sábado, 30 de novembro de 2013

#partiu Primeiro lugar

Obs: texto originalmente escrito em 26/10/2013, sob influência desgastante do ENEM.

Cheguei à pouco da primeira etapa do exame do ENEM. Como imaginei, fui um fiasco em Ciências Naturais, hahaha, visto que terminei o Ensino Médio (antigo 2º grau) há mais de vinte anos... Mesmo assim farei a segunda etapa, aprendi que devemos terminar o que começamos. Envolta em concursos há algum tempo tenho analisado como essa questão da competição é complicada e desgastante, parece que vivemos o tempo todo na linha, esperando o "tiro" de largada. Não basta competir... tem que ser o melhor!

imagem by freepik


É histórica e retrógrada essa necessidade de classificar o ser humano em posicionamentos, conceito ultrapassado ainda em voga e distante da prática da Lei que assegura igualdade de direito para todos... Um concurso nos reduz a números e estimula um comportamento no estilo "farinha pouca, meu pirão primeiro". A competição permeia todos os setores da vida, o tempo todo. Para conseguir uma vaga na faculdade, um emprego, uma promoção, relacionamentos - quantas crianças (e adultos) já vi discutindo porque teimam em querer ser "o único melhor amigo"... No campo material pessoas perscrutam roupas, estilos, atitudes, celulares, moradias, carros e outros bens para ver qual - e quem - é o "melhor". Muitos devem ter histórias onde foram prejudicados em prol da concorrência. Onde se deseja chegar, afinal?


Imagem by freepik

Concursos à parte, percebi que quando sinto o cheiro da competição acabo me distanciando ou me contendo sutilmente. Não gosto da ideia de ter que mostrar que se é melhor, o que somos e temos a oferecer não deve carecer de comprovação e as pessoas devem desenvolver a capacidade de perceber a diferença da "propaganda" para o "produto". Pensei se essa esquiva não é medo da frustração, ou seja, para não correr o risco de perder, então é melhor deixar para lá, ou se é uma atitude de quem acha que a vida tem muito mais possibilidades e que a energia despendida num embate pode ser gasta de maneira mais interessante. Mas tenho que admitir que já sofri um bocado por perceber que há pessoas levando vantagem mesmo sem merecimento. Ainda assim eu não serviria para comandar um batalhão, jamais iniciaria uma guerra, hahaha.

É complicado vislumbrar uma sociedade justa e humana calcada em conceitos tão arraigadas de competitividade. Nem sempre o melhor é o que mostra mais... o discreto pode portar grandes habilidades. Observo que quanto mais conhecimento e sabedoria se tem, mais simples de mostrar. Falo de pessoas que usam suas potencialidades, mas o fazem de maneira tão genuína que acabam se destacando naturalmente. É preciso diferenciar conhecimento de sabedoria: há os que tem muito conhecimento, mas não são dotados de sabedoria e se tornam arrogantes. Sábio e admirável é o que alia conhecimento e sabedoria porque sabe que sua bagagem serve sobretudo para o crescimento pessoal, amor próprio e auxiliar quem precisa, não para se sobrepor ao outro.

Buscar melhorar e comemorar vitórias é saudável para fortalecer a estima e para conservar a admiração de quem amamos, atitudes voltadas para nós e para quem realmente importa, mas é preciso também encontrar um ponto de satisfação onde se abra espaço para aproveitar a vida.
Sonho com o dia em que o nossos objetivos não estejam delimitados pela colocação em uma linha de chegada, quando o percurso é tão mais interessante e o destino, invariavelmente, será o mesmo para todos.

"Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas e as que ficam com os louros. Procure ficar no primeiro grupo: há menos competição lá."
Indhira Gandhi


Esse é um vídeo bem legal da Disney, encontrei enquanto procurava o da semana passada...


Leitura complementar, clique aqui.

63 comentários:

  1. O Bia!
    Infelizmente vivemos num mundo desigual, onde quem não presta, o puxa-saco lidera batalhões de intelectuais e vai abrir a boca: rua.... E o pão de cada dia dos filhos?
    Eu nunca precisei engolir nada para mim, no entanto....não sou só eu.
    Bem eu vou parar por aqui, pois eu estou enojada com muitas coisas que estão acontecendo por aqui e acontecem em todas as cidades.
    Bom domingo
    Lua Singular

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    1. Oi, Dorli! Esse tipo de texto pode acabar trazendo à tona lembranças de situações que nos cercam e nos fazem lembrar que a competição nem sempre determina um resultado justo. Me parece através de suas palavras que foi o caso.
      Um abraço!

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    2. Oi Bia, nem foi comigo- parente próximo- foi maldade e não competição.
      Ma lá de cima Deus tudo vê.
      Ser honesto nesse país tem um nome: sofredor
      Beijos
      Lua Singular

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  2. La vida actual es pura competencia. A mi la competitividad me motiva cada vez menos, y me atrae cada vez más explorar libremente mi interior y lo que me rodea!

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    1. Oi, Leovi!
      É mesmo o sistema atual essa questão da competição... está aí algo que me cansa e me leva a desistir.
      Achei tão lindo o que escreveu: "cada vez mais me atrai explorar livremente meu ambiente interno e o que me rodeia"... adorei. Tão mais rico, não é?
      Um abraço!

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  3. Olá!Boa noite, Bia!
    Como vai? Comigo, tudo bem, são e salvo!
    vamos ver se eu consigo chegar onde tu queres...sabicomoé, off né?
    penso que a competição em si não é maléfica, afinal, o mundo é assim, muitos querem a mesma coisa e não há para todos... mas sim, o grande problema é a forma como lidamos com ela, carregando consigo o conceito da exclusão. Se um é considerado melhor, invalida o outro ...é a competição sem medida, sem qualidade, sem ética...por isso penso que os grandes competidores são aqueles que valorizam o seu adversário, porque é ele que faz com que eles sejam melhores, que mostra suas deficiências, o que precisa ser melhorado, o que precisa ser aperfeiçoado.
    Sei que é utopia falar em um mundo só feito de cooperação, por isso o ideal é que haja equilíbrio entre os dois ...onde a própria seleção natural vai deixando para trás aqueles que fazem de tudo para ser o primeiro e tudo para ser seu palco de exibição... por outro, as grandes transformações que convulsionam, num ritmo vertiginoso, o Mundo moderno parecem induzir-nos a que nos apliquemos, ao se pretender uma coisa simultaneamente com outra, só a busca da vantagem, luta, disputa, rivalidade, comparações ... e deixamos de descobrir e alimentar a nossa essência... o quanto dele nos temos afastado!
    simmm, ainda bem q "lá" vc se sente e escreve/fala bem e à vontade...fiquei feliz por isso
    Agradeço pelo carinho,muito obrigado,belos dias, beijos!

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    1. Oi, Felis!! Não onde eu quero... mas onde desejo que esteja feliz. Sei o que me faz feliz, mas isso não é garantia de ter.
      Penso que a competição gera exclusão quando não há espaço para a valorização individual de fato... os resultados de uma "competição" podem ser cruéis e injustos, quando resultado de "golpes baixos". Por isso me esquivo... se for para se utilizar de "golpes baixos", talvez o ganho não compense.
      No sentido de fomentar o que podemos oferecer de melhor, bem, é válido, quando não se procura um resultado, mas um processo de crescimento pessoal. Acho que quis dizer nesse sentido...
      Talvez eu esteja parecendo confusa nesse momento, hahaha
      Voltando ao foco: acho que chegou num ponto importante. Talvez, em uma competição, a pergunta deva ser essa: o quanto de nossa essência precisa ser deixada para trás em prol de uma conquista? Há pessoas que tem a tendência natural à competição, ao ganho, mas há pessoas que, encontrando um ponto de satisfação, buscam o melhor de sua essência de outras formas.
      Por lá me sinto à vontade sim... sempre bom estar em lugares onde nos sentimos bem.
      Um abraço, obrigada por tudo.

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    2. ... vc fez se entender sim..., eu que estava e estou com dificuldade de ler , o off me deixa assim... uns dias, volto ao , suponho,normal...hehehe!Beijos, témais!

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  4. A mim também me assusta essa coisa competitiva que se transformou viver. Eu particularmente não gosto, embora saiba que se torna necessário na maior parte das situações. É que é da leveza que eu gosto mais. É que eu gostaria que os sentimentos, emoções e ações fossem um tanto mais retrô, sem essa correria desmedida em busca do sucesso e sei lá mais o quê.
    Mas eu só queria, sei que não vai ser como eu quero, nunca mais.

    Ajeite esse seu coração em desalinho, viu?
    Acho que não escrevi lé com cré nesse comentário, mas estou também um tanto desalinhada.

    Um beijo, Bia.

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    1. Oi, Milene!
      Também sou amiga da leveza... mas tem horas que parece que, aquele que deseja viver de forma leve, será engolido a qualquer momento... #medo hahaha
      Te lendo imaginei que minhas aspirações são um tanto parecidas com as suas... eu queria viver de maneira mais emocional, mais amorosa, mais singela... tsem precisar racionalizar tanto... dizem que um sonho sonhado a dois já começa a se tornar realidade. Quem sabe não se aplica à nossos ideais retrô?
      Meu coração se alinha ligeiro... como diz o Gededaya, do filme "Uma noite no museu", "nóis capota mas num breca", hahaha.
      Um abraço, seus escritos faz imenso sentido pra mim.

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  5. Um texto muito interessante e no qual todos deviamos refletir. Eu também não serviria para comandar um exercito, não seria capaz de iniciar uma guerra, mas nos anos 70 passei por uma e fui capaz de ajudar os sobreviventes. Quando nos vemos em certas situações somos capazes de coisas de que nunca nos julgaríamos capazes. Por isso eu costumo dizer que eu sou sempre pela não violência, mas para defender a minha vida ou a daqueles que amo, não sei se não seria capaz de matar.
    Um abraço e bom Domingo.

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    1. Oi, Elvira! Puxa, que relato interessante! Fico imaginando o quanto não se aprende acompanhando um evento tão violento como esse. Admiro-a mesmo sem conhecê-la por ter se disponibilizado a ajudar, um gesto nobre.
      Por outro lado, tem toda razão, o ser humano é uma caixinha de surpresas e nunca se sabe o que pode desencadear instintos guardados a sete chaves, sobretudo em situações de risco ou sobrevivência.
      Um abraço!

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  6. Hahaha Tudo por uma cenoura!

    Oi Bia,

    seu texto é incrível, nos faz parar para pensar em algo inerente à nossa vida, a competição está tão presente em tudo que sequer paramos para pensar sobre ela, para avaliar o que realmente vale a pena, temos que seguir ganhando, isto é fonte de imensa angústia.

    Beijos

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    1. Oi, Van!
      "Isso é fonte de imensa angústia..." disse tudo! Esse sentimento de que sempre precisamos estar em busca de algo melhor, no que tange ao financeiro ou status, pode ser um bocado cansativo, com a impressão de que nunca se chegará ao suficiente.
      É saudável buscar melhorar, ter conforto, segurança... mas é saudável também alimentar a alma de fontes que nem sempre precisam de uma batalha para serem conquistadas. Perceber esse equilíbrio é mesmo uma questão se sempre reavaliar, nossas posturas não devem ser rígidas ou acabadas.
      Um abraço!

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  7. Querida Bia,

    Obrigada pelas palavras de carinho, passo pelo pior momento da minha vida, pois amo minha amada tia incondicionalmente, e peço a Deus conforto para o que restou do meu coraçao...

    Abçs

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    1. Oi, Vanessa!
      Sinto muito, muito por sua perda, sua dor transbordou através dessas palavras e desejo que o tempo transforme as lágrimas de dor em um sorriso de saudade. Um abraço bem apertado!

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  8. É BIA MAIS APESAR DE TUDO O IMPORTANTE É NÃO DESISTIR !!! DIZEM QUE O QUE FAZ UM VENCEDOR !!! NÃO É O NÚMERO DE VITÓRIAS !!! MAIS QUANTAS VEZES ELE AGUENTA CAIR E LEVANTAR !!! E SEGUIR ADIANTE !!! UM BEIJO GRANDE Pedro Pugliese

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    1. Oi, Pedro!
      Booooa!!! "Quantas vezes ele aguenta cair e levantar..." É preciso coragem e fé sempre, né? Um abraço!

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  9. Oi Bia,
    boa tarde,
    excelente texto,
    achei muito interessante o que vc diz sobre a sabedoria e do comportamento daqueles que se aproveitam da sua melhor condição
    (Isso é ultrajante)
    muitos são verdadeiramente arrogantes.

    (vc) Tem um sonho maravilhoso,
    espero que possa se ​​tornar realidade
    (sem linhas de chegada)

    Desejo a vocês um belo domingo
    um grande abraço

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    1. Oi, Ariel!
      Arrogância é uma palavra que define muito bem aqueles que se utilizam da posição para alimentar sua sede de status. Lamentável... alguns apenas se utilizam dessa característica para humilhar sutilmente o outro, como se fossem melhor... outros não medem consequências para conseguirem o que querem.

      Aaaaaaahhhh :DDD Eu tenho mesmo um sonho maravilhoso, e até me emocionei de perceber sua torcida por mim,e assim, sem competição ou linhas de chegada. Muito, muito obrigada por isso, você é um querido!
      Um abraço, que seus sonhos se realizem todos!

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  10. Da forma como se faz os vestibulares para se ingressar nos ensinos superior mostra a incapacidade do governo em oferecer cursos gratuitos a todos. Ninguém nasce "burro", mas se tornam incapacitados devido a deficiência do ensino nos primeiros anos de vida. Bjos.

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    1. Oi, Eder!
      Perfeito! As políticas públicas estão evoluindo a passos muito lentos em comparação ao crescimento da demanda, e mais o ensino está sendo cada vez mais valorizado, o superior já não está sendo o suficiente... é impossivel ficar indiferente à competitividade.
      E sobre o ensino inicial, concordo totalmente... uma criança bem alfabetizada e letrada, com habilidade de escrita, interpretação e pensamento lógico, se sobressai durante toda a vida escolar. Você não imagina o quanto é difícil alfabetizar uma criança!
      Um abraço!

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  11. Infelizmente, em alguns casos, as competições são necessárias, pena que nem sempre elas são saudáveis ou justas, Bia. Certamente, fazer é o melhor. Boa reflexão. Gostei do vídeo. Abraços.

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    1. Oi, Barbie!
      É verdade... o que fazemos e o que aprendemos a partir desse fazer ninguém tira de nós. Um abraço!

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  12. Bia, também vou ficar com a tua segunda opção de que a vida tem muito mais possibilidades além de competição. Talvez seja utopia, mas talvez se a mudança começasse na educação, nas escolas, formas diferentes de avaliações, de ingresso em universidades, já seria um caminho.
    Boa semana! Beijo!

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    1. Oi, Ana!
      Tão bom explorar possibilidades...
      Concordo contigo, através de estudo percebo uma nova linha de aprendizagem muito mais autônoma, libertária e interessante, porém ainda desencontrada com os sistemas indicados nos documentos norteadores da prática... esse dias conversava com quem amo sobre isso, o novo sistema desenvolve de fato a capacidade, mas temo que leve tanto tempo para virar prática, que acabará por chegar um novo sistema, que nunca acaba sendo implementado na íntegra, e assim continua a bola de neve do falho sistema educacional.
      Um abraço!

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  13. Bia,

    Eu gosto muito de competições esportivas.

    Sou uma pessoa que adora desafios, curto competições, mas honestas.

    Já as de cunho profissionais, bom...
    Uma prima foi chamada para uma seleção, embora estivesse bem empregada, aceitou por curiosidade. A primeira parte era prova. Fez. A seguinte era uma conversa entre as candidatas. Então... num dado momento, uma delas disse "não é porque sou muito amiga do diretor da área...." É o tal Q.I. e as pessoas "preenchem cadastros" apenas para cumprirem exigencias internas e perdem o precioso tempo. Alem de quer o deslocamento implica em muitas perdas financeiras, não é mesmo?!

    A nível universitário, fico desde já preocupada com o futuro de minha filha, espero que ela trilhe bem o caminho e seja uma pessoa vitoriosa. Sempre falo a ela para seguir e realizar os sonhos, ser um pouco egoista, construir a vida dela.

    Bejios

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    1. Oi, Fadinha!!!
      Eu também gosto de eventos esportivos, mas sempre lembrando do respeito com o adversário.
      Em empregos é muito frequente esse tipo de situação, pessoas muito capacitadas e dispostas sendo trocadas por outras menos capazes por uma simples questão de "camaradagem", digamos assim. Empresas que chamam outros candidatos somente para cumprir uma mera formalidade. Eu não gosto de me prevalecer disso para conseguir vantagens, penso que não há nada como o nosso valor.
      hahaha, "Ser um pouco egoísta...". É uma boa lição que deixa pra sua filha... Não aquela pessoa mesquinha que só pensa em seu próprio umbigo, mas aquela pessoa que defende sua felicidade em primeiro lugar. Sempre incentivo também minha filha a buscar seus sonhos, e acho que ela sabe fazer isso que você disse... Sempre digo que, quem sabe, um dia eu aprendo com ela, hahaha.
      Que nada... também sou uma buscadora de sonhos... :)
      Um abraço!

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  14. Oi Bia,
    Em primeiro lugar quero dizer que adoro teus comentários,tenho um carinho grande por você.
    Quanto ao texto não concordo com essa vida tão cheia de competições,isso faz com que as pessoas pareçam máquinas,que estão ali programadas a viver de determinada maneira,a fazer parte daquele padrão,a querer ser o melhor sempre e por aí vai.E isso não é bom,claro que quando desejamos algo,nos esforçamos e conseguimos é maravilhoso,mas isso não é tudo,tem coisas bem mais importantes que isso.
    A vida nos ensina tanto e ainda somos avaliados por notas,e se não houvessem avaliações,poderíamos viver de uma maneira melhor não?!
    Uma ótima semana,abraço =)

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    1. Oi, BSu!
      Obrigada pelo carinho, que bom gostar das minhas palavras!
      Interessante usar o termo avaliação... me fez pensar o quanto nos sentimos livres quando não sentimos esse peso. Na infância era muito avaliada (as coisas nunca estavam boas o suficiente), comparada, isso me incomodava tanto, me fazia pensar que os outros sempre eram melhores, e é claro que isso acaba espalhando poeira pela vida inteira.
      Depois vieram as avaliações da escola, do serviço, as perdas que nos levam à auto-avaliação...
      Hoje quero viver de uma forma mais leve, sem tantas pretensões, digamos assim, buscando aproveitar mais o lado bom da vida. Me fez pensar, Su.
      Um abraço!

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  15. Bia,
    em tuas considerações eu aponto a segunda opção: a vida tem muitas, mais e maiores possibilidades de ricas vivências no ser e no estar no mundo.
    Estamos, por falar nisso, em sintonia fina, menina, pois falava sobre este assunto com meu filho na semana passada.Credito toda esta sanha competitiva que assola o mundo ocidental ao Capitalismo desenfreado que nos absorve com a bocarra do consumismo arreganhada.Se não houver sentido de posse, de poder, de valores materiais exagerados, como haverá consumo???
    Daí partem todas as engrenagens mordentes deste nosso mundinho mUderno.Argh; alimentando a competitividade os outros fomentos materiais vem de arrasto.Pior, bem poucos são os que atentam para isto, como vc tão bem apontou.

    Saboreio contigo este cafezinho imperdível.
    Boa semana aí.
    Bjos,
    Calu

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    1. Oi, Calu!
      Essa questão do Capitalismo é algo que passei a compreender melhor recentemente, voltando a estudar, e consigo como você perceber o quanto interfere nos dias de hoje. Prezar um certo conforto para viver penso ser normal, mas as pessoas parecem querer ir sempre além, numa insatisfação constante e em muitos casos, sem medir consequências ou a que precisam se submeter para obter.
      Acho que as pessoas não atentam à tudo isso porque a própria sociedade instiga esse comportamento e trata essa ambição desmedida como normal.
      Adorei vir tomar café comigo, volte sempre que quiser! :)
      Um abraço!

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  16. .

    Graças a seleção a gente sabe
    quem dirige o carro na hora das
    compras. Sabemos quem vai pre-
    parar a carne, os legumes, as hor-
    taliças e os grãos para almoço e o
    jantar.
    Antes da sesta é necessário que se
    lave, enxugue e se guarde a louça.
    Aquele que sabe mais tem preferência
    e para que se saiba quem é quem, há
    de se fazer a seleção ou generaliza
    a confusão.

    Bia, gostei do texto. Parabéns por
    se atrever na "prova", depois de tan-
    to tempo.

    Um beijo grande para você.

    silvioafonso




    .

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    1. Oi, Silvio!
      "Aquele que sabe mais tem preferência ..." é uma regra simples para a seleção, mas convenhamos, nem sempre respeitada, porque aquele que sabe mais nem sempre é o que mostra que sabe mais. ;)
      Fiz a prova, mas ainda não sei o que farei com o resultado, hahaha... provavelmente um curso à distância, gosto muito desse formato para atualização.
      Adorei sua originalidade sempre tão latente.
      Um abraço!

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  17. Olá Bia, por aqui o ambiente também está da mesma forma! São atitudes que também não concebo, mas que se espalham por todo o lado! E´ certo que o saber não ocupa lugar, mas pude constatar que os tempos de agora não são como quando me iniciei na vida profissional! As pessoas ascendiam pelo seu valor e havia respeito pelos mais velhos. Até se dizia que antiguidade era um posto. Neste momento há muita competição e agressividade e não está fácil tanto para novos com verdadeiros valores, como para os mais velhos que deveriam ser mais considerados. Beijinhos e boa semana.

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    1. Oi, Ailime!
      Ampla visão sobre o tema... hoje os parâmetros para exclusão são muito vastos e os campos de oportunidades, muito pequenos. Há uns anos bastava saber ler e escrever para encontrar um emprego, e esforço e dedicação para galgar degraus de promoção. Hoje em dia, nem o superior não está mais sendo o suficiente, o que está levando muitas pessoas de mais idade de volta à sala de aula.
      Isso até é interessante do ponto de vista do crescimento pessoal, mas diplomas não são garantias de profissionais comprometidos e responsáveis.
      Ler seu comentário me fez lembrar que me contaram sobre um contador que faz contas de cabeça com uma precisão espantosa, é mais fácil a máquina errar e ele, não... lembro do meu pai e de sua sabedoria que sempre tinha resposta pra tudo (hoje ele anda com a memória fraquinha)... até as habilidades mentais estão se perdendo em meio à pressa de se conquistar sempre mais.
      Um abraço!

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  18. Somos criados para vencer e nem sempre o desejamos, com relação a certas competições. Existe, no entanto, a necessidade de critérios para se selecionar candidatos. Nem sempre são perfeitos, mas seria impossível fazê-lo de outra forma que não o concurso. Sabemos, porém, que os escolhidos não serão, sem sombra de dúvidas, os melhores profissionais. Há muitas características individuais não observadas por quem escolhe e por quem se candidata. O concurso é apenas um dos caminhos e não deve ser a única opção. A realização do indivíduo está ligada ao desenvolvimento de atividades para as quais está apto e que lhe dão prazer. Infelizmente, não é para todos (rss). Bjs.

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    1. Oi, Marilene!
      Adorei sua frase inicial... há competições que não valem a pena ser enfrentadas, e ainda assim, algumas vezes não temos como fugir delas. Nos relacionamentos, por exemplo... a mulher não deve competir com o homem, e sim ser sua parceira, e vice-versa. Bem como um não deve prender o outro para se sentir vencedor, porque na infelicidade, ambos perdem.
      Nunca tive dificuldades em encontrar emprego, mesmo em uma vez que me falaram sobre o cargo passei por todas as etapas de avaliação antes de contratação... já vi casos em que profissionais muito bons deixaram de ganhar um cargo em prol de outro que deixava muito a desejar.
      É compreensível o sistema de concursos e/ou entrevistas para a seleção de um emprego ou estudo, mas o ideal seria igualdade de oportunidades para quem estivesse disposto a abraçá-las.
      Muitas vezes o desenvolvimento de atividades que alimentam a alma precisam de uma estabilidade conquistada antes com o emprego de energia em outras atividades, como os estudos e o profissional. É a lei da vida, hahaha.
      Um abraço!

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  19. Olá Bia,

    É sabido que , infelizmente, não há espaço para todos, quer seja nas instituições, nas boas universidades, no futebol, nos bons cargos, etc. Assim, embora pareça injusta ou retrógrada a necessidade de classificação das pessoas para a maioria das atividades, esta se faz necessária quando justa e enquanto o governo não se dispuser a abrir espaço para todos de forma a assegurar a igualdade de direitos garantida pela constituição.
    Por outro lado, algumas competições ocorrem pela prevalência do orgulho e da vaidade, como no caso de alguém desejar ser o primeiro em tudo ou ter o melhor do que todos. Aqui, creio que há problemas de formação ou insegurança.
    A concorrência/competição, embora nem sempre produza resultados justos, é benéfica na maioria das vezes, pois acaba estimulando o melhor preparo individual para chegar-se ao espaço idealizado. Claro que a concorrência desleal ocorre, assim como há pessoas que levam vantagem em detrimento de outras mais capazes. Isto acontece muito em repartições públicas, quando um profissional de menor competência é designado para um cargo por indicação política, em prejuízo daquele mais capaz, que também era cogitado para o respectivo cargo.

    Gandhi, como sempre, foi sábio em sua colocação. Onde há menos competitividade há menos inveja e rivalidade.

    Gostei do vídeo, que ilustrou bem a postagem.

    Beijo.

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    1. Oi, Vera!
      Concordo contigo, no modelo atual a classificação por concursos ou concorrência é praticamente inevitável. Mas eu sou uma utópica incurável, hahahaha...
      Destacou um traço importante de quem costuma aceitar somente ser o melhor, ou o primeiro lugar: a insegurança. Quando somos muito inseguros só nos importa a aprovação alheia. Quando aprendemos a colocar as prioridades em seus lugares corretos, nos preocupamos mais com a autoaprovação.
      Há pessoas que são movidas pela concorrência, que se sentem bem buscando cada vez mais. Não acho isso errado, desde que seja de forma leal, como citou. Mas acho um pecado alguém se obrigar a manter essa postura ambiciosa quando não faz parte do seu perfil. Há aqueles que se satisfazem de outras maneiras.
      Um abraço!

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  20. Oi Bia!

    Texto notável e muito reflexivo. Infelizmente, o nosso mundo vive ainda cheio de competição. Na minha opinião, a competição deixa o nosso ego exacerbado e tremendamente enorme, o que não é nada bom, pois de seguida fica engrandecido o orgulho... Deviamos de ser mais solidários e termos mais humildade, sermos mais fraternos para com todos. Somos Todos Um.

    Estou de volta!

    Beijos, espero que estejas bem.

    Cris Henriques

    http://oqueomeucoracaodiz.blogspot.com/

    http://jakeemary.blogspot.com/

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    1. Oi, Cris!
      Muito bom vê-la de volta!!! "Somos Todos Um"... e partiremos de volta do mesmo jeito... com cooperação e solidariedade o fardo fica mais leve para todos.
      Um abraço!

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  21. É verdade, Bia, vivemos num mundo onde a competição é a principal coisa da vida. Até na escola há isso. Eu também odeio competição e procuro me afastar quando dá, mas algumas vezes é impossível. A crueldade de um concurso é imensa e o desgaste idem. Não tinha visto esse vídeo da Disney. Gostei mt, principalmente do coelho. Bjssss

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    1. Oi, Sérgio!
      A escola, depois do lar, é dos primeiros lugares onde se vê competição. A educação surge com uma proposta de aprendizagem colaborativa, onde todos desempenham vários papeis, na intenção de se ajudarem. Mas não é fácil mudar padrões sócio-culturais.
      Concursos são mesmo desgastantes e a cada vez estão se tornando mais difíceis com a concorrência apertada,
      Esse vídeo é o máximo, me lembra os desenhos que via na infância!
      Um abraço!

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  22. Hey, olá.
    Seu texto me lembrou muita a música Griot do rapper Mc Marechal que diz o seguinte:

    "O que eu quero? o que faz eu me sentir mais vivo
    Pois eu já me senti livre, hoje eu quero é sentir que eu livro
    Sem querer ser o melhor, longe desses papo de vaidade
    Quer ser o melhor vai ser o melhor pra tua comunidade."

    Acho que um potencial, seja ele qual for, só será real se ajudar aqueles que estão ao seu lado, e em um nível mais alto, a humanidade.
    Abraços.

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    1. Oi, Léo!
      Eu não conhecia essa música e achei a letra bem interessante! Vaidade é uma característica que precisa ser observada com muito cuidado para não virar sinônimo de arrogância. É saudável quando na medida para melhorar a autoestima, não para diminuir o outro.
      Legal o que falou sobre o potencial... um belo dom quando usado para benefício comunitário, não somente individual.
      Um abraço!

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  23. Oiii Bia, que legal vc estar fazendo o Enem, tomara que consiga bom resultado, minha filha entrou na facul por ele a dois anos, qto a competitividade eu confesso que já desisti por medo de perder, resolvi deixar p lá p não precisar lidar com a frustraçaõ de não ter conseguido, acho que é um medo normal, talvez hoje com mais maturidade faria diferente! Bjinhoss, vc pediu meu endereço p mandar por e-mail? Bjosss

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    1. Oi, Kellen!
      Fiz a inscrição do Enem meio por fazer, já que devido à renda era gratuito... não sei muito bem ainda o que farei com o resultado. Quando sair, decido... provavelmente algo à distância, talvez algum curso ligado à artes, ou à psicologia, não sei...
      Já deixei muitas coisas pra lá, mesmo estando com a razão, para não me indispor com os outros. Não sei mesmo se essa atitude é a melhor, mas não é da minha personalidade brigar, discutir, forçar, insistir num pedido... acho que as pessoas precisam ter noção de suas atitudes e escolhas. E lendo o que disse me pergunto o que seria sinal de maturidade: "brigar" por algo ou deixar que transcorra naturalmente?
      hahaha

      Pedi sim o endereço, se puder mandar via e-mail eu agradeço, ou pode deixar uma mensagem aqui em off.
      Um abraço!

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  24. Oi Bia! Mas infelizmente as classificações são necessárias numa sociedade onde não há espaço para todos. Quer dizer, ter espaço tem de sobra, mas infelizmente reformas são caras e trabalhosas, então deixe o povo se matar para ter uma vida descente.
    Bjos!
    http://amonailart.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Val! Você, como eu, se dedicou a estudar para concursos esse ano, sabe o quanto é desgastante e não raras vezes temos a sensação de que morremos na praia.Um abraço!

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  25. Falou e disse! Concordo com a sua opinião Bia, mas ao mesmo tempo, acredito que não estamos imunes a essa questão da competição que é encrustada em nós socialmente, desde o nosso nascimento.
    Sobre a competição, também não sou daquelas que compete o tempo inteiro ou que gosta de competir. Pra mim, é muito melhor desenvolver as minhas potencialidades no meu canto, na minha e estar bem comigo mesma.
    Acredito que, no meu caso, evitar a competição, algumas vezes refere-se também ao medo de perder, em certas circunstâncias.
    Bom tema a ser discutido e ótimo texto, gostei!

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    1. Não há como ficar imune, muitas vezes a competitividade é estimulada dentro de casa, seja em desigualdade de criação entre irmãos, onde o "melhor" tem mais privilégios, seja nos espaços de convívio social.
      Estar bem conosco é tão mais importante do que competir... a competição acaba no ganho (ou na perda), o investimento de nosso tempo e energia para o que nos importa de fato, traz sentimentos duradouros, de alegria e conforto emocional.
      Que bom ter gostado, obrigada pelo carinho! Um abraço!

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  26. Oi, Bia!
    A vida seria melhor sem competições, mas também não haveria desenvolvimento intelectual. Acho que a vida no planeta se desenvolveu por causa da competição, não somente do homens mas entre todos os seres vivos. Até as bactérias competem! Hehehehe gostei da competição "Tudo por uma cenoura".
    Quanto ao nosso ensino, por si ele é desigual. Os professores deveriam ser melhor preparados, ganharem melhores salários... assim, eles, estimulariam melhor os alunos, que teriam uma visão mais positiva do futuro e dos processos seletivos.
    Boa semana!!
    Beijus,

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    1. Oi, Luma! Faz um certo sentido essa questão que levantou do desenvolvimento intelectual, em alguns casos. Estou fazendo uma pós e em seguida um mestrado, mas não para competir com o outro, mas para me fortalecer racionalmente... mas isso pode me trazer um ganho financeiro, então não deixa de ser um benefício.
      Vejo que o governo está, a lentos passos, tentando melhorar a situação do professor nesse país. vejo alguns muito interessados em melhorar e dar o melhor de si... mas há infelizmente uma parcela de profissionais que não liga para cursos, para outros realizarem trabalhos escolares que enriqueceriam seu intelecto, e por aí vai... uma pena.
      Penso que os alunos devem ser estimulados a estudar focando em vestibulares e concurso desde as séries iniciais, já que são praticamente inevitáveis... assim teriam mais condições de competir igualmente.
      Um abraço!

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  27. Oi Bia querida


    Adorei o post.
    As vezes me sinto assim também, parece que sempre temos que mostrar mais de nós para sermos valorizadas de alguma forma. Mas tem uma hora que isso fica tão desgastante que as opiniões das outras pessoas se tornam menores, ai sim começamos a aproveitar o bom de nossa profissão.

    Beijos
    Ani

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    1. Oi, Ani! Muito interessante o que disse, estenderia à todos os campos da vida. Quando nos damos conta de que buscar alcançar padrões e exigências de ser o melhor o tempo todo é cansativo e inalcançável, é quando finalmente começamos a viver de fato. Isso seris uma das definições que vejo para o que se chama maturidade.
      Um abraço!

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  28. Oi Bia, como vai?

    Sempre existirá um lugar para todos, seja ao sol ou na sombra. O importante é que se trace metas e objetivos bem claros e mãos a obra. Cada conquista será uma vitória, sem necessariamente chegar em primeiro lugar. Quem tem que se preocupar em chegar sempre em primeiro lugar é o pessoal da F1.
    Abraço.

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    1. Oi, Nestor!
      A clareza nos objetivos e a capacidade de manter o foco descobri serem meios efetivos de se conseguir o que se quer.
      A conquista é uma vitória quando é uma questão pessoal, e não precisa ser necessariamente profissional... uma viagem, um carro, uma casa na praia, a boa educação de um filho... até porque ser o primeiro lugar não é garantia de ser o melhor. Até na F1, onde a qualidade e funcionalidade do carro também conta muito, hahaha...
      Um abraço!

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  29. Sei que to um tanto ausente do meu blog e de visitar meus blogs queridos, mas eu estava no fim de minha gravidez, e agora que minha bebe nasceu, fiquei com menos tempo ainda, mas sempre que eu puder, estarei atualizando meu blog e retribuindo as visitas como a sua que levam carinho!! Beijinhos!!!!

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    1. Lu, está perdoadíssima pela ausência, tenho certeza que será uma doçura de mãe! Os primeiros meses são um pouco mais atribulados, depois o tempo engrena e dá para fazer quase tudo o que fazíamos antes. Um abraço, saúde para filha, amor par a família.

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  30. Olá!Tarde, Bia,
    sim... estou tranquilo, somente fiél às minhas convicções.... aquele post foi somente explicativo, mais objetivo... porque percebi que houve vários contextos, principalmente em off e para não ter que ficar explicando um por um, ...eu só quis firmar posição , de que respeito e considero todos os comentários... sê divergentes , para meu aprendizado e clichê básico...nunca me preocupei em agradar à todos e sempre...eu posto o que penso ser o melhor para mim e depois por ser um blog público, ao crivo subjetivo, imperativo e sempre soberano dos leitores ( pelo menos no meu blog) que servem como parâmetros para futuras postagens...etc tc etc...
    neste , estou me referindo , sim, à algumas pessoas desagradáveis,sê NUNCA,e que nem se dão ao trabalho de divergir,pois sequer leram uma linha, que vem só para tumultuar e fazer perder tempo...sim, perda de tempo, para ambos...à esses, em público, estou dizendo que nem precisam vir... pois se tem algo que aprendi , na vida e na blogosfera, é ter boa percepção e até de fazer uso da retribuição de gentileza astuta...arco e flecha... volto depois para comentar a BC ...beijos,témais!

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    1. Oi, Felis!
      Certa vez, ano passado, tive uma surpresa desagradável com um comentário anônimo, ofensivo, que me fez até pensar em fechar o blog... depois, lendo outros blogs, percebi que se tratava da mesma pessoa disposta a ofender as pessoas da blogosfera. Nossa, eu tenho tanto o que fazer, nem sei como esse povo consegue se dar ao trabalho de fazer isso... Depois que ativei a moderação, não tive mais problemas.
      Pelo que entendi fala daquelas visitas que chegam somente com o intuito da retribuição, entendi certo? "Arco e flecha", não deixa de ser uma comparação curiosa. Acho que o que o levou a escrever foi perceber que estão abusando de sua tendência a retribuir gentilezas... isso também me tira do sério.
      Mas firmou bem suas posições, disso não tenho dúvidas.
      Um abraço, Felis!

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  31. Bia gostei do vídeo.
    Qto ao post muitas pessoas são movidas a disputa e não lembram que o importante é chegar, tens toda razão esses concursos e etc... da vida nos cansam. Concordo com a frase:

    "Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas e as que ficam com os louros. Procure ficar no primeiro grupo: há menos competição lá."
    Indhira Gandhi

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