraço, espero que as coisas se ajeitam logo.

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  22. Bia,

    sinto muita saudade dessa época dos vinis! Na vida de uma forma geral, penso, a modernidade tem um preço bem alto. Hj, por exemplo, adoraria estar ouvindo assim um disquinho meio arranhado, que fosse, o legal era quando a gente dava um toquinho na agulha pra ela voltar a correr.. hahah Legal reviver isso por aqui. Não creio que a gente escolhe a música, creio que ela é tocada e a gente tem que aprender a dançar conforme ela toca, inclusive nos traves dos furos.. Gr. Bj. e Deus te abençoe na prova fazendo tocar uma música incrível de vitória!

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    1. Oi, Cris! Feriado inspira mesmo a curtir uma musiquinha perdida na nostalgia de um vinil antigo. Dar o tal toquinho na agulha era uma arte, para não danificar ainda mais o disco, ahahaha.
      Há momento em que precisamos dançar e até curtir a música que está tocando na nossa vida, mas não buscar mudar de faixa quando não se está feliz pode ser sinal de comodismo. Há situações em que precisamos nos adaptar, por exemplo, uma doença...mas em outras temos o livre arbítrio para escolher. Uma braço!

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  23. Te marquei em uma tag. Beijos.

    http://luzia-medeiros.blogspot.com.br/2013/02/tag-para-aproximar-os-blogueiros.html

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  24. Muito bacana tua analogia, disco vinil riscado - mudança de faixa – mudança na vida. Você descreveu bem um universo que também vivenciei na casa de meus pais, até o estilo das músicas. Gosto dessas buscas em sentimentos e acontecimentos passados que nos ajuda clarear nosso futuro. Estou torcendo por teu sucesso no concurso e em outros projetos que você tome como desafio. Parabéns pelo texto e pela presença constante em meu blog. Um forte abraço.

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    1. Oi, Laércio. Essa analogia surgiu da minha percepção sobre o fato de que se eu parasse para escrever sobre o que estou sentindo certamente pareceria algo que já foi escrito por aqui exaustivamente. É interessante como, com o passar dos anos, percebemos o quanto as vivências do passado, sobretudo infância e adolescência, interferem no nosso presente e consequentemente, no futuro. Somos um produto do que passamos.
      Obrigada pela torcida, seus escritos me tocam profundamente.
      Um abraço!

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  25. Oi Bia querida


    É sempre uma delícia vir aqui no seu blog.
    Hoje em especial adorei. Também lembrei de coisas da minha infância. Adorava os vinis.
    Você escreve muito bem, não me canso de te dizer isso.


    Beijos
    Ani

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    1. Oi, Ani, obrigada por estar sempre por aqui. Fico feliz em ter suscitado lembranças especiais. Um abraço!

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  26. Menina,
    vc agora me levou para o the Mamas and the Papas cantando California Dreams vezes e vezes não riscadas, repetidas de propósito por mim,kkkkkk...O 3 em 1 ficava na sala, mas a vitrolinha portátil era só minha e como trabalhou, a coitadinha.Imagine se eu trabalhasse numa rádio feito vc (achei o máximo esta tua atividade)não emplacaria 24 h no serviço com esta mania de repetir o que é de gosto;riscos no disco.Vamos encontrar um jeito de patentear isto?
    Riscando de novo: maravilhosa participação no 77;boa sorte no concurso;rumos bons e novos aí vem;força na peruca!!!
    Bjkas sonoras, Bia,
    Calu

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    1. Oi, Calu, California Dreams é um clássico, embora eu prefira a versão sexy de Rosa Maria, você conhece? Segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=eAOK0aJ9XV4 . Eu até hoje tenho o costume de ficar ouvindo repetidas vezes as músicas que mais gosto.
      Eu achava linda aquelas vitrolinhas portáteis, foi um sonho de consumo por um bom tempo. Quando trabalhava na rádio gostava muito dos horários noturnos ou da madrugada, com programas mais voltados à flashback, pop/rock e românticas, eu tinha mais liberdade para tocar aquelas que eu mais gostava. Durante o dia era o boom do sertanejo e axé, estilos que não fazem muito minha cabeça.
      Obrigada pela força, você é uma querida!
      Um abraço!

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  27. Suas participações em desafios sempre resultam em belos textos.
    Eu sou da era do vinil (rss)e até me arrependo de ter doado todos os meus discos, entrando na modernidade. Alguns foram muito especiais. Quando arranhados, estavam destruídos. Ainda bem que na vida não é assim. Ela funciona com marcas e não precisamos ficar trocando a agulha de lugar. Somos versáteis e podemos nos adaptar ao que é novo. Creio que não escolhemos um só música para a jornada. Ora desejamos seja lenta, ora abraçamos os movimentos rápidos, sem errar o passo. O importante é não parar de dançar.
    Torço por você! Bjs.

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    1. Oi, Marilene. Tem razão em relação à comparação entre os discos arranhados e a vida...reconfortante saber que se pode trocar o disco ou a faixa, que as derrotas não são o fim da linha. :)
      A vida me ensinou a resiliência, a adaptação a novas situações, hoje busco fazer isso da maneira menos dolorosa possível.
      Mas embora alguns se mostrem conformados (não é o seu caso), penso que há músicas que podemos sim escolher para nossa vida, ou então não existiria o livre-arbítrio, não é mesmo?
      Concordo plenamente que os ritmos mudam conforme a idade, os dias, e fiquei pensando sobre o que disse..."o importante é não parar de dançar". Percebi que há dias em que estou quase desistindo da dança da vida. É preciso fé, força e coragem para não abandonar o baile, ou a vida perde todo o sentido.
      Obrigada pela torcida, gosto demais de sua linha de pensamento. Um abraço!

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  28. Olá Bia,

    Seu texto remeteu-me à minha época vinil e da qual custei a me libertar. Tinha tantos LPs e alguns eram muitos especiais, pois continham músicas que marcaram momentos e fases inesquecíveis da minha vida. Alguns eu dei e outros, aos quais eu ainda estava apegada , pedi ao meu marido que os levasse para o nosso chalé. Lá, ela gravou em fitas, desfazendo-se dos discos. Hoje ele me perguntou o que iria fazer com tantas fitas-rsrs.

    Creio que a vida não pára no que é bom para que saibamos valorizar e aproveitar melhor os bons momentos que ela nos traz.

    No momento, estou tentando mudar de faixa, escolhendo outro tipo de música para a minha vida.

    Estude bastante, Bia. Vale a pena as renúncias de agora em prol de um resultado vitorioso no concurso.

    Sua participação no 77 palavras está ótima. Aliás, sempre está. Você é muito criativa e sabe brincar com as palavras, independente do número delas.

    Beijo.

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    1. Oi, Vera! A música é interessante porque tem esse poder de marcar momentos e sentimentos, e ouvi-las é como se estivéssemos revivendo tudo isso.
      Gravar discos em fitas foi um meio eficiente de conservar as músicas, mas tem razão, as fitas estão perdendo seu espaço. Ainda conservo várias em uma caixinha. Está certo que os programas da net para baixar músicas são muito eficientes, pela rapidez e qualidade, mas o perfume de nostalgia é algo realmente único.
      Espero que encontre rapidinho uma nova música para sua vida...fazemos parte de um mundo dinâmico, onde tudo muda o tempo todo, não é possível tocar um só ritmo a vida inteira.
      Obrigada pelo carinho...agora mesmo estava estudando, dei uma paradinha para respirar, hahaha.
      Um abraço!

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  29. nossa, eu não ia mais ter paciência para uma postagem assim...
    estou vivendo sim a música da minha vida que é a My Way do Frank Sinatra, ou do meu jeito, literalmente vivo a minha vida do meu jeito, pode não ser o melhor mas é só meu.
    bjs

    http://eubipolarbuscandoapaz.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Jeanne. Ri um pouco com seu comentário, hahaha. Tenho paciência e vontade de escrever, mesmo estudando isso me relaxa, mas o tempo para visitas está sacrificado, não acho justo postar sem retribuir.
      My Way é outro clássico lindíssimo, sem dúvida uma bela música para ser vivenciada. É uma música que traduz força, coragem, tenho certeza que é uma guerreira.
      Você tem toda razão de viver a vida do seu jeito. Acho que só somos livres de verdade quando podemos viver o que somos, sem jogos, medos ou máscaras. Só você sabe o que é melhor pra você...tenho reservas com pessoas que julgam saber o que é melhor para nós sem respeitar o que queremos.
      Um abraço!

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  30. Coisa boa são as lembranças que a gente guarda. E alguns objetos tem vaga cativa nessas nossas memórias,os LPs estão entre eles, certamente. Meu pai tinha por hábito recolher os menos ouvidos de casa e levar pra "feira da troca", era uma farra quando ele chegava e a gente corria pra conferir as novidades.

    Boa sorte no concurso,moça.
    Não se demore tanto pra voltar.

    Estou numa cantiga meio desafinada... Rsrs.
    Beijo!

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    1. Oi, Milene! Fiquei imaginando como seria essa "feira de troca", nossa, deveria ser o maior barato poder trocas os discos que não agradam tanto por outros exemplares, a festa em casa deveria mesmo ser grande! Me fez pensar o quanto podemos ser felizes com a simplicidade.
      Obrigada pela torcida..."simbora" afinar essa música, menina inquieta! hahaha
      Um abraço!

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  31. Ah, Bia. Também adoro os discos de vinil. Nem acreditei quando minha vitrola estragou. Quanto à música da minha vida, ela está tocando sim, só que numa rotação diferente, que ainda tenho que ajustar para que as coisas entrem nos eixos. Abraço forte.

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    1. Oi, Gilberto! Sua vitrola não tem conserto? É mesmo artigo raro encontrar uma vitrola funcionando nos dias de hoje.
      Menino, tem um botãozinho que arruma a rotação e deixa a música tocando redondinha...quem sabe você encontra esse botão e faz sua música tocar afinadíssima? Torço demais por você, sabe disso.
      Um abraço!

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  32. Bia eu adorei e me vi lá em casa na adolescência ouvindo os discos de vinil que rodavam se parar pela sala, invadindo deliciosamente toda a casa.
    Que delícia ter ido lá naquela sala novamente com todos ali reunidos, muito agradeço por essa viagem muito louca e deliciosa...beijinhos

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  33. Oi, Maria, obrigada pela visita! Quando as lembranças são boas vale à pena voltar para uma sala, ou praça, ou quarto...fico feliz por ter despertado uma saudade boa. Um abraço!

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  34. Oi Bia, amei o post, parecia que estava descrevendo a casa de meu pais, que tambem tinham uma enorme coleção de discos e ouviamos sempre (algumas na epoca eu achava breeega) Bons tempis.
    Minha vida? estou precisando ouvir o lado B do mesmo disco.
    bjs
    Sucesso!
    Lila

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    1. Oi, Lila, hahaha, tem razão, algumas eu também achava brega...e mesmo assim despertam boas sensações de saudade.
      Adorei seu ponto de vista...ouvir o lado B do mesmo disco significa que está bem, mas disposta a mudar um pouco a rotina...acertei? No meu caso, só mudando o disco mesmo, hahaha.
      Um abraço!

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  35. Que linda postagem amei!! Uma boa noite para você beijos.

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  36. Ah como é bom recordar! Ja tive alguns discos de Vinil e fiquei pensando neles agora :)

    Beijos!

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    1. Oi, Luciana, boas recordações são como combustível para ir em busca de novas recordações. Um abraço!

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  37. Oi Bia eu peguei a era do Vinil la em casa o repertório era bem diferente, mas tinha Julio Iglesias tb rsrs, meus pais são nordestinos, papai analfabeto e mamãe fez só até a 4ª série, mas considerando o estudo precário acho que ela não passou da 3ª! mas papai sempre foi muito de ouvir músicas e la em casa rolava de Luiz Gonzaga a Elton Jhon, de Alípio Martins, Bezerrada Silva a todos os vinis de Beto Barbosa e Raul Seixas, tb tinha os incríveis, olha só agora fazendo este comentário percebo pq sou tão eclética no quesito música e a minha filha tb, apesar de gostar muito de Rip Hop e Rep, curti muito seu Jorge, Ana Carolina e as vezes vejo cantarolando até pagode rsrs.

    Bons estudos Bia.


    bjs

    Gélia Carvalho

    http://euquefizouquaseisso.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Gélia! Nossa, fiquei de boca aberta com o repertório que rolava na sua casa, muitas coisas diferentes mesmo! Ainda ontem alguém me falava sobre a felicidade que pode morar na simplicidade. Deixou transparecer que seus pais, apesar do pouco estudo, tornaram-se pessoas abertas ao novo, o que é um sinal de sabedoria.
      E mais interessante ainda o quanto essas influências da infância podem se refletir em sucessivas gerações...até hoje gosto de alguma coisa de Roberto Carlos e Clara Nunes, sem falar nos clássicos sambas-enredo da época que vez ou outra me pego cantando.
      Obrigada pelo carinho, um abraço!

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  38. Adorei viajar por esse mundo de vitrolas e discos de vinil.Obrigada Bia pela visita em meu espaço.

    Bjs

    Carmen Lúcia

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    1. Oi, Carmem. Sempre é bom receber viajantes que embarcam nas minhas próprias viagens. Um abraço!

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  39. Acho que já existem no mercado modelos de toca-discos com saída USB para gravar em CD's. Vale a pena pesquisar.
    Quanto aos vinis riscados, não tenha saudades... há muitas versões modernas de faixas riscadas, como a famosa interpretação de "India" por nosso bravo deputado Tiririca.
    Beijos.

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    1. Rodolfo, que interessante, eu nunca ouvi falar sobre esses modelos, vale mesmo a dica para quem quer aproveitas seus discos na atualidade.
      Ah, essas faixas riscadas que doem aos ouvidos realmente não me fazem falta nenhuma, hahaha.
      Um abraço!

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  40. Bia, que interessante, fiquei uns dias sem aparecer e hoje venho aqui, para me surpreeender.
    Fiz uma postagem, hoje, falando de uma musica que marcou minha vida.
    E me deparo aqui com voce falando de musica, nova trilha sonora, riscar o disco...que loucura!
    seria tão bom poder dar um toquinho no disco da vida e pular para a parte gostosa né?
    gostei tanto de sua postagem, acho que musica é fundamental na vida.
    E a trilha sonora de nossas vidas é marcante demais, importante demais para ser esquecida.
    é como perfume, voce sente e lembra imediatamente das sensações.
    com música também é assim, a gente viaja, volta no tempo, adoro!
    bom vir aqui minha querida, adoro ler voce, saio sempre melhor, maior, de bem comigo.
    beijos, bom fim de semana!

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    1. Oi, Ivani! Amanhã darei uma espiada na sua postagem, aguçou meus sentidos com certeza! Gosto demais dos seus escritos, sabe disso.
      Será mesmo que não podemos ter esse poder de dar um toquinho na agulha da vida? Penso que às vezes, sim...ou que as partes riscadas são importantes para nos lembrar o quanto o disco da vida merece carinho no trato.
      Também sinto a música assim, como se fosse uma ponte de ligação direta com os sentimentos gravados na memória. Há momentos em que pareço conhecê-la há anos, gosto de ti!
      Um abraço!

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  41. Bia,
    Gostei de ler o que você escreveu sobre tocar a sua música na vitrolinha, aquela que você escolheu como sendo sua! Esse é o ano de trocar a faixa, o disco, tudo, só pra ouvir essa música (que deve ser linda)!
    Boa sorte, minha amiga!
    Eu, aqui comigo, tenho escutado uma música bonita. Mas ela ainda não está completa, falta alguma coisinha...Talvez uma nova versão, não sei. Espero descobrir logo!

    Adorei a poesia dessa frase: "Vai passar, isso acontece...Não adianta ralhar com a vida, contar estrelas ou consolar a si mesmo".
    Muito lindo!
    Beijos

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    1. Oi, Isa! É, você sabe sobre meus planos de fazer esse ano o ano do acontecer, nem que para isso eu precise me desdobrar...vale a pena.
      Entendo você, também me sinto incompleta. É provável que a melodia esteja fazendo parte de um outro disco que formará com certeza uma música linda, daquelas que a gente não cansa de ouvir.
      E tenho certeza de que sua música estará afinadíssima e completa em breve, acredite! :D
      Um abraço!

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  42. Bia agora eu ri, pensei que só eu tinha a mania de ficar olhando a agulha se movendo no disco de vinil tocando, e observar a maquina girando também faço. Meu filho quando viu um disco de vinil pensou que era um brinquedo de jogar no ar, tipo bumerangue. Resumindo, um belo texto.

    www.cantinhodali.com

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    1. Oi, Li! Observar a máquina girando deve ser uma herança da memória dos tempos do vinil...muito legal ter compartilhado comigo seu costume, hahaha, gosto de identificação. Imagino a sua expressão quando seu filho pensou que o vinil era um bumerangue, hahaha, adoro esses pormenores infantis. Um abraço!

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  43. Nossa, Bia, que boas recordações. Infelizmente as modernidades melhoraram nossa vida mas também nos tiraram bons momentos. Adorei o post! Uma viagem no tempo mesmo. Bjs!

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    1. Oi, Sérgio. Tem razão, é claro que as facilidades e qualidade da modernidade são inquestionáveis, mas é bom ter esse perfume do que passamos na memória, sinal de que sempre se há boas coisas para recordar. Um abraço!

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  44. Oi querida
    Passe no design do lado direito do meu blog, tem surpresa pra você também
    Beijos
    Lua Singular

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    1. Oi, Dorli, obrigada pela lembrança, estou indo em seguida...um abraço!

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