sábado, 3 de maio de 2014

Do melodrama à alegria

Quarta-feira passada fui buscar um cartucho de impressora que deixei para carregar. Enquanto esperava que fossem feitos os testes finais, começou a tocar no estabelecimento uma música que ouvi muito no passado: One more try, de George Michael. Tive um daqueles lapsos temporais onde parece que você fica  numa realidade paralela, como se voltasse no tempo . Uma sensação surreal, #quemnunca!


Era fã das músicas do George e fiquei muito feliz quando consegui juntar uns trocados e aos 15 anos comprei esse disco dele num sebo da capital com seus maiores sucessos. Careless whispers marcou minha primeira dança num aniversário aos 11 anos, na ocasião senti tanta vergonha que me tranquei no banheiro e só saí quase na hora de ir embora com meu irmão, kkkkk. Embora adore dançar, acredito que hoje na mesma situação só não me trancaria no banheiro porque certamente adotaria uma postura fechada para contatos, kkk. Para dançar junto preciso sentir confiança, entrega e intimidade, e já tenho quem me desperta tudo isso.  É uma característica pessoal.


Chegando em casa resolvi ouvir novamente a música e ler a tradução da letra - impressionante como antes do advento da internet cantarolávamos em embromation letras que nem imaginávamos o que queriam dizer! A tradução sugere um conflito amoroso. Olhei a data  do lançamento - 1987. Caraca!!! Com 12 anos eu era sentimentalismo puro!!! Me peguei pensando o quanto o gosto musical sofre alterações ao longo do tempo. Embora continue achando One more try uma música linda, ela não cabe mais no modelo do que considero o amor.

Comecei a lembrar de tantas outras que não ouço há tempos: Richard Marx - Right here waiting; Michael Bolton - How Am I supposed to live withou you; Léo Jaime - A vida não presta; Madonna - This used to be my playground, Chitãozinho e Xororó - Confidências, e por aí afora. Sobrevive o gosto por ouvir baladas no estilo pop/rock das bandas nacionais e internacionais. Continuo gostando de poesia, delicadezas, flores e do romantismo com um toque de modernidade, mas sem cair no melodrama.

Talvez eu tenha passado anos, desde muito novinha, associando o amor ao sofrimento e acredito que é uma influência cultural. Em contos de fada e em novelas o amor é contado sempre sobre um contexto de dor. Hoje acredito que o amor precisa estar associado ao prazer e à alegria. Casal feliz é aquele que ri junto, se diverte junto, encara os problemas com bom humor na medida do possível, sem transformar a relação em um fardo. Sem a ingenuidade de acreditar em perfeição ou que não haverá tristeza, mas com  a vontade de permitir que a alegria prevaleça acima de tudo. Com uma trilha sonora que preserve a jovialidade do amor ao longo do tempo, que não lhe cause as rugas que as tristezas mútuas podem causar. Alegria é sinônimo de vida, e um amor divertido tende a ser repleto de vida longa. Tem coisa melhor do que ver quem amamos sorrindo? :D


A Patrícia Pinna, blog Carinhos em selos,  me ofereceu esse prêmio e agradeço demais a gentileza da lembrança. 




Recadinho: por não estar conseguindo me fazer presente desativei a fanpage e a conta do facebook temporariamente para dar mais atenção ao blog. A lista dos contemplados no Projeto 12 meses, 12 livros está salva nos arquivos do blog e será republicada junto com o próximo post.

49 comentários:

  1. Bia que lindas recordações provocou em ti essa música e ao ver a letra, a constatação de tanto sentimentalismo, desde pequena,.né? Realmente a alegria no amor é melhor! beijos,ótimo domingo,chica

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    1. Olá, Chica, é verdade. Lembro-me de me emocionar com músicas desde muito cedo, isso tem um lado bonito, da sensibilidade, que hoje em dia, vejo que pode também ser direcionada para a alegria e se estende à vontade de ver os que amo, felizes. Você transpassa a alegria em companhia do seu amado! Um abraço!

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  2. Agora quem ficou numa realidade paralela, após te ler, fui eu.
    Careless Whispers me remete a um amor platônico.
    Tinha eu 25 anos quando me apaixonei por José Alexandre (nunca esqueci esse nome), e essa música fez parte da trilha sonora de meu amor por ele.
    Até que um belo dia, põe belo nisso, ele sem saber o que essa música significava para mim, me manda através de meu irmão a tradução da mesma.
    Opa, estaria ele tendo essa mesma música como trilha sonora de um amor platônico por mim?
    Nunca soube a resposta, pois nunca tive a oportunidade de estar frente a frente com ele e quem sabe isso descobrir.
    _______________
    Amor, sim, sempre esteve em minha concepção que significava dor, sofrimento; pois sempre ouvi dizer que quem ama, sofre.
    Hoje vejo como você, apesar de não estar vivendo nenhum amor no momento, que amor é alegria.
    _____________________
    Algo a dizer, ainda:
    Um dia, faz tempo isso, disse para uma amiga::
    "Amiga me sinto vazia, não amo ninguém.
    Sinto falta de sofrer por amor, pelo menos sabia estar amando."
    Fala sério, não Bia, sentir falta se sofrer?
    _______________________
    Enfim, gostei de estar aqui e aproveitei para relembrar suas lembranças, ouvi cada música citada.

    Abraços meus.

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    1. Oi, Majoli, saudades de você!
      Achei tão interessante um relato como esse do José Alexandre, você pode não ter certeza, mas penso que havia uma conexão entre vocês dessas invisíveis que unem pessoas mesmo que platonicamente. Gosto demais de histórias assim! :D
      Sobre o amor estar ligado ao sofrimento é bem isso, vemos exemplos assim por toda a parte, em novelas, na literatura, nas músicas... Ou ainda, pessoas que amam tem a crença de que o amor não pode estar vinculado à felicidade, como se não fosse possível unir as duas coisas, quando na verdade, são o complemento ideal. Tenho a ideia de que o amor vale a pena quando há a vontade genuína de ambos em fazerem-se bem! (e como eu tenho!)
      Pois é, menina, prender-se à dor do sofrimento do amor é uma forma de sentir sua presença. Talvez na ausência desse sentimento seja preciso olhar somente para si, o que causa medo à quem ainda não se conhece. Eu amo muito alguém, amo estar amando (ainda que com saudade) e amo ainda mais esse sentimento quando vem com essa vontade de fazer cada dia um dia que vale a pena ser vivido.
      :D
      Gostei demais da sua presença aqui!
      Um abraço!

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    2. Oi Bia, lá estava eu nos meu vídeos favoritos do youtube e depois de algumas músicas, claro, começa Careless Whisper.
      Na hora lembrei de sua postagem e vim correndinho ler tua resposta, coisa que adoro.
      Primeiro, obrigada pelo carinho.
      Agora essa parte, "Talvez na ausência desse sentimento seja preciso olhar somente para si, o que causa medo à quem ainda não se conhece."...menina me lestes, não sei olhar pra mim mesma, na verdade nem sei dizer quem realmente eu sou, como me amar?
      _______
      Abraço e um lindo dia.

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    3. Majoli, obrigada pelo carinho! Como gosto desse mundo do blog... que bom você gostar de ler minhas respostas, às vezes demoro um pouco para responder mas é porque gosto de ler com atenção e "sentir" o outro.
      Olhar para si, perceber nossas limitações e ainda assim, aprender a amá-las não é tarefa fácil, ainda mais num mundo que cobra perfeição.
      Mas por experiência própria percebo que quando entendo minhas limitações consigo aos poucos (com força de vontade e constância) superá-las. Quando ficamos "brigando" conosco, querendo ser à força algo que não somos, deixamos de nos amar e aí, fica difícil mudar o que nos incomoda.
      Desse jeito consigo amar o outro de um jeito melhor, com mais carinho e confiança.
      Tenta... quem sabe dá certo? :D
      Abração!

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  3. Com musica ou sem ela ver o sorriso
    de quem amamos é maravilhoso, e nossa
    vida é umat rilha sonora sempre
    Gostei do texto é bem vaioso


    Abraços com carinho de sempre
    Bjuss
    Rita!!

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    1. Olá, Rita! Tão bom ver sorrisos, não entendo como há pessoas no mundo que não se alegram com a felicidade de quem diz amar!
      Eu gosto muito de música desde que me entendo por gente, é bom ter essas memórias musicais guardadas dentro de si. Obrigada pelo carinho!
      Um abraço!

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  4. Boma dia Bia srsrsrs.. bem engraçado isso né.. o que uma música faz com a gente.. eu a primeira vez que graças a Deus pude ouvir rock e nunca mais larguei foi a Jump do Van Halen.. depois, dreams e cant stop lovin you.. nunca mais parei de ouvir.. isso em 95 e até hj é o que me inspira a escrever..
    a música que citou do Richard marx é linda demais.. tenho ela, o clip e um tutorial ensinando como tocar ela.. que mágica né.. abração e até sempre

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    1. Olá, Samuel!
      Van Halen tem um estilo muito próprio, lembro-me que tocava de vez em quando nos tempos em que trabalhei em rádio. Há grupo e cantores que são assim, entram em nossas vidas (e coração) e ficam para sempre. A música também não deixa de ser um caso de amor.
      Com certeza, não menosprezo a beleza da música do Richard Marx... só não me sinto mais tão tentada à ouvi-la milhões de vezes como antes.
      Você toca, que tipo de instrumento? Fiquei curiosa!!! O homem que amo toca violão e guitarra lindamente! :)
      Um abraço!

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  5. Pois é, quem nunca? Eu várias vezes. Lembra de "Knife"? Nossa, eu quase chorava escutando essa música sem nem saber o que ela dizia. Tempo de sofrimentos rasos, que logo davam lugar a outras emoções, e a vida seguia.
    Devo dizer que a minha desenvoltura para cantar em inglês continua a mesma, ou seja, nenhuma. Ontem estava enlouquecendo pra tentar acompanhar Price Tag, com o Zeca Baleiro, e me dei malzão. Minha sobrinha Maria Clara canta tudo e ainda fica me zuando.
    Um beijo, Bia.
    Não se demore longe do Face.

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    1. Oi, Milene!
      Knife, nossa, claro que lembro! Você quase chorava ouvindo músicas assim? Eu com certeza chorava e muuuito, kkkk, até ficar com a alma lavada. Sem saber o significado das letras, e até mesmo, sem estar com ninguém. Na adolescência os sentimentos parecem vir em tormentas!
      E claro, não podia faltar nossa língua enrolada achando que sabia tuuudo da letra da música, kkk. Minha filha, que agora faz inglês, um dia tirou muito sarro da minha cara quando me ouviu cantar algo como "carne", kkkk!
      Um abraço, quando der eu volto para lá.

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  6. Bia,
    eu creio que todos os adolescentes tendem a carregar nas tintas dos sentimentos e nosso lado poético jogava uma pinceladas mais fortes,rsrsrssrs...nada como as experiências vividas e o senhor tempo para equilibrar os gostos e os sabores.
    Também tenho uma trilha sonora extensa e cativa.
    Bjkas e ótima semana, menina.
    Calu

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    1. Oi, Calu!
      Sua descrição sobre as pinceladas mais fortes de sentimento foi perfeita, me fez pensar que o amor nessa idade lembra uma daquelas telas de cores fortes, expressivas, escuras e sem um significado muito definido! Algo meio Van Gogh, hahaha.
      Hoje, penso que meus sentimentos lembram uma tela de Monet, com suas paisagens em cores lindas, tranquilas, doces e ao mesmo tempo, vibrantes! Ou talvez algo como Romero Britto, com formas arrojadas, coloridas, com vida própria!
      Calu, você é uma dessas pessoas raras que desperta um olhar poético em mim, isso me emociona! :')
      Um abraço!

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  7. Olá querida Bia, Passei para agradecer a visita no meu cantinho, FILOSOFANDO NA VIDA e dizer que sua participação é muito importante. Volte sempre aquele cantinho é nosso.
    Aproveitando a visita,
    Não desejo o universo pois apesar de ser imenso tem muitos altos e baixos,
    Não desejo as estrelas pois as mesmas so brilham a noite,
    nem tão pouco o sol, pois so brilha durante o dia.
    Te desejo sim,
    o Amor de DEUS que e Supremo, Perfeito, Infinito, Brilhante, Poderoso e esta disponível em todos os momentos da tua vida para que você seja vencedora em todas as tuas batalhas. Abraços Lourdes Duarte
    http://professoralourdesduarte.blogspot.com.br/
    http://filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com.br/

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    1. Olá, Lourdes, obrigada pelo carinho, que seja sempre corajosa e vencedora. Um abraço!

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  8. Olá, Bia.

    Como de costume, nos convidando a refletir. O amor não deve ser uma cadeia que manieta e entristece. precisa ser libertador, semeador de cúmplices alegrias. Senão, não é amor. Vira masoquismo.

    Um abração e uma boa semana.

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    1. Oi, Apon!
      É verdade... amor é o que dá um sentido à vida, sem aprisionar, porém com o querer de se querer estar junto com o outro porque é bom, porque faz bem, não por ser uma obrigação. Um abraço!

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  9. Oi Bia,
    Ontem eu comecei a ler a sua postagem e precisei sair com urgência, agora que terminei.
    Eu também sempre gostei de dançar, meu marido( que Deus o tenho) foi até em escola de dança, o atual não sabe dançar, mas nos damos tão bem! Ele é todo dengo.


    Não lembro( se eu fiz comentário aqui, exclui um, tá?)
    Beijos
    Lua Singular

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    1. Oi, Dorli!
      Num relacionamento penso que haverá uma ou outra coisa que pode não ser compatível, digamos assim, mas como disse, o importante é que se dá muito bem com seu marido, como é bom sentir o dengo de quem gostamos, não?
      Você merece tudo de bom da vida, a admiro muito como pessoa.
      Um abraço!

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  10. Querida Bia,

    Coincidencia... passei uma semana ouvindo ao acaso musicas antigas, começou com George Michael, mas foi Father Figure. Estava num engarrafamento e a ouvi, cheguei em casa e fui curtir outras dele que marcaram epoca. A musica de Richard Marx é bonita e tambem meio que melodramatica.

    Concordo com vc, acho que aprendi muita coisa errada sobre o amor, ainda mais vindo de novelas, filmes, óhhhhhh caramba! Nada disso, o amor tem que ser para cima e não ser um drama com a possibilidade de um final feliz. Nao existe isso quando não dá certo desde o início. É um erro.


    Beijinhos

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    1. Oi, Sissym!
      Eu gosto muito de Father Figure, tem uma batida gostosa, e não é triste como One more try. Essa música também tem nesse LP. Que coisa, hein? Há conexão entre nós, minha irmã distante.
      Meus sentimentos sempre foram muito à flor da pele e Richard Marx sempre me despertava ainda mais isso.
      Porééém... terei que discordar de você! =| Um amigo meu da faculdade dizia que "no final tudo dá certo, se não deu certo, é porque não chegou ao final", e eu acredito nisso. Na verdade quero que o "final" represente o início de um caminhar a dois feliz. Hoje penso, Sissym, que a vida me tornou uma mulher muito melhor para quem amo em vários sentidos, e que ele aprendeu a valorizar e enxergar coisas que antes não conseguia, o que aumenta bastante a chance de uma relação alegre, forte e duradoura... ok, talvez eu ainda conserve meu sapatinho de cristal bem guardado aqui dentro.
      O que eu quero mesmo é ser (e fazer feliz), e desejo o mesmo para as pessoas que gosto demais, como você.
      Abração!

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  11. Bom dia, Bia. Tive de ler esse ótimo texto ao som de "Careless whispers". Adoro. Eu era adolescente ou jovem na época e gostava muito.
    Aqui, já coloquei para repetir, rs.
    São poucas as músicas internacionais que mexem comigo.
    Há muito tempo que eu prefiro as nacionais, MPB(música popular brasileira), mas não deixo de apreciar a boa música internacional.
    Achei certíssimo o que disse sobre o amor, é mesmo, ele deve estar associado ao riso, e não ao choro, na maioria das vezes, o problema é que tem vezes que nos esquecemos o quanto é bom amar, ser amado e gargalhar ao lado da pessoa amada!
    Muitas vezes valorizamos demais as imperfeições no outro e esquecemos que somos seres tão imperfeitos também, só que nossas imperfeições, aceitamos, mas as do outro, geralmente soa para nós como intenso absurdo.
    Falando novamente de música, concordo que o gosto musical que temos sofre diversas alterações, porque nós as sofremos ao longo da vida, a nossa identificação com as canções ganham outra vida, mas música é eterna, faz parte de nós, expressa com riqueza e perfeição os nossos sentimentos.
    Seja ela triste ou alegre, o importante, penso eu, é que toque ao coração e nos transmita uma mensagem.
    Escolhi você por sempre se fazer presente em minhas postagens, por conteúdo do blog e pela pessoa transparente a cada postagem que demonstra ser.
    És merecedora de todo reconhecimento!
    Tenha uma semana de muita paz!
    Beijos na alma!

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    1. Oi, Patrícia!
      Música que nos faz bem é assim, eu também repito, repito, repito, kkkk.
      Eu ainda gosto de ambas, nacionais e internacionais... e das românticas também, como "Quase um segundo", dos Paralamas. MPB gosto muito de Djavan.
      Eu aprendi a minimizar imperfeições e maximizar qualidades, até porque, como bem lembrou, todos temos os dois lados e gostamos de carinho e compreensão. É até coerente com o sentimento do amor, sempre generoso e acolhedor. Penso que onde há muita intolerância ou desrespeito pelo que o outro é, desconfia-se de que o sentimento que pauta o relacionamento não é o de amor, pelo menos não o maduro, aquele disposto a ver o outro bem.
      Há músicas que parecem traduzir intimamente algo que estamos sentindo e isso é tão bom quanto um abraço ou alguém nos ouvindo.
      Obrigada pela lembrança e carinho. Sei que tenho andado um pouco ausente dos blogs mas não é por opção, é o tempo que anda curtinho.
      Um abraço!

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  12. Oi Bia,

    Voltei ao passado, adoro George Michael, e Careless whispers também marcou demais minha adolescência, gravei essa música várias vezes na fita cassete, rs

    Mas Esquece e Vem do Nico Resende foi meu record, Gravei essa música dos dois lados, só pra nao ter que ficar voltando, kkkkkkkkk

    Abçs

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    1. Oi, Vanessa!
      Nooossa! Quantas músicas gravei em fita cassete, e essa estratégia de gravar mais de uma vez a mesma música também já foi minha, kkkkk! Até porque se gravássemos somente uma vez e ficássemos voltando começava a "mastigar" a bichinha!
      Lembro bem de Esquece e vem... é daquelas estilo "melodrama" puro, kkkk, pretendo que fique bem longe de mim hoje em dia, kkk!
      Um abraço!

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  13. Bia continuo fiel ao meu gosto musical pop rock dos anos 80. Engraçado é que meus filhos também curte esse estilo.

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    1. Oi, Liene! Poxa, que legal seus filhos curtirem contigo! Esse final de semana eu estava conversando com quem amo sobre isso, como era feita a música dos anos 70, 80, do quanto nossos filhos sofrem essa influência em alguma escala...
      Minha filha por exemplo, adora Capital Inicial, que é uma das bandas ícones dos anos 80, e também, Roupa Nova, Paralamas, é muito interessante essa continuidade. Um abraço!

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  14. Oi, Bia!
    Ainda curto George Michael e Boy George. Esse e Lisa Stansfield me fazem rodopiar pela casa! :D Mas com 12 anos eu curtia Foo Fighters, Queen, Red Hot Chili Peppers, Roxette, Ace of base, Evanescence...
    "O amor que não dá certo é sempre sofrível e as pessoas insistem até que a última chama de esperança se apague. Senão, não era amor!" Esse ainda deve ser o manual para muitas pessoas. Eu tenho preguiça de sofrer! Quando vejo que a "coisa" não vai dar certo, tiro o meu time de campo. Quando o amor gera angústia e cansaço, melhor estar só. Será que por isso, os casais estão preferindo casas ou quartos separados? Pelo menos o quarto separado é bom... Pensa: você apaga a luz quando quer e não é acordada por roncos, cobertas puxadas... Felicidade é: dormir a noite toda sem interrupção! :D Sofrer é para os mais jovens ou melhor, dormir de conchinha é bom, mas cansa.
    Não se assuste! Eu estou apaixonada!! :D Mas não há nada melhor do que acordar sorrindo e bem disposta depois de uma noite bem dormida e encontrar o seu amor preparando o café da manhã.
    Beijus,

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    1. Oi, Luma!
      Nossa, toda essa sua lista de bandas e cantores também já fez (ou faz) parte do meu repertório!
      Luma, em alguns pontos eu ainda sou a última(?) romântica. De fato, não quero um amor que rime com dor, concordo que se só um lado faz, cansa, por outro lado confio na renovação do sentimento do amor quando há o desejo bilateral. Acho que o bonito do amor é justamente essa capacidade mutante de se tornar algo melhor com o passar do tempo e acreditar nisso tem me oferecido momentos incríveis e inesquecíveis que só me fazem acreditar ainda mais em sua beleza e força.
      Nesse contexto de cumplicidade e bem querer (e não pelo hábito, ou seja, quando as coisas já não fazem sentido) dormir de conchinha é tuuuuuuudo de bom e acordar com quem amamos tomando café com a gente, meeeeeu, #nãotempreço. Ler o que escreveu só me fez abrir um sorriso bem grandão reflexo de lembranças frescas que estão na memória. :DDD
      Desejo que sua paixão a alimente e a leve a um amor duradouro e feliz, muito feliz!
      Um abração!

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    2. Só acrescentando, não julgo mas discordo de quartos separados. Quando o casal chega ao ponto de preferir essa opção, no meu ponto de vista, deixou de ser um casal. Beijinho!

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  15. Bia, as músicas têm esse poder e sempre nos trazem recordações, boas ou ruins. Aliás, ouvir música é bom demais. E eu continuo com embromation mesmo com a internet. O que vc falou de amor e alegria é a mais pura realidade. bjs e boa semana.

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    1. Oi, Sérgio, quem continua com o embromation que levante o braço. o/
      Tem algumas músicas que sei boa parte da letra, porém, a maioria catamos só pelo prazer de acompanhar a melodia!
      Amor e alegria, combinação perfeita!
      Um abraço!

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  16. Eu também tenho lembranças boas ao ouvir certas músicas, Bia... parabéns pelo selinho. abraços

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    1. Oi, Barbie, recordar o que foi bom faz muito bem! Um abraço!

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  17. Olá Bia, como vai? Constatei agora que tem apenas mais dois anos que meu filho mais velho;))! Imagine só, mas me identifiquei em praticamente quase tudo com o que diz no seu lindo texto!
    Eu tremia que nem varas verdes nos bailes e só dancei razoavelmente quando comecei a namorar com meu marido;))!
    Sobre as musicas também sentia assim, mas concordo que na verdade o amor deva ser principalmente associado à alegria! As canções da minha adolescência também eram dramaticamente tristes, mas belas! Nessa fase da vida talvez por amores incompreendidos associamos o amor ao sofrimento, mas o amor é lindo de se viver sorrindo e principalmente como diz ver o outro com um sorriso nos lábios! Beijinhos desejando-lhe um bom fim de semana. Ailime

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    1. Oi, Ailime! A idade não me parece uma questão de anos ou números, mas do que carregamos por dentro! :)
      Para falar a verdade dancei com pouquíssimas pessoas até hoje. Com certeza dancei com menos pessoas do que namorei, hahaha, dá para contar nos dedos das mãos (e sobra)! Depois do referido episódio só fui dançar novamente em um baile de 15 anos porque fazia parte do "bolo vivo" da menina. E depois, só aos 18. E por aí vai...
      A alegria no amor vem sempre com um desejo gigante de fazer o outro feliz, sempre. Está em mim fazer todo o possível para ver quem amo feliz, isso sem dúvida me deixa muito feliz também.
      Um abraço!

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  18. Bia, também gosto muito de George Michael e todos os outros cantores e baladas que você citou, por isso ouço o dia todo a rádio Saudade FM (www.saudadefm.com.br) que toca sucessos pop do passado. Ouça também.

    Abraços.

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    1. Oi, Gilberto!
      Se eu tivesse um rádio de boa qualidade tentaria sintonizar... esses dias estava ouvindo com meu amor músicas do passado muito boas para esquecer da vida lá fora. :) Se desligar desse mundo maluco de vez em quando ouvindo boa música e com boa companhia é tudo de bom.
      Valeu pela dica... um abraço, espero que esteja tudo bem com sua saúde.

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  19. Olá, Bia,
    O ser humano, a música e os amores, andam de mãos dadas. Um complementando o outro em suas diversificadas fases. Quanto a mim, em relação à músicas, tiro o meu chapéu para os anos 70, 80 e meados de 90.
    Por falar em música, já reparou como o Brasil anda carente de novos e bons compositores?
    Abraço.

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    1. Oi, Nestor!
      É verdade, eu sou o tipo de pessoa que não consigo imaginar os três distantes (ser humano, amor e música) e tenho dificuldades para entender quem consegue.
      Sabe, acredito que o Brasil tem excelentes talentos, o difícil é conseguir abertura na mídia para mostrar seu trabalho e tê-lo valorizado. Hoje em dia é priorizada a música fácil, que "pega", o que nem sempre privilegia o conteúdo e a melodia.
      Um abraço!

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  20. As trilhas sonoras de nossas vidas sempre mudam. Quando adolescentes, mesmo sem entender patavina do que cantavam, nos deixávamos levar pela melodia sentimental e pelo sofrimento amoroso, como se ele fizesse parte do sentimento. Sabe que as músicas que mais me marcaram são brasileiras? Roberto Carlos está em primeiro lugar (rss).
    Sempre gostei de dançar, de girar pelo salão. A dança liberta e faz bem ao corpo. Aquela que nos permite estar bem abraçados é para ser partilhada com alguém que represente algo mais. Creio que nosso gosto musical muda, assim como nossa maneira de encarar vivência afetiva. Quando amadurecemos, valorizamos o que é, de fato, importante, sem alimentar um conto de fadas. Bia, tenha um especial dia das mães. Bjs.

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    1. Oi, Marilene. Sabe que eu gosto de Roberto Carlos, hahaha, não está em primeiro lugar, mas gosto, especialmente as mais antigas. As mais novas acho meio repetitivas. Porém meu gosto cai mais para o pop/rock nacional incluindo as românticas - "Quase um segundo" é quase um hino pra mim.

      "Eu queria ver no escuro do mundo
      onde está tudo o que você quer
      pra me transformar no que te agrada
      no que me faça ver..."

      Lindo né? Cuidar com carinho daquilo que faz o outro feliz... é o amor.
      Concordo contigo, o gosto musical muda porque mudamos também. E hoje penso, 'que bom que mudamos", nos tornamos menos suscetíveis a mesquinharias e situações que perdem importância diante de sentimentos e momentos que nos fazem felizes. Aprendemos a valorizar o que nos faz bem, é natural que a música acompanhe isso, não?
      Mas Roberto Carlos sobrevive, kkkk;
      Um abraço, gosto demais de ti!

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  21. Oi, Bia! Acho que td fase da nossa vida possui uma trilha sonora e ela vai se modificando conforme amadurecemos. Também gosto das músicas de George Michael e do Wham! haahahahah
    Bjos!
    http://amonailart.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Val, quanto tempo!!!! Puxa, ouvia Wham! na casa dos meus primos, kkk, lembrança boa. O gosto musical vai mudando, assim como o que desejamos para a vida, os relacionamentos... amo o mesmo homem e hoje o meu desejo é voltado para a alegria, a diversão, a realização.
      Um abraço, bom vê-la por aqui.

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  22. Oi Bia,
    Gosto de ler alguns comentários e adorei tua conversa com a Majoli,gosto desse tipo de conversa.
    Acho bem legal quando você se refere a pessoa que ama,é tão cheio de amor isso,dá pra sentir daqui.
    Eu ainda tô naquela fase de que o amor é dor,infelizmente as experiências amorosas que tive me fizeram enxergar assim,torço pelo dia em que encontrarei alguém que me fará pensar diferente e ser parecido com os casais que você citou no texto.
    E esses love songs,adooooro!Menina eu gosto de tanta coisa mais velha que eu que é até engraçado.Meu irmão diz que eu sou uma velha,mas eu acredito que tenho bom gosto,kkkk.
    Por hoje é isso,beijo.

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    1. Oi, Suelen!
      O melhor dos comentários são essas conversas que nascem de um texto. Tenho sentido falta de postar para ler e responder os comentários, como tenho sentido falta de ler e comentar outros textos. Mas a vida está movimentada em outras coisas boas, faz parte, uma hora encaixa de eu voltar de vez!
      Sobre o amor, Su, alivie o peso do coração e deixe que o tempo a faça ver que no andar das coisas, ele é o que realmente importa e se for de verdade, se sobressai. O importante é não se fechar e permitir que ele mostre como pode ser bom amar alguém de verdade.
      Eu gosto de coisas velhas, e gosto de coisas novas... acho que para o que é bom, não há tempo nem idade. ;) Fala isso pro teu irmão, kkkk.
      Meu coração derreteu quando disse: "Acho bem legal quando você se refere a pessoa que ama,é tão cheio de amor isso,dá pra sentir daqui"... tem razão, é cheio de amor mesmo e eu torço para que ele também sinta assim. :)
      Vontade enorme de nos fazer bem e feliz sempre!!!!
      Um abraço!

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  23. Todos que citou tbm marcaram minha juventude...nossa que saudade e disse a vdd relacionava amor a sofrimento afff...ainda bem que aprendi que não tem nada haver né rs....

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    1. Oi, Patrícia! Ler seu comentário me fez pensar que talvez esse associar o amor à dor é uma etapa necessária da juventude para que a gente aprenda a perceber que o amor pode ser muito melhor que isso, que bom viver sentindo assim hoje, né?! ;)
      Felicidades para nós, amiga!
      Um abraço!

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