sábado, 25 de janeiro de 2014

Tecnologia: das máquinas de datilografia ao lixo

Minha filha me mostrou essa imagem esses dias no Facebook e achei muito interessante, dá uma dimensão do quanto as coisas evoluem rapidamente. O que mais me chamou a atenção foi o anúncio sobre o curso de datilografia. Sim, eu estive lá e fiz um! o/

imagem do facebook

Nos idos de 1993 o computador ainda começava a ganhar campo e a máquina de escrever imperava nas repartições. Fui matriculada por minha mãe - que falava exatamente a mesma frase do anúncio - em uma portinha atrás da igreja matriz. Havia quatro máquinas de datilografia e um professor com uma apostila do tempo do "epa". Era preciso gravar a sequência das letras para digitar com os cinco dedos (o polegar era usado na barra "espaço") e meu mindinho, coitado, que já é magrinho, penou para ter força o suficiente para trabalhar principalmente com o tão vastamente utilizado "a".

Cheguei a fazer a prova de conclusão e só não possuo o certificado porque o dono do estabelecimento fugiu com o dinheiro dos novos matriculados. Pois é. Mas utilizei minhas habilidades em alguns empregos. Na rádio onde trabalhei como locutora a programação musical era datilografada. Em um clube da cidade a máquina era usada para fazer o cadastro e as carteirinhas dos associados.

Lembrei meu teste para emprego mais traumático. Nunca tive problemas com entrevista, mas concorri para uma conhecida instituição em quatro (!!!) etapas, e uma delas era o teste datilográfico. Entrei numa sala com umas quinze máquinas e um texto ao lado de cada uma. O objetivo era copiar a maior parte do texto com menor número de erros possível dentro de um tempo pré-estabelecido. Com quinze pessoas fazendo isso ao mesmo tempo o barulho foi angustiante e torturante, e a sensação, a de que os dedos estavam muito mais lerdos do que deveriam, hahaha, foi horrível, o verdadeiro sentido da expressão "sob pressão"! Passei no teste, mesmo achando que tinha sido um fiasco! E adivinhe? Na instituição só havia computadores. Troll.


imagem do facebook

E então eu penso, ok, evoluímos, os mindinhos agora são preservados com teclados macios e modernos, e ainda convivemos com retrocessos. Faltam mudanças de atitudes, aquelas que dependem do cérebro de cada um. Adotei há tempos a caneca para o cafezinho e uma garrafa de água que encho sempre que acaba. É simples, econômico e qualquer um pode fazer. 

retirada do google


by bia

Vejo pessoas "descoladas" que teclam seus Gálaxias ou iPhones de última geração jogando lixo pela janela do carro ou no chão mesmo em lugares onde há lixeiras à disposição. Ou então, basta guardar o descarte e jogar em casa ou na próxima lixeira disponível. É difícil?

Tecnologia significa mudança. Para melhor. Teclados macios. Pessoas macias. Interesse em se reeducar, sempre,e compreender que tecnologia, mais que o encontro da ciência com a engenharia, é o encontro do cérebro com a vontade de usá-lo. Aliás, que fim levaram as máquinas de datilografia?
  
E você, qual sua dica para diminuir ou descartar o lixo?

A Barbie Californiana sugeriu um site onde há uma relação de locais que aceitam descarte de alguns lixos, para acessar clique aqui.
A Ana Paula me mostrou um texto sobre seu dedo mindinho, quem quiser ler clica aqui




Ainda na tecnologia do papel estou publicando no Facebook o resultado do projeto 12 livros, 12 meses de 2013 (veja aqui) e uma nova lista de contemplados para 2014, valendo livros novos ou do meu acervo. Confira clicando aqui


56 comentários:

  1. Oi Bia
    Com toda a evolução e possibilidades de acesso a informações em tempo real ainda existe um grande número de pessoas que não faz nada para melhorar a nossa qualidade de vida aqui na nossa mãe Gaia. Parabéns querida pela incrível reflexão
    Beijos e um lindo domingo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Gracita!
      Resumidamente compilou meu pensamento e sentimento... são atitudes individuais que tem impacto no coletivo. Pessoas tem dificuldades em pensar coletivamente.
      Obrigada pelo carinho, um abraço!

      Excluir
  2. Boa tarde Bia.. maravilhosa postagem sobre algo que desejava tanto e não pude na época comprar.. achava um máximo as máquinas e o melhor não sugavam energia como os computadores de hj né.. o único problema era errar e ter que fazer tudo de novo srs..
    grato pela tua visita e um excelente dia..

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Samuel!
      Meu avô tinha uma máquina dessas e eu achava o máximo brincar de secretária nela, pegava um livro em sua estante e ficava copiando!
      Tem razão, era um equipamento econômico mesmo, mas os erros eram de lascar, tinha que começar tudo de novo... só depois veio a mãozinha do corretor líquido, que precisava saber ser usado para não borrar tudo, hahaha.
      Um abraço!

      Excluir
  3. Minha irmã mais velha fez curso de datilografia e meu pai prometeu que a próxima seria eu, Bia, tempos depois os computadores "invadiram" o mercado e não foi necessário... pulei logo para o curso de Processamento de Dados e tal... sobre digitação, eu até digito rápido, mas catando milho... rs rs rs a respeito do descarte, há um site que diz aonde pode se descartar vários itens eletrônicos, pena que não abrange o Brasil todo. Para ver, clique aqui:https://www.descartecerto.com.br/default.aspx Eu já descartei pilhas e celulares nas agências do Banco Santander mais de uma vez, só que nem todas fazer recolhimento desse material... tem que ver aonde tem. abraços

    ResponderExcluir
  4. Ps.: E para diminuir o "lixo" se tiver em boas condições, há lugares que compram ou nós mesmo podemos vender... eu mesma já vendi um celular semi-novo, pelo bom negócio.com, não recebi mesmo o valor pago, vendi bem abaixo, mas foi melhor do que deixar encostado ou jogar fora de qualquer jeito. ;)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Barbie!
      Eu não uso mais cinco dedos para digitar, mas uso quase todos e me ajudou bastante quando comecei a trabalhar com computador. Você já pegou a maciez dos teclados, hahaha, sortuda!
      Olha, adorei sua dica sobre o site para descartes, vou incluir na postagem e consultar quando precisar. ;)
      Quando iniciei meu trabalho como professora, há oito anos, fiz um curso sobre reciclagem e reutilização de produtos e lixo (era professora de meio ambiente) e isso mudou minha visão sobre as coisas, hoje tento reutilizar o que dá. Eu não tenho o costume de vender, mas doo produtos bons porque penso que deixar parado é um desperdício, porque não doar/vender para quem possa utilizar?
      Adorei suas dicas, um abraço!

      Excluir
  5. Olá Bia,

    Também fiz curso de datilografia, pela mesma razão que você, e, de fato, foi condição para minha aprovação em concurso público. A prova de datilografia era uma etapa importante no concurso. O dia da prova foi exatamente como você descreveu. O barulho era tanto que eu pensava que todos os concorrentes estavam disparados e que eu estava ficando para trás. Meu pai nunca foi de presentear, mas me deu uma máquina de datilografia, das pequenas. Confesso que fiquei surpresa e guardo-a com o maior carinho, como relíquia. Está novinha.
    Já na Procuradoria, os computadores demoraram a chegar por lá. Tive que datilografar muitas defesas e recursos imensos, além de elaborá-los, pois os Procuradores não tinham secretária individuais. Eram poucas para fazer todo o serviço e como vivíamos em função de prazo, tivemos que nos virar. As regalias somente chegaram depois de muita ralação-rsrs.

    Muito boa a sua postagem, pois chama a atenção para um aspecto importante para a saúde do planeta. Vejo pessoas perto de lixeiras e jogando lixo no chão. Por isso que na época das grandes chuvas ocorrem tantos alagamentos, em razão dos bueiros entupidos. Falta consciência e educação, infelizmente. Há muitas maneiras para diminuir e descartar o lixo. Particularmente, procuro fazer a minha parte. Folha de papel aqui em casa só vai para o lixo depois de super aproveitada. Procuro reaproveitar o papel impresso, usando o verso como rascunho ou para xerografar comprovantes que preciso guardar ou ainda para para anotações e recados. Precisamos ter consciência da importância que podemos representar no processo de salvação do meio ambiente.

    Vou conferir os links indicados.

    Ótimo final de semana.

    Beijo.


    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Vera!
      Ainda bem que encontrei um depoimento solidário ao meu, hahaha, a pressão do concurso datilográfico foi inesquecível. Um teste de sangue frio e concentração.
      Eu lembro que achava o máximo aquelas máquinas de datilografia pequenas, portáteis, era um sonho para fazer trabalhos de escola, às vezes uma colega deixava usar a de seu pai... mas eu não tive.
      Interessante sua partilha sobre como trabalhava coma máquina... sem falar na chance de errar e ter que fazer de novo... tenho certeza que essa vivência a faz valorizar bastante as novas condições tecnológicas de trabalho.
      Pois é, lembrei dessa questão dos alagamentos causados pelo lixo descartado inadequadamente e só não incluí para não deixar o post imenso.
      Boas dicas do uso do papel, também imprimo tarefas escolares no verso de folhas já utilizados e corto papeis usados em quadradinhos para anotar recados.
      É muito fácil reduzir e reutilizar o lixo, basta treinar o olhar e a criatividade.
      Um abraço!

      Excluir
  6. Bia, eu também fiz curso de datilografia na igreja! Até escrevi um post sobre a cuidadora do meu mindinho.
    A evolução se deu muito rapidamente, mas e as pessoas macias?

    Sobre o lixo, percebo que aqui na cidade onde moro, as pessoas separam o lixo, mas tudo é colocado no mesmo caminhão e misturado. Não há reciclagem.
    Meus filhos perceberam que na escola há todas aquelas lixeiras coloridas, só que depois tudo vai para o mesmo lugar, ou seja o lixo comum.
    Não temos um programa de reciclagem. Os inúmeros e-mails que mandamos à prefeitura só nos retornam com mensagem de boas festas...
    Os produtos industrializados poderiam também reduzir suas embalagens. Não vejo necessidade de "embalados um a um". Certa vez comprei um macarrão instantâneo integral e ele vinha em três embalagens plásticas. Exagero puro.
    Beijo!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Ana!
      Cuidadora do mindinho? Essa eu quero ler, hahaha!
      Boa pergunta... e as pessoas macias?
      Em muitas cidades não há mesmo essa separação de caminhão de lixo, mas aqui, nos bairros onde não há caminhão específico, os lixeiras jogam os reciclados em cima do caminhão e o orgânico na prensa. Assim os catadores de lixo tem condições de separar e vender no lixão.
      O ideal é separar o lixo por categoria, mas se as pessoas pelo menos separarem todos os reciclados do orgânico já facilita bastante para a reciclagem, os próprios catadores fazem a separação.
      Sobre essas embalagens dos industrializados, aprendi num curso que há países que já não usam mais esse absurdo de embalagens que vemos no Brasil, grande parte dos produtos (como bolachas) é vendido a granel. É uma boa ideia, né?
      Um abraço!

      Excluir
    2. Bia, na verdade um retorno ao que já tivemos no passado, comprando a granel as bolachas, a farinha, o arroz naquelas embalagens que hoje chamamos de maneira chic de embalagem craft. Eu apoio esse retorno!
      Beijo.

      Excluir
  7. Oi Bia, eu saí do facebook por duas vezes.
    Eu ainda tenho o diploma de datilografia, eu estudava no antigo ginásio e só fui usar essa máquina outra vez num emprego público em uma metrópole, o concurso foi muito difícil e só tinham 15 vagas a serem preenchidas conforme a necessidade da Prefeitura. Fiquei sabendo da inscrição no ultimo dia e, sem estudar fui fazer a prova três dias depois, passei e trabalhei 4 anos e usava a "dita" máquina, eu adorava aquele barulhão, só não me davam máquina elétrica, porque tinha a mão muito pesada.kkk
    Tenho uma máquina guardada. Mas eu errava menos na máquina que no computador; mas é claro que gosto do computador: somos em dois e cada um tem um computador e um Notebook.
    Adorei sua postagem, me fez retroceder minhas lembranças adormecidas.
    Bom domingo
    Beijos
    Lua Singular

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Dorli!
      Há uma surpresa para você no Face, será contemplada com um livro esse ano. Espero que goste.
      Lembrou bem, haviam as máquinas elétricas, eu adorava, hahaha, havia uma no serviço do meu pai e eu achava o máximo!
      Eu tenho errado bastante no computador, acho que relaxamos porque sabemos que temos a possibilidade de voltar e arrumar, coisa que era bem mais complicada nas máquinas de datilografia.
      Eu gosto de saber que despertei boas lembranças em você, Dorli, gosto de recordar o que é bom!
      Um abraço!

      Excluir
    2. Oi Bia, mas eu não estou mais no facebook, não gostei, eu quase não ia e bagunçavam minha página e quando chegava tinha que retirar tudo. Eu prefiro o blog e como vou ganhar o livro no face se não estou mais lá?

      Excluir
  8. Olá, querida Bia
    Fiz curso de datilografia aos 12 anos e me valeu muito pro computador... rs...
    Quando entrei na era da digitalização foi meio caminho andado...
    Aqui na extensão de todo o calçadão, colocaram lixeiras e ficou bem bacana toda a orla... Gostei muito! As antigas estavam feias demais... cidade menor precisa ser exemplo de limpeza pois vem turistas descansar e quem consegue aliviar a mente em torno da sujeira???
    Eu uso um copinho na rua pra tomar água o tempo todo quando saio... fico impressionada com as lixeiras cheias de descartáveis até a borda...
    Não somos tão moderninhos como parecemos, em muitos pontos... é pena!!!
    Seus posts são sempre muito ricos... vale a pena vir aqui!!!
    Bjm fraterno

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Rosélia!
      Com certeza, a agilidade adquirida nos cursos de datilografia agilizou bastante o uso dos teclados.
      Tenho percebido, não só em minha cidade, como também nas vizinha um maior investimento na manutenção das lixeiras públicas, quer dizer, o povo não tem mais desculpa nesse sentido, né?
      Na cidade onde moro os investimentos no turismo e organização da cidade estão vindo a lentos passos, mas está vindo... ainda ontem fui passear e vi o quanto a cidade está mais bonita, e com mais turistas,com certeza.
      Acho os descartáveis úteis em ocasiões especiais que exigem praticidade, como em festas de aniversário, por exemplo. Mas para o uso no dia a dia, não custa nada trocar o hábito por outro menos agressivo ao meio ambiente. Assim como você também reutilizo o copo descartável quando saio. ;)
      Um abraço!

      Excluir
  9. Oi Bia, adorei a postagem, boas lembranças. Interessante, participei também de cursos de datilografia e nunca consegui digitar corretamente nessas máquinas. aprendíamos com o teclado coberto para não olhar e digitar com os dedos as teclas corretamente. Minha filha primogênita quando completou cinco aninhos comprei uma portátil para minha filha, ela aprendeu digitar logo, quando adolescente já tinha computadores coloquei num curso de informática e ela digitava corretamente usando os dedos e teclas, hoje , digita muito bem. Quanto a mim, sou dedografa! Não tem jeito.
    Abraços uma linda tarde de Domingo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Lourdes!
      O tempo passa e passamos a fazer parte da turma das lembranças, hahaha.
      Eu aprendi com o teclado descoberto mas a prova, era com o teclado coberto. Mas eu achava o máximo quem sabia digitar rápido e estudei bastante para decorar, hahaha!
      "Sou dedógrafa", essa foi boa! O presente da sua filha ajudou-a na era dos computadores, penso que muitos tiveram essa agradável experiência de trocar algo mais difícil por algo mais suave.
      Um abraço!

      Excluir
  10. Bia

    Também eu fiz esse curso de dactilografia, mais ainda, nosso exame final, era com olhos vendados, ouvindo o texto que nos era ditado pelo professor e com o mínimo de erros possível. Para a época (sim porque eu já sou da velha guarda rsrsrs) só as meninas de famílias mais abastadas, teriam posses para o fazer. Não era o caso dos meus pais, mas foi o esforço deles que muito agradeço, que deu origem a que nos dias que correm tenha um emprego bem melhor que amigas da minha idade. Na altura, juro que detestava esse dedo na barra de espaços , o outro no "a " e ter que tapar os olhos tipo cabra-cega, para fazer um exame, que eu pensava nada valer. Tudo isto associado ainda a um curso de estenografia (escrita através de siglas abreviadas), que eram uma porta aberta ao secretariado. Foi bom relembrar esses tempos através da sua escrita. Tinha saudades. Beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Luar, bom vê-la de volta por aqui! :D E tão bem, melhor ainda!
      Essa dos olhos vendados eu não conhecia, vixi! Por aqui não era tão caro um curso desses, até porque acredito que grande parte das pessoas que faziam era na intenção de buscar um emprego mesmo, porque precisavam.
      Eu não fiz curso de estenografia, aliás nem sabia que se chamava assim, mas antes começávamos a trabalhar mais cedo e fazíamos o possível para aumentar as chances de ingressar no mercado de trabalho. Hoje muitos empregos exigem curso superior e com isso muitos jovens demoram mais para desenvolver suas habilidades.
      Um abraço!

      Excluir
  11. OI BIA!
    FIZ ISSO TAMBÉM, CURSEI DATILOGRAFIA, MAS MEU MINDINHO É REVOLTADO E ATÉ HOJE( NO COMPUTADOR), FICA LÁ PARADINHO, DESAFIANDO-ME, EU JÁ O LARGUEI DE MÃO, SE NÃO QUER SE EXERCITAR, PACIÊNCIA NÉ?
    ADOTAR UMA CANECA É ÓTIMO, A NATUREZA AGRADECE.
    MUITO LEGAL BIA, TUA PREOCUPAÇÃO EM SEMPRE NOS PASSAR BOAS DICAS COM RELAÇÃO A PRESERVAÇÃO DA NATUREZA.
    ABRÇS
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. OI Zilani!
      Hoje em dia aposentei meu mindinho, mas ele foi firme por muitos anos!
      Gosto da ideia das canecas, em uma das escolas onde trabalho é tradição algumas professoras presentearem outras com canecas estilosas para o café e a água do ano. :)
      Um abraço!

      Excluir
  12. Olá, Bia...
    vamos por parte...quando comecei a trabalhar , já estávamos no mix da máquina e do computador. Sempre fui mais ou menos na datilografia e aprendi mais na prática, trabalhando,porque nunca fiz nenhum curso, para não fugirem com o dinheiro da matrícula,hehehe...da mesma forma , a digitação. É verdade, o mindinho sofre, para datilografar o "a"... nunca foi fácil.
    Puxa,locutora,sabia disso não.
    Penso que para reduzir o lixo é diminuir a quantidade de lixo. A melhor forma de resolver um problema, é a de evitar o seu aparecimento. Se cada vez que um problema surgir só nos limitarmos a procurar medidas para resolvê-lo, então, nada se resolverá, e é bem isso mesmo, mudanças de atitudes , forma individual e global...uma das alternativas, penso, é prolongar o máximo possível do tempo de vida útil de cada produto.
    Agora, ao usar, vc, uma caneca para o cafezinho e a garrafinha de água já é uma bela atitude...É muito difícil o mesmo copo ser reutilizado, por ser justamente descartável. Importante o uso de materiais mais duráveis, como o vidro ou a porcelana...também, faço assim, nesses casos... (mas quando estou sozinho em casa, uso muito descartável, para não ter que lavar louças, e quem vai saber que eu não os reutilizo,várias vezes)...
    Simmmmmm, obaaaaa, fui contemplado...muito obrigado, depois te passo o endereço..Feliz da vida!.
    Boa tarde e noite de domingo, Obrigado, belo início de semana, paz e luz, beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Felis!
      Sorte sua que ninguém fugiu com o dinheiro... e minha que consegui concluir o curso a tempo, hahaha!
      Eu já fiz de um tudo, menino, nem te conto... Há um post chamado "Profissões que já exerci" que conta tudo!!! Tenho saudades do tempo da rádio.
      Gostei do seu ponto de vista e vejo ser uma recorrente em nosso país, as mudanças só acontecem depois do problema criado, como é o caso do lixo, ao invés de implementar medidas preventivas. Reutilizar o que pode ser reutilizado, aumentando sua vida útil, é mesmo um meio eficaz de reduzir o lixo.
      Mesmo que haja a reciclagem dos copos descartáveis isso gera resíduos e gastos que poderiam ser evitados. Quanto às suas escolhas de usar descartável para não lavar louças, vamos pensar no lado bom da coisa... não está gastando água nem poluindo o meio ambiente com detergente, hahaha. Desculpa, hein?
      Já recebi seu endereço e assim que chegar sua vez, lhe aviso.
      Um abraço!

      Excluir
  13. Oi Bia!
    Fiz também este curso rsrsrsrsrs, teste final com uma caixa em cima da máquina, pelas idas e vindas da vida, já até perdi este certificado, menos a habilidade com os dedinhos rsrsrsrs.
    Vc me fez lembrar os ecochatos que vão p/ passeatas e etc... Chegam em casa ligam, aquecedor, chuveiro elétrico, secam cabelos no secador, chapinha etc. E os que acendem a luz saem do recinto e não apagam, economizar energia também é uma boa atitude que poucos praticam e haja UHEs espalhando-se pelo país causando grande impacto cultural e ambiental.
    Aqui não passo roupa, tiro do sol e dobro ou seco já no cabide, resíduos tipo cascas de legumes, frutas etc. viram compostagem para adubar as minhas plantinhas, reutilizo embalagens.
    Se cada um fizer a sua parte, já é um bom começo.
    Bom finzinho de domingo p/ vc, e tenha uma semana luz!

    Bjõessssss

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Bia! O repertório de artifícios para os testes datilográficos estão se ampliando, teclas tampadas, olhos vendados e agora, uma caixa sobre as teclas? hahaha, Vivendo e aprendendo!
      Sobre os ecochatos, tem razão... há de pencas pessoas assim, do tipo "faça o que eu falo, não faça o que faço". Até porque todo mundo gosta de um certo conforto!
      Sou a favor das pequenas mudanças de atitudes, sem radicalismos! Também dobro a roupa direto e passo somente aquelas que amassam na hora de usar, porque quando guardamos passadas muitas amassam e temos que passar de novo, haja energia! A luz também tenho o hábito de apagar, sempre.
      Uma vez eu li que um novo hábito demora uma semana para ser incorporado... basta que as pessoas se dediquem uma semana para incorporar essas novas e importantes atitudes.
      Um abraço!

      Excluir
  14. [ pois é. o mundo que ele, o antenado
    com a tecnologia pinta é o universo
    que ninguém entende na real]

    beij0

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Margoh!
      Antenado é aquele que usa a melhor tecnologia em todos os sentidos, inclusive no sentido sustentável e relacional.
      Um abraço!

      Excluir
  15. Bia, você me fez lembrar outras épocas (rsss). Também fiz curso de datilografia, mas nunca usei todos os dedos, como ensinavam. Precisei dele ao prestar meu primeiro concurso, em uma sala semelhante à que mencionou. Era tudo tão rápido que pensei ter sido reprovada, mas consegui. Por anos usei a máquina manual, até que veio a elétrica. E custei a lidar com o computador, embora a empresa me oferecesse curso e me colocasse um à disposição. Só o fiz quando vim para BH, porque o advogado com o qual dividia a sala não permitiu que a máquina entrasse lá (heheheheheheh). E se dispôs a me ajudar. Meu anjo da guarda, a quem devo meus conhecimentos.
    Quanto ao lixo, o prédio dispõe de coleta do que é reciclável e até de pilhas. Quando recebo folhetos no trânsito, deixo-os no carro até chegar em casa e os coloco no lixo adequado. Acredito que a educação das crianças é um passo importante. Se os pais não as deixam jogar lixo na rua, explicando as razões, crescerão com maior consciência. Bjs.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Marilene!
      Rebelde, se recusou a usar todos os dedos, hahaha! Estou brincando, já vi pessoas digitarem muito rápido usando somente dois dedos.
      Descobri aqui outras pessoas que passaram pela experiência traumática do teste datilográfico - a gente nunca esquece, hahaha.
      É interessante essa resistência que algumas pessoas mostram para o novo, como aconteceu contigo em relação ao computador. Eu me considero uma pessoas bem receptiva para novidades, mas tenho consciência de que isso não é muito comum. Penso que quando absorvemos o novo em geral acabamos descobrindo que é para melhor. :)
      Você merece fortes anjos da guarda, é uma pessoa muito querida.
      Também guardo folhetos para descartar em casa. Disse tudo, o exemplo dos pais é muito importante para essa conscientização. Minha mãe nunca se ligou muito nisso, mas meu pai começou a gerar essas mudanças em casa, tão logo a mídia começou a divulgar a importância da redução de lixo.
      Minha filha, e uma enteada que tive, também aprenderam assim, tanto que até hoje às vezes abro a bolsa da minha filha e há quilos de papel de bala, hahaha, aí eu penso "pelo menos não joga no chão"!
      Um abraço!

      Excluir
  16. Menina, você contando as coisas do curso de datilografia e eu pensando: ela tá falando de mim? Igualzinho até o dedo mindinho... rsrs. Hoje consigo digitar aqui com certa facilidade e é graças as teclas desconfortáveis da tal máquina.

    Sobre o lixo, dizer o que? Só Lampião voltando pra educar esse povo.
    E quanto a monografia, um dia, opa! Vou aceitar a oferta, viu? Por favor esteja disponível. Haha...

    Beijo, Bia.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Milene!
      Nossa, com tantos depoimentos podemos fundar o "Clube das Ex-datilógrafas dos Mindinhos Sofridos, que tal? hahaha
      E sobre a ideia do Lampião, kkk, eu achei o máximo,,, me fez lembrar da infância quando eu morria de medo do Lampião, hahaha!
      Não costumo voltar atrás no que falo, garota... precisando de ajuda na monografia, já sabe!
      Um abraço!

      Excluir
  17. Querida amiga Bia !!!!!!

    Passando por aqui para deixar o meu
    Abraço e carinho, ao mesmo tempo,
    Deleitar-me com a beleza de seu Blogue
    E conteúdos, como também, desejar-lhe
    Uma linda segunda-feira e, uma semana
    Maravilhosa, com muita Paz, Luz, Amor
    E felicidade em seu coração!
    Até pouco tempo, tive a minha. Uma portátil
    bem bacana. Achava o máximo, mas agora,
    com o PC, resolvi mudar. É a evolução, o
    progresso, não é? Temos que segui-los.
    Beijos de luz !!!!!!!!

    POETA CIGANO – 27/01/2014

    http://carlosrimolo.blogspot.com
    “Poesias do Poeta Cigano”

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá!
      Tem razão, render-se ao progresso é mais que um capricho, uma necessidade. O que hoje é o máximo, daqui a pouquinho, já é ultrapassado... vai entender! Um abraço!

      Excluir
  18. Bom, Bia, em primeiro lugar queria dizer que ao ver essa imagem dias atrás no facebook, também comecei a refletir, sobre a antítese progresso tecnológico x retrocesso humano. (Quem sabe isso gere um texto futuramente, haha). Acredito que não há explicação para que a tecnologia continue progredindo, enquanto nós, em contrapartida, retrocedemos de forma cada vez mais deteriorativa, como no caso do lixo que você ressaltou.
    Essa questão do lixo me dá nos nervos. É algo que me faz perder as estribeiras quando vejo alguém jogando-o no chão. Nesse fim de semana, vi meu priminho de 3 anos, abrindo um chocolate e procurando um lixo para jogar o papel. E em contrapartida, existem adultos já formados que jogam os despejos em qualquer lugar. É um absurdo!
    Acredito que isso vem da educação dada desde pequenos e se os pais não se atentarem mais pra isso, simplesmente viveremos ao redor dos lixos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tenho certeza que vou adorar seu post sobre o tema. Também não encontro explicação para esse paradoxo e já não passo mais tanto tempo pensando, visto que podemos mudar a nós mesmos, mas não a atitude do outro. No máximo podemos dar o exemplo, plantar a semente...
      Quem sabe essa nova geração, já sendo criada dentro dessa cultura, possa estar fazendo a diferença e agindo de forma diferenciada com bons hábitos incorporados.
      E quem ensina as crianças? Os adultos... será que essa conta irá fechar?
      Um abraço!

      Excluir
  19. Bia, tb fiz o curso de datilografia,mas acabei catando milho...rss...Adorei o seu texto e essa história da garrafinha tb adoto! Infelizmente ainda temos muito a conscientizar as pessoas sobre a questão ambiental! bjs e boa semana,

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Anne!
      quem nunca catou um milho na vida que atire a primeira pedra, hahaha! Eu catava milho quando brincava na máquina do meu avô!
      Uma vez vi em uma reportagem que uma garrafinha descartável pode ser reutilizada por até uma semana. Só aí já foram vários copos poupados. Quem usa garrafas tipo quiz, então, a natureza agradece!
      Conscientizar... uma ação externa que só faz sentido quando gera mudanças internas.
      Um abraço!

      Excluir
  20. Oi Bia,

    Jogar lixo no chao é o ó do Borogodó....rs

    Tenho pavor de gente porca, isso realmente me irrita! Em casa todo lixo é separado e tenho uma sacolinha de plástico que levo no câmbio do carro, deposito o lixo ali.

    Sobre datilografia, nossa quanto tempo né? Também fiz, rsrs

    Abçs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Vanessa!
      "Tenho pavor de gente porca", hahaha, falou o português claro!!! Eu também...
      Veja, né, essas sacolinhas de lixo que podem ser usadas no carro podem ser muito eficientes. Qualquer estratégia para jogar fora o lixo con consci~encia vale a pena.

      Olha, mais uma do clube! :D

      Um abraço!

      Excluir
  21. Exatamente, Bia! Evoluímos, mas ainda estamos devendo e muito em vários aspectos. Educação, poe exemplo. Gente imunda ainda tem e aos montes. Mas quanto ao celular, minha mãe teve um maior do que esse da foto. Era até de uma marca que nem existe "Qualcom". E eu ainda tenho uma máquina de escrever guardadinha. Serve de relíquia. Adorei esse post. bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Sérgio!
      Interessante a lembrança do celular da sua mãe. Lembro-me depois de um tempo ficaram conhecidos como "tijolo", hahaha. Sobre essa marca, nem me lembro de ter ouvido falar.
      Sabe que se eu tivesse uma máquina de datilografia - e foi meu sonho por muitos anos - também deixaria guardada como relíquia. Sabe que acabei de lembrar que acho que a máquina do meu avô ainda está na casa do meu pai! Boa lembrança!
      Um abraço!

      Excluir
  22. Olá, Bia.

    Muito boa reflexão, fiz uma viagem retrô, tempo da "catilografia", continuo "catando milho", mas num teclado mais confortável e silencioso. Infelizmente, a educação de muitas pessoas não avança com a mesma celeridade da tecnologia, algumas criaturas parecem ter até involuido nesse quesito, exteriorizando seu lixo comportamental, sujando tudo por onde passam. Tem gente formalmente graduada, pós-graduada, com mestrado doutorado e outros penduricalhos acadêmicos, urrando sua falta da velha "educação doméstica".

    Um abração.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Apon!
      "Catilografia", hahaha, ótimo termo, não conhecia! Só quem passou pelas máquinas sabe o quanto o teclado de hoje é veludo nos dedos! :D
      Pois é... que não haja evolução é até compreensível, visto que precisa partir de dentro para fora, mas vemos mesmo um retrocesso, e isso me parece bem preocupante, em vários sentidos!
      Ler seu comentário me fez pensar aquilo que já sabemos... grau de instrução não reflete boa educação, aquela voltada para o lado prático da vida.
      Um abraço!

      Excluir
  23. Bia, a minha avó tinha uma escola de datilografia. Imagine!!! Eu vivia passeando por lá, e apesar da insistência da minha doce velhinha, nunca fiz o curso. Mas óbvio que de tanto futucar as máquinas eu aprendi a datilografar com os dedos certos. E sem sofrer!!!
    Hj as pessoas se impressionam comigo, pq quase ng usa todos os dedos pra digitar. Herança da vovó Filó, que era amada por seus alunos.

    Desculpa a demora, só hj vou dar uma olhadinha na surpresinha do face.

    beijão.

    ResponderExcluir
  24. voltei pra dizer que eu simplesmente amei a surpresa!!!!


    beijos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Paty!
      meu avô mantinha uma máquina num pequeno escritório da casa dele e eu me sentia toda importante brincando de secretária. Lembro-me até hoje de sua paciência me ensinando a colocar o papel na máquina. Lembrar disso agora me trouxe umas lágrimas teimosinhas nos olhos. :')
      Mas eu catava milho, ao contrário de você, que já começou aprendendo certo! :D Quando aprendemos errado depois cortamos um dobrado para reaprender certo, hahaha!
      Fiquei bem feliz por ter gostado da surpresa, que bom! Essa é a intenção!
      Um abraço!

      Excluir
  25. E como tem pessoas sem noção neste mundo, esses dias vi uma briga no transito, o carro da frente jogou uma garrafinha e a força do vento levou até o para brisa do carro atrás.
    Quase houve uma tragedia ainda bem que a policia chegou logo, acho que deveria haver muta para isso. Já que consciência poucos tem. No carro sempre deixamos uma sacolinha para depositar o lixo e qdo chego em casa separo se for algo para reciclagem e jogamos no lixo. Além claro da coleta seletiva que é essencial, tudo separado antes de ir para a rua.
    Kkkkk qto a maquina fiz dois dias de curso pois não tínhamos dinheiro para pagar, pedi pra professora me ensinar o básico e que resumo kkkk até hoje teclo somente com os dedos indicadores.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Patrícia!
      hahaha, Eu fiz alguns cursos em um ano em que não estudei, entre o final do Magistério e passar no vestibular, mas já trabalhava na loja da minha mãe então eu pagava os cursos com meu próprio serviço, hahaha. Ri muito com sua tática de aprender só o básico.
      Muitas tragédias acontecem por esse gesto aparentemente bobo de descartar o lixo inadequadamente, estão aí as enchentes para comprovar. Concordo que poderia haver multa para isso, mas acho triste que seja necessário criar uma lei com punição para uma atitude que poderia virar hábito com educação, e autoeducação.
      Um abraço!

      Excluir
  26. Achei a postagem sobre o dedo mindinho!

    http://ladodeforadocoracao.blogspot.com.br/2012/06/dedo-mindinho.html

    ResponderExcluir
  27. Oi, Bia!
    Eu comprei uma máquina de escrever em uma ferinha de antiguidade, mas ela não é muito antiga. Quem está acostumado com o teclado virtual acha bem duro, mas o tec tec embala e te leva para o passado, só não dá para usar durante a noite quando as pessoas estão dormindo. O pior foi trocar a fita. Ela vai e volta, girando para um lado e depois para o outro, até que as letras ficam fracas - Difícil foi achar para comprar e não pude comprar um número maior porque a tinta seca mesmo sem uso - olha, economizamos tinta e papel quando adotamos a tecnologia, no entanto, ainda estamos engatinhando na questão do descarte tecnológico. Fui no site que indicou e no Estado do Rio são poucos os lugares. Tenho levado pilhas, baterias e celulares antigos para reciclar no Banco Santander. Já os antigos pcs e tvs, pergunto nas lojas de conserto e são poucos os que reciclam material.
    Não evoluímos quando não pensamos no lixo que produzimos.
    Eu tenho a minha caneca!! :D
    Bom fim de semana!!
    Beijus,

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Luma! Imagino sua alegria ao comprar essa máquina. Acho interessante o que esse perfume do antigo tem o poder de despertar na gente, é uma sensação que só conseguimos sentir e compreender a partir de uns trinta anos...
      É verdade, á noite fica complicado usar, hahaha... e as fitas, pois é, complicado mesmo encontrar! Eu era danada para trocar fitas, hahaha... uma vez alguém ensinou a usar tinta para carimbo para reciclar as fitas de máquina enquanto ainda não estiverem esgarçadas, mas não lembro bem como era o procedimento... talvez uma dica para que dê uma pesquisada.
      É preocupante mesmo essa relação lixo x quantidade x descarte, porque naturalmente só quando a situação estiver num patamar impossível de se conviver é que as pessoas começarão a se dar conta da gravidade da coisa, o que, infelizmente, será muito mais difícil de corrigir. Torcer para que haja uma luz no cérebro da humanidade.
      Eu adoro canecas! :D
      Um abraço!

      Excluir
  28. "Como usar três disquetes para compactar uma música" Isso era possível mesmo? Hehehehehe.
    Não cheguei a trabalhar com máquinas de escrever, mas "brinquei" com uma por um tempo pela minha vizinhança.
    Essa história do lixo ainda vai dar muito o que fazer. Educando os pequenos desde cedo podemos ter mais esperança. O problema é conseguir modificar a mente das pessoas com mais idade. Essas acham que estamos falando bobagens com essa história de reciclar o lixo e não estão muito preocupadas. Mas cada um fazendo a sua parte um dia a gente consegue.

    Bjus

    ResponderExcluir
  29. Ola Bia ...depois de um longo tempo longe da Blogosfera consegui recuperar meu blog e estou de volta... fiquei um pouco decepcionada quando perdi metade das postagens do meu blog...coisas da tecnologia ... nossa com essa postagem sua viajei ao passado...você sabe que eu tenho uma maquina de datilografar ...que minha filha acha muito estranha... rsrsrs... bom desejo a voce um otimo fim de semana bjs

    ResponderExcluir

Gosto de conhecer pontos de vista. Não deixe de expressar o seu! Farei o possível para responder.
Obs: a moderação está ativada.