sábado, 6 de abril de 2013

A casa estrela e a neurociência

Imagem by Valquir Aureliano

No Paraná há um programa regional que vai ao ar aos sábados chamado Meu Paraná, trazendo as riquezas turísticas, históricas e culturais da região. Essa semana o tema era sobre casas de madeira que sobrevivem à selva de pedra. Algumas pertenceram à pessoas famosas ou arquitetos habilidosos, mas esta me chamou a atenção em especial: a casa estrela.Construída na década de 1930 e habitada até 1990, foi conservada por vários anos pelos descendentes do construtor pela peculiaridade da obra, até ser tombada como patrimônio histórico e cultural e assumida pela PUC/PR, que cuidou da catalogação, fotos, desmontagem, montagem e restauração e abrigará espetáculos culturais em seu jardim.
Sou amante da criatividade e achei tão singular a história que resolvi compartilhar com vocês. Não foi um arquiteto ou engenheiro que projetou a casa. Foi um contador chamado Augusto Gonçalves de Castro que era adepto do Esperanto (leia mais aqui) e a utilização da Estrela de Davi (estrela de cinco pontas) na construção (com dois andares e porão!)  seria uma referência aos cinco continentes. Não há sequer um ângulo reto nas estruturas além dos presentes em portas e janelas para proporcionar o encaixe perfeito e integração total entre os ambientes.

Imagem antiga de Marcelo Elias
Gazeta do povo

Augusto trabalhava durante o dia em seu ofício e só tinha tempo para construir à noite, sob a luz de um lampião a carbureto, com martelo, serrote e pé-de-cabra o que tornou seu trabalho completamente artesanal. E pasmem, ele não possuía nenhum conhecimento prévio sobre construções.
Isso confirma os estudos publicados no livro Pílulas de Neurociência, de Suzana Herculano-Houzel. A inteligência seria "a capacidade tanto de analisar situações novas como de usar informações anteriores para resolver problemas". A genética tem sim alguma influência, mas o que determina a capacidade que alguém tem para algo novo é saber usar as informações se forma eficiente, e isso só se aprende...fazendo.
Outro dado importante comprovado neurocientificamente é que nascemos sim com alguma aptidão para isso ou aquilo, mas todos, vejam bem, todos com um cérebro saudável tem a capacidade de desenvolver qualquer habilidade,  desde que alie a técnica à prática exaustiva até fazer bem feito, o que convenhamos, demanda uma grande força de vontade.
Fico pensando como sucumbimos facilmente à derrota. Sr. Augusto deve ter desmontado inúmeras vezes a estrutura até encontrar as medidas e ângulos que proporcionaram o encaixe perfeito e sua satisfação ficou comprovada no fato de que viveu em sua estrela até morrer. Quantas pessoas na mesma situação dele teriam simplesmente desistido e procurado construir uma casa simples e quadrada? Ou ainda, escolheriam ir dormir e viver anos de desconforto a se empenhar em um projeto dos seus sonhos? Certamente esses ficam longe de deixar como herança sua história...
O livro também explica uma questão que ficou em aberto numa postagem que fiz aqui: o cérebro tem sim  a capacidade de aprender novas habilidades durante a vida toda, desde que seja usado constantemente para aprender coisas novas e receber novos estímulos (bons, de preferência, pois a felicidade também faz bem ao cérebro). A diferença é que, quando novos, podemos aprender várias coisas ao mesmo tempo, e depois de adulto precisamos nos concentrar no aprendizado de uma habilidade de cada vez. Isso quer dizer que só precisamos aprender a aprender de uma maneira diferente. Está explicado porque quando adolescente eu estudava com tv e som ligados e agora preciso de silêncio!
Portanto, suas desculpas acabaram...levante do sofá. Penteie esse cabelo. Passe uma água no rosto, como alguma coisa (porque de barriga vazia ninguém pensa) e procure agora meio de realizar um sonho antigo ou aprender algo novo que deseja há tempos. A neurociência está a seu favor...e Sr. Augusto nem sabia disso!

Quem quiser assistir o vídeo da matéria completa, está aqui!

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Ganhei um selinho e irei compartilhar com vocês...

Da Luciana, Histórias de uma bipolar, e da Kamila, Pingentes de ilusão. As regras são:

1 - Linkar e elogiar a pessoa que te deu o selo - adoro o blog das duas. Ambos me ensinam muito, de maneiras diferentes.
2 - Indicar 15 blogs para receberem o selo - Gostaria mesmo que levassem o selo...é rapidinho pra responder! :) Me avise quem se aventurar, ok?

3 - Escrever sete coisas que eu gosto:
1 - Amar, melhor ainda sentir reciprocidade
2 - Viajar
3 - Ir a showa
4 - Ir ao cinema
5 -  Rir com os amigos
6 - Ouvir música
7  Cozinhar


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Em breve terei vida nova...e o blog ganhará layout novo. Me aguardem! :D

79 comentários:

  1. Olá Bia..
    Então, levantar do sofá e bola pra frente para uns tão fácil mas para outros é difícil quando você em fazer tudo coisas do tipo eu vou conseguir bola pra frente hoje vai dar tudo certo... Bate uma angustia, uma dor, uma tristeza que você nem sabe de onde é de tão grande. Um momento feliz e em outro triste e te abala tanto que você acaba por ficar ali no canto, sozinha. Se sentindo a pior de todas as criaturas.
    E ninguém te entende acha que é manha coisa de gente preguiçosa.
    Ninguém entende que você tem um problema e só precisa de um apoio, mas não é um apoio qualquer você precisa daquela pessoa para te apoiar e você acha que ta tudo bem que vocês estão bem... E tudo já não era como antes.
    ... Enfim, levantar do sofá ás vezes dói.

    Beijos.

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    1. Oi, Dayane! Acredite...compreendo cada palavra que escreveu aqui, por passar algumas vezes na vida pelas instabilidades que citou. Barra pesada. Não acho que é manha ou preguiça, os sentimentos dominam o mental quando estão desconjuntados e tentamos reagir, nem sempre com sucesso, e acabamos nos sentindo impotentes.
      Apoio é maravilhoso...se for de quem amamos, melhor ainda. Nos sentimos fortes e capazes de realizar qualquer coisa...mas quando não há alguém para nos apoiar, precisamos nos reconstruir e buscar um meio de nos alimentar de coragem para deixar o sofá e ir em frente.
      E concordo contigo: levantar do sofá pode doer, e muito; por outro lado tomar atitudes pode ser reconfortante. Ou esperar o tempo aliviar um pouco a barra antes de seguir em frente.
      Um abraço!

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  2. Bia querida! Fiquei muito contente com tua visita e teu comentário! Gosto muito de teus posts! Sempre são interessantes e nos acrescentam, nos fazem refletir.... Muito interessante mesmo a casa estrela, em seus tempos áureos devia ser linda.... Com certeza, não é qualquer pessoa que tem a perseverança do sr. Augusto! Parabéns pelo selo/premio! Você merece! Tô ansiosa para ver o novo visual do blog! Um abençoado FDS, de muita paz e alegrias! Abraço carinhoso!
    Elaine Averbuch Neves
    http://elaine-dedentroprafora.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Elaine! A restauração da estrutura já está quase pronta, está mesmo muito bonita e diferente, aprece bem no vídeo. Deu um trabalhão para desmontar e remontar sem danificá-la. Persistência é tudo! Um abraço, obrigada pelo carinho!

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  3. Bia adorei conhecer a história do sr Augusto e de quebra uma lição de força de vontade e determinação. Nesses tempos de tudo tão instantâneo, é mesmo uma boa reflexão para o que andamos não fazendo. Por vezes me pego na desculpa que já passou o tempo de aprender... Sua postagem é uma injeção de ânimo! É possível sim, talvez agora seja necessário desligar o som, a tv e aprender uma coisa de cada vez! Mas é possível!
    Beijo

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    1. Que legal, Ana, saber que o texto fomentou em você o desejo de recomeçar a aprender...Essa é uma questão que sempre ficou em suspenso e também gostei de saber que tem bases científicas a capacidade que o ser humano tem de aprender e realizar durante toda a vida.
      Vai em frente...depois me conta.
      Um abraço!

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  4. Olá Bia, tudo bem?, saudades!

    Olha, realmente na época do Sr. Augusto as pessoas tinham uma determinação invejável que jamais os homens atuais possuem. Com certeza para realizar esta obra ele deve ter começado do zero várias vezes. Incrível . Belo exemplo!

    Adorei sua visita, estava com saudades.
    Bjus. Bom fim de semana. Fica com Deus.

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    1. Oi, Ivaldete, como vai? Eu também gostei de passar por lá.
      Não só os homens, mas há também mulheres que se acomodam em uma posição e acreditam não ter força ou capacidade para realizar. Penso que a sociedade atual não tolera muito os erros, os fracassos, não instiga os recomeços...então, com medo de não corresponder à esse perfil, muitos preferem nem tentar.
      Um abraço!

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  5. Oi Bia!
    Tem toda razão, todos somos inteligentes, mas alguns se sobressaem em determinadas situações. p.ex: eu sempre gostei de matemática e física; num trabalho criei até uma fórmula. Mas, português sempre foi a minha dificuldade, comecei a melhorar um pouco, lendo, agora leio 2 a 3 livros de uma vez, mas jamais chegarei num patamar como cheguei na matemática( raciocínio lógico, vivo fazendo na internet).
    Mas deu para a minha sobrevivência com o meu português mais pobre.
    Todos temos potencialidades a serem desenvolvidas na escola e com a vida e também as dificuldades.
    Obrigada pela visita
    Beijos
    Lua Singular

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    1. Oi, Dorli. É interessante, parece mesmo que temos essa tendência a uma ou outra área de aprendizagem, mas a neurociência não concorda plenamente com isso. O que achei curioso foi que o livro explica que, para o cérebro, temos a mesma facilidade para aprender todas as matérias, e por algum motivo, acabamos treinando mais algumas e por isso ficamos melhor nelas, e como isso parece recompensador, acabamos investindo mais no que achamos ser melhores...O que significa que não ser tão boa em português não seria uma questão de aptidão, e sim de que escolheu estudar mais exatas. Um conceito bem diferente do que vimos até hoje, não?
      Um abraço!

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  6. Bia, super interessante a história dessa casa de madeira, fiz questão de ver o vídeo e ouvir as explicações.
    Está ficando belíssima!

    Meu filho mais velho tem um amigo que é expert em Esperanto, confesso que acho "estranho" e não sei se conseguiria aprender..rs.

    Quanto ao levantar do sofá e colocar em prática sonhos, aprender algo novo...olha, é o que eu preciso fazer urgentemente.
    Concordo que basta a gente querer que aprende a aprender, mesmo que seja uma coisa de cada vez, basta correr atrás...contanto que não seja pra aprender Esperanto...rs.

    Bia, beijos de uma deliciosa noite e um domingo de paz.

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    1. Oi, Majoli! Ver a reportagem completa enriquece bastante os conhecimentos sobre a história da casa, não é mesmo?
      Eu consultei a Wikipédia para ter uma noção dessa língua que é quase uma filosofia, mas confesso que não despertou meu interesse em aprender, hahaha. Deve ser interessante conhecer alguém que tenha esse conhecimento tão raro (pelo menos é a primeira vez que ouço falar dele).
      Temos tantas atribuições que é compreensível não ter aquela garra para aprender coisas novas...mas é o único meio de manter o cérebro saudável e viva a sensação de que estamos vivendo de fato.
      Um abraço, ótimo domingo!

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  7. Bia,

    vim retribuir a visita ao meu espaço e fiquei feliz ao descobrir que não é só velhice, o fato de eu precisar de mais concentração agora, que na adolescência rs
    eu também conseguia estudar ouvindo som alto com a tv ligada hehehe

    Excelente postagem!
    a imagem é da casa se deteriorando? desculpe se não entendi. é que parece sem o telhado...
    por certo, não a casa de Augusto, e sim uma outra?

    A história dele é muito interessante. a casa é algo espetacular!

    e as informações sobre a neurociência são formidáveis, me deu um estímulo agora, valeu!

    bjs

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    1. Oi, Lia! Seja sempre bem vinda! Sabe que isso me intrigava bastante, se ouço música quando estou estudando acabo me concentrando mais na música, hahaha. Pudamos muito com o passar dos anos...
      A casa se deteriorando era como estava antes de ser desmontada e remontada pela PUC, embora estivesse sendo cuidada por um descendentes, precisava de uma restauração. No vídeo aparece a obra praticamente terminada, ficou linda!
      Gosto da neurociência como meio científico de desvendar mistérios desse órgão tão importante que é o cérebro.
      Um abraço!

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  8. Eu tenho, melhor, tinha, como exemplo o meu pai. Era impressionante a capacidade dele de fazer coisas bem feitas e diferentes. Não era arquiteto nem engenheiro, mas construía com exatidão. Não era médico, mas tinha muito conhecimento (raramente fui num pediatra, ele cuidava!). Cozinhava maravilhosamente bem. E geografia?! caramba, era bom demais. História! uma viagem.
    Então o cérebro dele era muito bem trabalhado e aproveitado.

    Querida amiga Bia, saudades, beijos e bom domingo!

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    1. Oi, Fadinha! Seu relato sobre seu pai me fez lembrar meu pai, que ainda está comigo. Quando eu era criança ficava maravilhada, sempre que eu perguntava algo ele sabia a resposta, sobre qualquer assunto! Eu imaginava que ele era um mago, ou algo assim.
      Como puxei a mesma personalidade ele sempre me chamava para aprender suas habilidades...hoje me sinto meio como ele quando minha filha pergunta sobre algo, hahaha.
      Mas ele anda um pouco esquecido e atrapalhado aos 72 anos de idade, e isso me preocupa. Acho que as perdas naturais da vida mexeram muito com ele.
      Simbora aproveitar nosso cérebro, fadinha!
      Um abraço, também estava com saudades!

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  9. Adorei a matéria e saber que existe uma casa em formato estrela, grande homem Sr. Augusto. Bjus lindona!
    => Gritos da alma
    => Meus contos
    => Só quadras

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    1. Oi, Nádia, uma história curiosa e exemplo de força de vontade. Um abraço!

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  10. A história é muito interessante, e a mensagem de incentivo mais ainda. Obrigada, de vez em quando a gente precisa lembrar desses detalhes da vida e nada melhor que um bom "sacode" pra levantar nosso astral. Tenha uma semana abençoada e bola pra frente!!!

    Bjus e até a próxima.

    http://palavrasdevalquiria.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Valquíria, sem querer deixamos a peteca cair...é bom saber que o cérebro estará ao nosso favor quando decidirmos levantar. Um abraço!

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  11. Composição muito interessante. Eu gosto.

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  12. Olá Bia.

    Muito do “impossível”, fica por conta de não nos dignarmos a explorar nossas possibilidades. Podemos mais do que imaginamos. Mas só descobre isso, quem desafia seus limites, faz o seu saber.

    Um abração e uma boa semana.

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    1. Oi, Apon, lindo o que disse...na realidade me fez penar que precisamos ser nossos próprios desafiantes, devemos nós mesmos nos instigar à superação. As ferramentas estão ao nosso dispôr, basta garra para usá-las. E então o impossível fica bem distante. Um abraço!

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  13. Muito interessante, bela iniciativa da PUC/PR.
    Cadinho RoCo

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    1. Também fico feliz em saber que o projeto foi resgatado...há obras magníficas que se perdem no tempo por falta de manutenção adequada, uma pena. Um abraço!

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  14. Olá Bia! Realmente é um espetáculo cultural. Linda e bem conservada. É muito difícil a construção de casas como esta, é uma raridade.
    Obrigada pela visita, adorei.
    Uma linda tarde, fica na paz de deus.Bjuss

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    1. Oi, Lourdes! Hoje em dia, com os recursos tecnológicos, fica bem mais fácil construir algo assim...mas há 80 anos atrás, dependia mesmo do esforço humano. E olhe só, foi uma obra sólida que resistiu aos intempéries. Quantas construções ditas modernas sucumbem à ação de tempestades...quem guarda então a verdadeira tecnologia?
      Um abraço!

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  15. BIA ,

    nossa mente é uma usina interminável de criatividade e a inteligência uma fiel e inseparável dádiva desta peculiar situação de, encontrarmos sempre, novas soluções para desafios emergentes.
    Eu, por um deste acasos gratificantes BIA,moro nua casa essencialmente de madeira e sei a energia positiva que isto passa.

    Por outro lado, insistir em objetivos aos quais em principio determinamos para nós, é primeiro uma prova muito ativa e boa de tenacidade e vitalidade mental e segundo, mostra que nós sem perseguirmos novos desafios em muito pouco tempo, passamos a ter o odor desagradável, de naftalina.

    E sempre que venho aqui, BIA acredito e sinto o quanto vale á pena, perseguirmos também a leitura em blogues excepcionalmente bons, didáticos, pedagógicos e educativos , como o seu.

    Um abração carioca.

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    1. Oi, Paulo! Comparar o cérebro à uma usina é uma comparação feliz...curioso, as melhores e mais felizes lembranças que tenho da infância incluem casas de madeira: da minha avó, das minhas tias, eu me sentia muito bem dentro das estruturas de madeira, das janelas que corriam para cima e eram presas por borboletas, das cores vivas...deu saudade dessa felicidade simples.
      Outra comparação "na mosca"...cérebro parado cheira mesmo a naftalina e acabamos por envelhecer antes do tempo, com tanta vida que há por vir...o bom é que a mesma neurociência diz que podemos, a qualquer momento, reverter isso.
      Seus elogios ao meu humilde espaço me abriram um grande sorriso.
      Um abraço!

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  16. Oi, Bia!
    Nascemos completos e os dons precisam ser trabalhados. Muitos dons são adormecidos durante a vida e outros desenvolvidos, tudo vai depender do meio, do estímulo e da curiosidade da pessoa.
    Talvez o Sr. Augusto, se tivesse tido oportunidade, seria um outro "Niemeyer", pois estímulo e ferramentas ele teve.
    Bom restinho de domingo!
    Beijus,

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    1. Oi, Luma! É inegável que além de força de vontade, ele teve talento, afinal, a obra ficou perfeita. Há tantas pessoas talentosas que não perseguem seus ideais...mas é claro que há casos e casos. Talvez ele não teve a oportunidade, ou talvez simplesmente quis fazer a casa por hobby, como um agrado a si mesmo. Ou ainda talvez, após formado e famoso, passasse a se render à pressão da moda para agradar e deixasse de fazer do diferente sua marca.
      Interessante, seu comentário me deixou a pesar no "e se" do Sr. Augusto.
      Um abraço!

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    2. Pois é... eu sempre penso no "se". Isso pode não ser bom, mas fico imaginando as oportunidades desperdiçadas por algumas pessoas e em pessoas que esperam por uma oportunidade. Muitas vezes o fator "sorte" ajuda quem cedo trabalha. Talvez também, a fama não fosse o objetivo e sim a satisfação pessoal. Beijus,

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  17. Oi Bia,
    boa tarde,
    realmente maravilhoso,
    "um homem com uma forte vontade"

    Eu estou entre aqueles que pensam que cada minuto conta
    um minuto sem fazer nada de produtivo é um minuto perdido
    deve estar sempre aprendendo, pois nunca se sabe quando vamos precisar

    Quero parabenizá-lo sobre o selinho
    1,4,5,6,7 =)
    2,3 =(

    um grande abraço

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    1. Oi, Ariel! Você se parece bastante comigo...sou o tipo de pessoa que deseja sugar da vida cada minuto e isso inclui, sempre, novos conhecimentos e pontos de vista.
      Não gosta de viajar e ir a shows? Menino, é tudo de bom! o/
      Um abraço!

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    2. viajar mais ou menos,
      mas estou velho para dos shows =(
      a música alta me deixa louco

      Isso está bem escrito?
      Você me entende, certo? =)

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  18. Acredito que alguns têm, além do sonho, habilidades especiais. Eu jamais estudaria medicina, por exemplo. Não tenho condições emocionais para lidar com a saúde de terceiros e, por mais que ficasse tecnicamente preparada, não exerceria a profissão (rss). É preciso, antes de tudo, descobrir algo que nos desperte grande interesse, para depois praticar. Há músicos que não tiveram contato com partituras e que tocam divinamente bem. Admiro os que conseguem encontrar o seu "ponto alto", nele investindo.
    Gostei muito de sua postagem, pois não conhecia a casa e a forma como foi edificada.
    Você me deixou curiosa quanto à vida nova. Estarei aguardando as mudanças. Grande beijo e uma excelente semana.

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    1. Oi, Marilene! Então, a neurociência afirma que para o cérebro a habilidade especial não é relevante...esse é um fator no qual acreditamos, mas que pode ser revertido com estudo e prática.
      Porééém, não estamos aqui considerando o fator emocional. Seu exemplo foi perfeito. Eu, por exemplo, dei uma lida no edital de um concurso para agente penitenciário, pelo conteúdo eu teria condições de passar com estudos, salário bom, mas como você, acho que judiaria muito do meu emocional. Faria se eu não tivesse escolhas, mas como tenho, melhor procurar outra coisa, hahaha.
      Sobre investir em ponto alto, amo alguém com completa aptidão para a arte que sonha em ser arquiteto e tenho certeza que seria um profissional maravilhoso...espero que tenha a oportunidade de investir nisso, sem barreiras de tempo ou idade.
      Quanto à vida nova, sabia como é, sabe que é vida é feita de fins e recomeços. Estou há tempos investindo nisso...e quiçá não hajam contratempos, em breve estarei recomeçando.
      Um abraço!

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  19. Olá Bia
    Maravilhoso o trabalho deste senhor, Augusto é um exemplo de pessoa, fico imaginando se não teve hora que ele quis desistir, penso que sim pois fazer uma casa tão bem planejada deve ter dado um trabalho enorme, penso assim por cauda de nossa construção aqui em casa não é fácil com tantas pessoas trabalhando, mas ele nos mostrou que impossível não é. Olha Bia seu post é motivador. Quando queremos alguma coisa e melhor acreditamos que conseguimos com nossa própria força um sofá não é nada, nosso pensamento é que comanda nosso corpo e não ao contrario.
    Parabéns por este lindo post motivador, amei.
    Uma maravilhosa semana. Beijos.

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    1. Oi, Verinha! Fico também imaginando quantas vezes Sr. Augusto deve ter pensado em desistir, talvez com uma xícara de café quente do lado, quebrando a cabeça para fazer a coisa dar certo...mas é possível que, após as primeiras tentativas frustradas, tenha pego o jeito da coisa e nesse ponto, as coisas fluem, ficam mais fáceis e motivadoras. Acontece quando não desistimos.
      E usou a palavra-chave: "acreditamos que conseguimos com nossa própria força". Fundamental para o realizar.
      Um abraço, obrigada pelo carinho!

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  20. Olá Bia,

    Muito interessante. A neurociência tem muito a agregar.
    A casa é muito criativa e, sem dúvida, admirável a persistência do Augusto em levar seu projeto adiante com tantos pormenores a decifrar e aprender. Somos comodistas por excelência e muitas vezes desviamos de nossas metas quando elas nos parecem complicadas demais.
    Houve época em que eu despachava os processos da Procuradoria ouvindo música. Hoje, até para ler e comentar nos blogs escolho o silêncio. Agora entendi a razão de tal mudança de comportamento-rsrs.
    A comprovação científica de que o ser humano tem capacidade para aprender e realizar durante toda a vida é bem estimulante. No fundo, sempre acreditei nisso, considerando a hipótese de o cérebro ser continuamente estimulado e exercitado. Lógico que há casos em que determinados males interferem sobremaneira neste processo. Sei que a questão vai muito além disso, mas você apontou uma caminho a ser pesquisado e perseguido.
    Bora lá, então, aproveitar toda a potencialidade do nosso cérebro.

    Parabéns pelo selo.

    Ótimo finalzinho de domingo.

    Beijo.

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    1. Oi, Vera! Temos mesmo a tendência a desistir do que parece muito complicado, mas é fato que quando conseguimos superar a tendência a desistir, vamos em frente e conseguimos, nossa auto-confiança agradece.
      Então você também virou adepta do silêncio...estranho, né? Hoje eu ainda ouça muita música, mas em geral, quando caminho, ando de bicicleta, limpo a casa, enfim, quando quero me desligar.
      Há mesmo inúmeras doenças ligadas ao cérebro que prejudicam o poder de aprender. Há pessoas com excesso de memória (talvez seja meu caso) e aquelas onde os neurônios não utilizados não são descartados, o que pode causar retardo mental. Mas em pessoas saudáveis, a capacidade é quase inesgotável.
      Um abraço!

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  21. Olá Bia, que prazer receber vc em meu blog!
    Nossa! Fiquei surpresa, com a casa estrela.
    Sou Paranaense e confesso que ainda não conhecia nem a casa e nem o programa, acho que vc fez muito bem ao divulgá-la.
    Fico feliz também quando vejo que o ser humano é capaz de tantas coisas lindas sem que necessariamente seja profissional em tudo o que se determina fazer.
    A prova está aí, na casa estrela.
    Parabéns pela linda postagem!
    Um abraço com carinho.
    Sua amiga
    Ivany

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    1. Oi, Van! Tenho certeza que ver a casa ao vivo deve ser uma experiência mágica, eu gostaria de ter a oportunidade de visitá-la um dia. Quem sabe?
      Eu gostaria de divulgar essa pérola da neurociência, a capacidade inesgotável do ser humano, e a casa estrela me ajudou como um exemplo perfeito de coragem e garra.
      Um abraço!

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  22. Quando era criancinha me deslumbrava com o talento criacionista de algumas exceções,sem conhecimento técnico ,se tornaram gênios pela obra construida .Muitos são autodidatas...

    Deixaram de ser anormais ainda na minha infância ao ler um 'livreto' sobre Leonardo Da Vinci-este era um extraterrestre- e me perdi nas muitas viagens ao encontrá-lo no ano de 1515 ,4 anos antes de sua morte ,deixando-nos mais um avanço nas várias áreas de nossa atual evolução científica ,ao construir um leão-robô (protótipo) que caminhou alguns metros e depositou flores nos pés do rei francês, Francisco 1º

    Me aprofundei na coragem e arrisquei,errei,persistia até aprender. A cada acerto festejava e automaticamente era gravado na memória .É errando que aprendemos e abrimos outras possibilidades,adquirindo o 'cérebro positrônico' . Ser gênio já é outra história para mim,simples mortal,que somente a neurociência possa explicar e auxiliar-nos com exercícios especifícos

    Há 3 anos atrás os neurônios fundiram,deu 'tilt', mas a minha memória foi preservada .
    Também sou da forma que te descreveu Bia,não possuo mais o tirocínio em executar várias atividades cerebrais ao mesmo tempo

    Sabe porque continuamos errando,nos decepcionando e ás vezes enxergando o mal em tudo? Preguiça,acomodismo e desânimo em desejar e medo de arriscar
    Em alguns momentos da vida temos lapsos de inteligência,instante em que somos nocauteados e fragilizados...e mesmo assim, permanecemos forçando as peças imperfeitas forçando o encaixe perfeito e formando os mosaicos bonitos para nós,porém,imperfeitos!!!

    O Sr. Augusto certamente encontrou muitos obstáculos,mes quem venceu foi a sua força de vontade em acertar!!!!
    Rsrsrsrsrsrs

    abraços

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    1. Oi, Tutankamon, como vai?
      Autodidatas tem mesmo esse traço peculiar de tentar até aprender, o que torna sua maneira de realizar as coisas bastante particular.
      Ter a memória preservada após um "tilt" é um ponto positivo...
      E mais dois termos perfeitos para o tema que ninguém citou até aqui: "desânimo em desejar (medo de não conquistar) e medo de arriscar (e errar)". Certamente provenientes da sociedade que se julga perfeita e acusa todos aqueles que ousam ousar e tentar escrever sua história de maneira diferente.
      Linda analogia...mosaicos com peças que não se encaixam perfeitamente, jamais serão perfeitos...a imperfeição sempre estará lá, incomodando, entristecendo, enfraquecendo.
      Sr. Augusto deve ter ouvido comentários do tipo "isso não vai dar certo" ou "você é maluco"...mas se manteve firme em seu propósito, e fez a diferença.
      Um abraço!

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  23. Bia, o comodismo é a trava que impe a inovação. Boa semana. bjos.

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    1. Trava que pode ser destravada a qualquer momento...ou quando o comodismo já não traz mais satisfação. Um abraço!

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  24. Olá!
    Bia
    Admirável a persistência do Augusto em levar seu projeto adiante. Muitas vezes desviamos de nossas metas quando elas nos parecem complicadas demais. E, por coincidência, as três profissões mencionadas tem a ver comigo e com o que acabei de escrever. Fiz um curso de Desenhista de Arquitetura, para depois tentar fazer Facul Engenharia Civil.E desviei quando as coisas pareceram mais complicadas que eu imaginava , e aproveitando que, na prática, já trabalhava na contabilidade de um Banco, acabei me formando mesmo em Contabilidade, ou seja, sou um Contador, tal como sr.Augusto.
    Certamente a neurociência tem muito a agregar, bem como confirmar teorias formuladas a partir da praxis pedagógica.Ainda acredito que a Pedagogia, a Psicologia e a Neurociência possam, em parcerias, alavancar o processo ensino-aprendizagem...
    Selinho...eu até gosto,mas, não estou indo em shows e nem cinemas.
    Obrigado pelo seu belo comentário na Antologia!
    Boa semana
    Beijos

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    1. Oi, Felis! Eu acho que a perseverança e a decisão são traços muito fortes da minha personalidade. Posso recuar quando as coisas se complicam demais, mas retomo meus planos assim que encontro equilíbrio de novo. E a sensação de chegar lá apesar das dificuldades é maravilhosa! :)
      Acho interessante também a capacidade de adaptação do ser humano...talvez no momento em que as coisas pareciam muito complicadas faltou maturidade para lidar com os problemas, o medo foi maior que a coragem, ou simplesmente não era a hora. Aliou a oportunidade do curso de contabilidade com a habilidade do qual dispunha no momento. Mas fiquei curiosa para saber se gostaria de retomar os antigos estudos...
      Essa trilogia que citou certamente ajudariam muito a explorar ao máximo a capacidade de cada aluno e estabilizar seu emocional, mas antes de boas teorias e comprovações científicas, precisamos de profissionais dispostos a utilizá-las adequadamente. Há muitos profissionais que não compreendem os estudos e tira deles toda a credibilidade.
      O comentário foi feito com o sentimento que seu texto me despertou! :D
      Um abraço!

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  25. Obaaaa! Vem novidades por ai! Ops, por aqui, hehehehe.
    #adoro
    Que casinha legal! Queria uma assim, com essas estrelas pela casa. Também adoro estrelas, com significado ou não.
    Muito persistente o Sr Augusto e deixou uma lição para todo mundo. Bora lá se dedicar um pouco mais! ;)

    Bejão e uma ótima semana!!!

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    1. Oi, Naty! Fico imaginando que deve ser mágico passear por essa casa, não só pela estrutura, mas por lembrar da história que a envolve.
      Dedicação e perseverança não são fáceis, porém são recompensadoras.
      Um abraço!

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  26. Eu lembro deste diálogo que tivemos sobre o cérebro broxar com o tempo Bia! ahahah!
    E você me respondeu com bastante coerência.
    É admirável o trabalho do Sr. Augusto, mas o tempo em que viveu colaborou para isto também, creio eu.
    Acredito que talvez antes fosse mais fácil persistir e se concentrar em algo não tendo o imediatismo e tantas distrações que temos agora.
    Eu, por exemplo, por muitas vezes determino um projeto e acabo caindo na procrastinação, me distraindo com coisas pouco (ou nada) produtivas, já tive que cair fora do msn e excluir o Facebook por este motivo.
    Sobre pessoas se darem bem em uma ou outra matéria, tenho um post pronto sobre isto, falta apenas publicar, mas é de cunho pessoal, ou seja, não tem valor científico. Só tenho a pretensão de que talvez possa fazer com que algumas pessoas revejam conceitos.
    Parabéns pelo selo! Também ganhei da Lu Souza e pretendo postar em breve.
    Boa semana!

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    1. Oi, Chris! hahaha, Imaginei que iria lembrar...hahahaha, ainda bem que ele não fica impotente (trocadilho infame, hahaha).
      Mais uma vez me fez olhar a questão por um outro prisma...o imediatismo, as facilidades e a velocidade com que as coisas acontecem naturalmente proporcionam um tipo de prazer, porém distante daquele de buscar por seus próprios meios um jeito de realizar algo novo. Sr. Augusto viveu num tempo (ainda peguei uma parte dessa cultura) em que nos sentíamos recompensados pelo esforço lento e constante, hoje muitos não tem essa paciência.
      Lembro-me também do seu texto sobre a procrastinação, na época me deixou a pensar. Não é da minha natureza procrastinar, se ajo assim me sinto incapaz e começo a me cobrar...mas em algum momento a insegurança me fez agir assim. O lado bom é que nesse período refleti e percebi que poderia conseguir o que queria, desde que aprendesse a ir com calma, dando o famoso "tempo ao tempo"; penso que essa expressão não se refere a deixar as coisas como estão e esperar um milagre do céu...mas ir construindo seu caminho com empenho e esperando para colher as pequenas conquistas de cada passo.
      Vou aguardar para ler seu post...seus pontos de vista sempre me levam a algum outro lugar do meu cérebro.
      Um abraço!

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  27. Meu tio ficava muito injuriado porque eu estudava assim, feito tu, com tv e som ligados. Minhas médias nunca foram as melhores do mundo, mas caminhei, né?

    Muito bacana esse texto. Incrível a casa e a lição de vida. É preciso apontar pra fé e remar, como diz a letra dos Los Hermanos.

    Beijo, Bia.
    Desde já, boa sorte na vida nova.

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    1. Oi, Milene! Minha mãe também nunca entendeu como eu conseguia estudar assim! Hoje quando eu vejo minha filha estudando com o fone de ouvido e o face aberto nem falo nada, hahaha;
      E dá-lhe remar, que o mar é grande mas a fé chega lá do outro lado com certeza. :D
      Um abraço!

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  28. Bia,

    Que história linda e preciosa você nos trouxe.
    Ele poderia ter escolhido algo mais fácil, ou parado no meio do caminho, mas persistiu e chegou ao objetivo. Ainda bem, que esse trabalho foi reconhecido.
    Uma coisa que me chamou à atenção, foi quando você escreveu que os adultos devemos concentrar o nosso aprendizado um de cada vez. Isso serviu muito pra mim. Não dá pra aprender várias coisas ao mesmo tempo.
    Uma linda semana! Beijos

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    1. Oi, Lucinha! Pode parecer cruel (mas não é), porém raramente o caminho mais fácil é o melhor.
      Imagino que um projeto feito com tanto amor não esperava reconhecimento e sim satisfação pessoal, reconhecimento foi um bônus por sua persistência e capricho.
      Fico feliz que esse dado neurocientífico tenha a ajudado a compreender melhor como se aprende após a maturidade. Penso que há pessoas que talvez, sem compreender essa mudança no mecanismo de aprendizagem, sentem-se frustradas achando que não são mais capazes, quando são.
      Um abraço!

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  29. Bia sensacional.....tbm creio que aprendemos durante toda a vida.

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    1. Oi, Patrícia, quem pára de aprender, pára de viver. Um abraço!

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  30. Bia, curiosa p saber da vida nova e ver o novo layout rsrs adorei a história da casa e do Sr Augusto, vc tem razão, desanimamos e desistimos com muita facilidade das coisas, imagina o trabalhão que ele teve p realizar seu projeto, segunda lição que recebo hj diante do meu desanimo frente algumas questões! Obrigadooooooooo Bjoooossss

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    1. Oi, Kellen, sobre a vida nova talvez eu fale alguma coisa de forma subjetiva, hahaha, mas farei algumas pequenas mudanças no layout. Até o final do mês haverão novidades!
      Minha querida, não desanima não...sabe, em um período em que me senti bem triste e desanimada, quando falei sobre fé, você me disse ter uma inabalável e a tive por um tempo como uma referência. É hora de resgatar a Super-Kellen que existe em você! :)
      Um abraço!

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  31. Olá Bia,

    Interessantíssima essa história, essa casa realmente ficou bem diferente...

    A propósito, menina do céu pentear cabelo é comigo mesmo...faço isso o dia inteiro e nao me canso, rs

    Abçs

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    1. Oi, Vanessa! Tudo bem que buscar sonhos despenteada ninguém merece né, hahaha, pode pentear o cabelo o dia inteiro, desde que não deixe de correr atrás dos seus objetivos. ;)
      Um abraço!

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  32. Puxa, que história bacana, Bia! Que bom que vc resolveu compartilhar. Não conhecia nada a respeito. E vou ver a matéria completa agora como vc sugeriu! Admirável esse Sr. Augusto! Beijos e boa semana!

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    1. Oi, Sérgio! Espero que tenha gostado de assistir a matéria na íntegra, a casa ficou linda depois de restaurada. Um abraço!

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  33. Interessante esse seu post.
    Não conhecia a história dessa casa estrela. Certamente seu construtor era detentor de uma grande estrela que continua brilhando além de sua partida.

    Realmente, todos nós temos uma estrela. Umas brilham mais, outra menos. A diferença de brilho, ocorre porque alguns retiram o pó com maior frequência que outros.

    Abraços.

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    1. Oi, Nestor! Concordo com o que disse...todos temos uma estrela, o problema é que algumas pessoas não se dão conta disso, ou passam tanto tempo prestando atenção no brilho da estrela alheia que se esquecem que poderiam estar realizando feitos incríveis. Ou ainda se sentem incapazes, ou gostariam de brilhar sem precisar correr atrás de sua luz.
      Mas o céu está aí para abrigar a todas.
      Um abraço!

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  34. Uau que incrível!
    é como estar vivo num quadro ou num poema. adentar a arte num espaço enfim físico, ainda que subjetivo.
    tu és paranaense?
    gostei muito dessa exposição, adoraria apreciá-la de perto.
    abraço


    Hey te aguardo pra um comment lá ^^
    diademegalomania.blogspot.com

    valeeeu

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    1. Oi, Luís! Se vier passear pelos lados do Paraná e resolver conhecer a estrutura, não deixe de me contar depois. Um abraço!

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  35. Passando pra desejar uma abençoada e feliz semana!
    Carinhoso abraço!
    Elaine Averbuch Neves
    http://elaine-dedentroprafora.blogspot.com.br/

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  36. Oi Bia
    Muito bom o post, como de costume kkkkk. É isso aí, bola prá frente que atrás vem gente. Valeu por responder a tag, gostei de te conhecer mais.
    Bjos.
    http://ashistoriasdeumabipolar.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Luciana, obrigada pelo carinho, um abraço!

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  37. Desejar sempre o melhor para os amigos
    é uma alegria, e agradecer o carinho de sempre
    é uma vitória, por isso te visito hoje desejando um
    final de semana cheio de muita paz,
    E parabenizo sempre pelo post agradável
    Deixo meus comprimentos eternos
    Bjuss
    Rita!!!!!

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  38. Muito interessante essa "Casa Estrela"... Bela crônica!

    Um beijo!

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  39. Olá, Bia.
    Excelente postagem; creio que nunca é tarde ou cedo demais para aprendermos algo novo e inusitado.
    Esta singular casa me lembrou de uma casa aqui no Brasil (que não recordo o nome) construída com material de refugo que é bastante similar às criações do arquiteto Gaudi.
    Abraço.

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