sábado, 2 de maio de 2015

Na palma da mão

"Podemos comparar a personalidade de uma pessoa com a palma das mãos, e os dedos, com os diversos papeis/funções. Uma pessoa tem diversos papeis... um adulto saudável não pensa em sumir se houver uma frustração em um dos seus papeis.
Um adolescente, ou uma personalidade não amadurecida, ainda não distingue bem a diferença entre a palma da mão e os dedos. Muitas vezes acha que um dedo vale mais que a palma da mão. É quando um detalhe acaba com o todo."

imagem daqui


Onipotência juvenil: palma versus dedos

Em seu livro "Adolescentes, quem ama educa", Içami Tiba fala da onipotência juvenil que faz com que os jovens ou pouco amadurecidos se deixem abater pelo imprevisto e se recusem a pedir ajuda quando precisam. Inúmeras vezes já me vi dando mais importância aos dedos, me cobrando, me culpando pelo que não deu certo, quando basta somente uma mudança de foco para que o que parece perdido, ganhe a força de um punho cerrado...

Medo de morrer

Há dias atrás fiquei muito mal com um febrão por conta de uma infecção, e pensei que iria morrer. Tive medo... primeiro porque estava sozinha, e não queria incomodar meus pais (onipotência tardia?), e sobretudo, por querer viver ainda  muitas coisas com quem amo. Me recusei a ir e voltei "para a luz, Elizabeth". Não preciso de sustos para dar valor à vida mas tenho sido tolamente onipotente, porém com maturidade para saber que reconhecer limites é sábio e humilde.


Quando adolescente eu tinha uma revista que ensinava a quiromancia, arte de ler a palma de mão, e brincava lendo a palma de amigas e tias. Se quiser brincar de ler a sua há uma reportagem prática ---> aqui. Minha filha tem medo quando as ciganas se aproximam querendo ler a dela, rsrsrs. O que eu sei é que na palma da minha mão [e do coração] tem um M muito bem marcado. <3

Quem você guarda na palma da sua mão?

"Que Deus os guarde na palma de Sua mão", era como um padre encerrava suas missa quando eu ia à igreja com maior frequência. Lembrando disso, pedi aos alunos na aula de arte que desenhassem o contorno de sua mão e dentro dela, aqueles que amavam. Alguns desenharam tanto que usaram todo o espaço... outros desenharam três ou quatro pessoas.

Pensei que não é a quantidade, mas o carinho com que guardamos os que amamos o que importa. E achei bárbaro alguns que sabiamente desenharam a si mesmos, visto que se não cuidamos de nós mesmos com carinho, o que iremos oferecer ao outro?

Finalizando o escrito, Içami diz assim: "para quem tem um poder real, seus pés não são tão frágeis a ponto de querer sumir. A onipotência é um exagero na sensação subjetiva de poder. Sentir-se poderoso faz parte do ser humano saudável, mas ter poder absoluto, está fora da realidade. O real poder está na palma da mão, que comanda os dedos, e não o inverso".

Descubra que a força não está nos dedos. Se um deles falhar... bola pra frente!


36 comentários:

  1. Que lindo post,Bia !Adorei ler e pensar na importância dos dedos juntos e separadamente e no todo, junto com a palma da mão! beleza! bjs, chica e lindo fds!

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    1. Olá, Chica! Somos o todo e se a palma representa a personalidade, permitir que um dos dedos sobressaia sobre a palma é suprimir aos poucos o que somos, não é mesmo? Abraço!

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  2. Olá Bia!
    Esta semana estive com dois livros nas mãos, o do Içami e do Manoel de Barros, dois autores distintos, mas que curto bastante. Acabei optando pelo Manoel e ganhei de presente, mas fiquei de olho no do Içami, querendo comprá-lo o quanto antes. Agora, depois de ler seus comentários sobre sua obra, fiquei com mais vontade ainda.
    E, quando a gente vive mais do que pensava, no meu caso já passei dos 60, vejo que não temos controle nenhum sobre a vida, ela pode mudar tudo repentinamente. Como Içami disse, controle temos na palma da mão, que comanda os dedos, não o inverso".
    Adorei!
    beijos cariocas

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    1. Olá, Beth!
      Li alguns livros do Içami quando minha filha era mais nova e ensinava também uma enteada as leituras me ajudaram bastante, na minha opinião Içami é um dos melhores autores sobre o tema educação de crianças e adolescentes, que ensina a educar com amor, mas sempre negociando ou até impondo limites quando necessário.
      E concordo, Manoel de Barros é ótimo!
      Perfeita sua perspectiva no segundo parágrafo. Nos preocupamos em fazer tudo certinho, o que não impede que de repente uma lufada mude tudo! Penso que maturidade é saber se levantar nesse momento e seguir em frente. Abraço!!

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  3. Olá Bia,

    Uma bela postagem e bastante filosófica.
    Considero-me dentro dos padrões da normalidade, mas algumas vezes já desejei fugir-rsrsrs. A onipotência pode mesmo gerar frustrações e desequilíbrio. Ninguém pode tudo, pois nem tudo está sob controle. Precisamos desenvolver a humildade de reconhecer nossas fraquezas e de entender que, de repente, podemos necessitar do concurso de outras pessoas em nossa vida. Por isso o ser humano não foi criado para viver só, pois a presença do outro sempre trará coisas importantes para a vida de cada um. A onipotência juvenil pode ser ainda mais estressante e causar sérias consequências, merecendo atenção especial quando observada.
    Acredito que o medo de morrer acomete a muitos em momentos de mal estar repentino e quando ainda há muito a se viver. Não queremos partir sem viver nossos sonhos, não é verdade? Também já me senti mal estando sozinha e dei uma de durona para não assustar ninguém, quando eu mesma estava assustadíssima-rsrs. Tenho um péssimo defeito de nunca querer incomodar ninguém e de tentar resolver tudo sozinha. Confesso que já estou cansada disso e já estou amolecendo neste particular. Além do mais, sempre tive dificuldade para delegar, talvez por pensar que ninguém possa fazer melhor do que eu (perfeccionismo?).
    Quando criança/adolescente eu adorava brincar de ler a mão. Até na minha eu procurava a linha da vida para ver se eu viveria muito-rs. Também gostava que lessem as minhas mãos quando já adulta, mas sempre pedia para não me falarem coisas ruins. Das ciganas eu tinha medo.
    Achei formidável os seus alunos que se desenharam (ou se guardaram) na palma de suas mãos. Eu, provavelmente, nem pensaria nesta hipótese e, por certo, desenharia a minha família, que é o que mais preservo e desejo guardar de todo mal.
    Muito bem, Bia. A postagem foi inteligentemente muito bem formulada.

    Belo domingo e felizes dias.

    Beijo.

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    1. Olá, Vera!
      Desejar fugir, #quemnunca , kkk! Interessante falar sobre as consequências da onipotência juvenil, de acordo com o livro é nesse momento que os jovens se envolvem com drogas ou acidentes, por exemplo, por achar que é capaz de controlar vícios, ou que jamais perderá o controle sobre um automóvel. Concordo que precisamos de pessoas... eu realmente tenho dificuldades em pedir ajuda, como falei em seu post sobre o perfeccionismo, rsrsrs. Engraçado que não costumo cobrar perfeccionismo do outro, o problema é em relação à mim mesma. Mas gosto de me sentir protegida, apoiada.
      Ooooolhe, temos o mesmo defeito... "de nunca querer incomodar ninguém e de tentar resolver tudo sozinha. Confesso que já estou cansada disso..." mas eu ainda estou longe de mudar, kkk! Meu perfeccionismo é diferente do seu... talvez o outro possa fazer melhor que eu, mas a coisa da responsabilidade, do eu ter que fazer, ainda é muito forte.
      Eu já tive curiosidade de ter a mão lida pelas ciganas, kkkk, mas tenho medo que me digam algo ruim, ou que algo que desejo muito possa não acontecer, e de me influenciar negativamente. melhor não correr o risco e deixar que a vida se mostre, kkk.
      Também fiquei surpresa quando vi alguns se desenhando na palma da mão e pensei que crianças por vezes podem ser muito mais inteligentes do que nós, kkkkkk!
      Obrigada pelo carinho, linda semana!!!

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  4. Olá amiga!
    Passei para apreciar sua postagem interessante com essa comparação da qual concordo e deixar o meu abraço e desejar-lhe um Domingo de muita paz e um início de semana abençoado.
    Abraços da amiga Lourdes Duarte.
    http://filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com.br/


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    1. Obrigada pelo carinho, Lourdes, abraço!

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  5. Olá, querida Bia
    Uma vez passei no meio de um bando de ciganos e fui roubada sem nem ver... nunca vou esquecer-me...
    Gostei muito do 'sobre ter vontade de sumir'... de vez em quando me bate a sensação mas enfrento, corajosamente, com a força que vem de Alto, o cotidiano cheio de surpresas agradáveis ou não... rs...
    Saudade de vc e estou envolvida com bisa e netos... nem imagina que mãos que preciso ter...
    Ah! Tenho um M nas duas mãos... que será em meu caso...
    Bjm

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    1. Olá, Rosélia!
      Há vários tipos de ciganos. Há tribos muito sérias e bem estruturadas, com tradições sólidas, e infelizmente esses que tomam atitudes indevidas acabam manchando toda uma tradição.
      Enquanto temos a força da coragem, vamos em frente. Embora eu tenha citado no texto, nesse momento eu não diria que gostaria de sumir, rsrsrsr, em muitos aspectos minha vida nesse momento está ótima.
      Também tenho estado tão envolvida, especialmente com trabalho. Nesse ponto que tenho me questionado em relação a algumas coisas que estão sendo deixadas de lado.
      Acho que todos nascemos com um M em cada palma da mão, hahahaa, o que difere é o formato, tamannho das linhas e se está quebrada ou não. Eu quis somente fazer uma alusão ao homem que eu amo. ;)
      Abraço!

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    2. Hã, hã, menina... eu logo pesquei que se tratava do seu amado... claro!!! Tá na cara ... rs... ou melhor.... no post... rs...
      Gosto muito da dança cigana e sei que tem gente boa e má em todos os tipos, raças, credos... vc sempre aborda coisas sérias de uma forma criativa e bem humorada... muito bom ser assim...
      Saudade de vc e aqui na luta cotidiana estou com ânimo e generosidade... já se foi o tempo que queria sumir do mapa... de vez em quando dou uma fugidinha pra reabastecer e zás!!! Novinha em folha fico depois de cada Retiro... Bjm, amiga

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    3. Rosélia, eu gosto do cotidiano, mas dar uma fugidinha de vez em quando é fundamental para fazer a vida valer a pena, cada um seu modo. Você gosta dos retiros, momentos de paz e recolhimento, eu gosto de estar com quem amo. O importante é reabastecer as reservas de felicidade. Abraço!

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  6. Bia, eu nunca me colocaria dentro da mão, no desenho (rss). Nem pensaria nessa possibilidade, já que a família está no centro de tudo e gostaríamos de protegê-la contra qualquer adversidade. Livros de educação, dirigidos a essa fase difícil da vida , são muito importante para quem lida com crianças e adolescentes, sejam da área educacional ou familiar. Realmente, os dedos dependem da mão para se movimentarem e sua relevância fica em segundo plano. Bjs.

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    1. Oi, Marilene!
      Acredito que somos criados com o pensamento de que nos colocar na palma da mão seria uma atitude egocêntrica, egoísta, mas se pensarmos bem, na verdade denota o carinho que deveríamos nos dar. Afinal, quando estamos bem e felizes, esse sentimento irradia por quem está por perto quando a essência da pessoa é generosa. a pessoa egoísta pode ganhar todo o carinho do mundo que nunca será o suficiente, nunca se sentirá grata.
      Eu aprendi muito com os livros, não gosto muito de teoria, mas devoro livros com elucidações filosóficas e práticas.
      Reli esse trecho quando montava um treinamento de grupo para meu serviço voluntário sobre atendimento a adolescentes e parei para pensar no quanto as colocações de Içami abrangem não só essa faixa etária como tantas outras, visto que durante toda a vida nos sentimos cobrados.
      Abraços!

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  7. Bia, quem me conhece, mesmo de longos anos, ainda pensa que sou uma rocha de forte. Mas muito pelo contrário, sou tão sensível quanto uma folha seca. Acho que pelo fato de viver sozinha com meus filhos há anos, pensem que isso é coisa de guerreira. Tenho dúvidas qto a guerrear o que não tem escolha. Ou tem, mas temos o livre arbítrio, graças a Deus.
    Tenho medos absurdos e todos silenciosos. Quase que não me dou o direito de adoecer e morrer antes do que me permito. À medida que os anos vão passando, mais coisas quero fazer e nunca dá pra fazer de imediato. Resultado, mais coisas acumuladas pra depois.
    E a vida passa.... E os medos continuam... E a gente disfarça, não conta, pra não preocupar ninguém.
    Uma linda semana, beijos!

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    1. Olá, Clara!
      Concordo tanto, mas tanto, com seus escritos que certamente não há muito a acrescentar. Por uma lado vamos nos tornando sim rocha - especialmente ao que não se tem muita escolha - por outro lado muito mais sensível a quem amo, ao que me cerca e ao que me faz feliz.
      E tem razão, também aprendi a ocultar alguns medos, talvez para que não tomem uma forma inapropriada e muito mais assustadora do que merecem. E sempre a reserva de não querer preocupar os outros. O interessante é que gosto de partilhar das preocupações das pessoas que eu amo, sinto que o amor não é só feito de momentos bons e memoráveis, como também do sentimento sincero de interesse pelo que se passa com o outro e de poder ajudar sempre que for preciso.
      Abraço!

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  8. Olá Bia!
    A omnipotência tem a ver com esse desejo de poder, um poder de controle sobre si mesmo em todas as circunstâncias. É pensar que se é capaz de ter o mundo na mão independentemente da singularidade de cada situação,. Existe o exagero de pensar que podemos resolver tudo sozinhos, como se fossemos uma ilha, mas também existe o exagero de achar que os outros têm a responsabilidade de tudo solucionar para nós, ou tudo ajudar a solucionar. A imaturidade existe em ambos os casos, embora no primeiro caso também se insiram pessoas que apenas não solicitam a ajuda dos outros apenas para criar nos outros preocupação. No meio termo é que estará a sensatez.
    Assim, que os dedos tenham a sua importância, mas sempre na relação com a palma da mão. E nesse todo se deve tentar encontrar o ponto de equilíbrio e de harmonia possível.
    Uma grande ideia essa de tomar a mão como elemento de certa forma explicativo do comportamento humano.
    A mim nunca nenhuma cigana me tentou ler a palma da mão!...:-)
    Boa semana, Bia!
    xx

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    1. Olá, Laura!
      Muito bem colocado. Na ponta oposta da onipotência estão aqueles que responsabilizam o outro por sua vida. Ainda que a escolha de um possa repercutir na vida de outro, responsabilizar não é compartilhar. Quando compartilho meu cotidiano, minha vida com alguém, ambos se apoiam e assumem riscos juntos, sem essa de jogar na cara do outro a responsabilidade que foi compartilhada, porque compartilhar parte sobretudo de uma escolha pessoal.
      Tenho muito comigo essa coisa do não preocupar, não incomodar, o que passa uma imagem errônea de orgulho que não corresponde à minha personalidade. Se eu tiver por perto alguém com quem simplesmente trocar ideias, desabafar, já constitui uma valiosa e importante ajuda.
      As ciganas também não costumam se oferecer para ler a minha, já vivem atrás da minha filha, parece que sabem que ela não gosta, kkk.
      Um abraço!

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  9. Olá,Bia ... vivemos um modelo , no qual, por vezes, os "dedos" não se falam adequadamente, não somam, apenas dividem força, cada um pensando que possue poder sobre toda a "palma",todas as coisas, em todos os momentos, em todos os lugares e em todos os sentidos... costumamos sentir que somos invencíveis, imunes a qualquer coisa e achamos que estamos no controle de tudo, ter poder absoluto..o que está , como "dito", fora da realidade, pois sabemos que não pode haver fuga da realidade, e que a realidade é reconhecida com seus problemas e suas alegrias, e não ignorada totalmente, além de ter sempre a disposição de enfrentar os problemas e desfrutar as alegrias ..e no mais, é o que um "dedo" disse para o outro:"Separados somos fortes, mas juntos somos invencíveis."...
    já passei por isso: febrão e pensamentos "malignos"...infelizmente, não queria dizer isso,mas, tem ciganas que poderiam somente ler as mãos, mas...
    Agradeço pelo carinho,feliz semana, belos dias, beijos!

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    1. Olá, Felis!
      Quando mais jovem senti essa onipotência juvenil e penso ser peculiar da idade. O jovem que passa por situações desagradáveis sente como se aquilo ficasse muito marcado e no momento de uma frustração ou decepção, com o outro ou consigo mesmo, sente como se o mundo tivesse acabado, como senão tivesse saída ou tivesse que provar que não merecia ter passado por determinadas situações de qualquer jeito. E aí, comete bobagens.
      Por esse motivo penso que o saber perdoar é primordial para seguir a vida com alegria. As marcas estarão lá, mas saber lidar bem com elas e superá-las é garantia de viver no presente e no futuro, não no passado, quando não tínhamos conhecimento para lidar com sentimentos destrutivos.
      Já a onipotência na maturidade me parece muitas vezes oriunda da sociedade em que vivemos que só cobra, cobra e cobra, situação agravada dependendo com quem convivemos em todos os campos.
      Abraços!

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  10. Muito bacana a questão da visão em perspectiva, precisamos nos preocupar com o todo, e não só com os dedos rs
    Acho que não são só os adolescentes que são onipotentes, isso acaba se tornando parte da personalidade.
    Bjos!
    http://amonailart.blogspot.com.br/

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    1. Olá, Val.Tem razão, acabamos absorvendo a onipotência, que se transforma mas está ali, latente, especialmente se já faz parte de um traço da nossa personalidade. Pode até ser uma qualidade, se não estrangular nossa capacidade de deixarmos espaço para viver e ser feliz.
      Abraço!

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  11. Oiiii Bia, tbém tive medo de morrer recentemente, peguei a tal da Dengue e fiquei muito mal durante 15 dias, affff nestas horas damos um valor surreal as nossas vidas! Ainda bem que estamos bem! ótima postagem! Bjosss

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    1. Oi, Kellen!!!
      Puxa, não me diga, menina? Vi no jornal que a situação da dengue é alarmante... se cuidem, bom saber que superaram esse susto. É bom por exemplo poder ficar em casa, mas jamais por motivo de doença.
      Um abraço!

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  12. Boa noite Bia, outro tema engraçado e muito interessante! Não conhecia essa ligação entre os dedos e a palma da mão com a nossa personalidade!
    Na adolescência tinha medo de morrer e ultimamente por vezes à noite retardo um pouco;)))!! Muito insegurança que me tem acompanhado a vida toda.!!!
    Nas palmas das minhas mãos guardo a memoria de quem me ofereceu mais afecto na infância. Meus avós maternos,))!
    Beijinhos e uma linda semana.
    Ailime

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    1. Olá, Ailime!
      Eu achei muito interessante essa analogia que o autor fez e achei legal trazer aqui para compartilhar.
      Também tenho uma insegurança que tento manter ao nível mínimo, nem sempre com sucesso, rsrsrs. Os sonhos emergem nossos mais arraigados temores... Sonho muito pouco (uma ou duas vezes no mês), mas uma linha tem sido recorrente em contextos diferentes envolvendo quem amo. Fico sempre aliviada quando acordo... são os medos ocultos que não tem travas no sono, as inseguranças como fantasmas dizendo que sempre haverá alguém melhor que eu. :p Mas conscientemente tenho lidado melhor com crenças que colocaram na minha cabeça.
      Lindas pessoas para guardar na palma da mão, eu também guardaria meus avós, a avó materno e o avô paterno, com quem tive contato. :)
      Abraços!

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  13. OI BIA!
    UM BELO POST.
    FIQUEI A PENSAR, QUE UM SÓ DEDO, POUCO PODE FAZER, TODOS JUNTOS, JÁ SÃO UMA FORÇA, MAS SÓ TEM PODER REAL, SE, UNIDOS A PALMA DA MÃO.
    ABRÇS
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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    1. Olá, Zilani, bela conclusão... dedos soltos não fariam nada. Somos reflexo do todo do que somos e é preciso considerar com carinho tudo o temos e fazemos de bom e deixar de focar somente no que não sai como planejamos.
      Abraço!

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  14. Que bom que vc já está melhor, Bia. E muito boa essa sua postagem fazendo várias reflexões mescladas com analogias. E tb já quis fugir que nem a Vera, aliás, todo mundo já deve ter tido essa vontade. E muitas vezes ainda dá... E eu nunca me senti poderoso talvez por causa de autoestima mesmo. Mas se sentir assim é péssimo também. Bjs e boa semana.

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    1. Olá. Sérgio!
      Sim, estou melhor, e buscando me cuidar melhor, marcando algumas consultas... quero estar muito bem para poder viver de forma plena, e muito.
      Olhe, deve ser uma raridade alguém não ter tido vontade de fugir em algum momento... penso que o ideal é não chegarmos a esse limite, mas o ser humano tem aquela tendência natural a não perceber quando o limite está chegando. Eu já quis fugir várias vezes, e hoje vejo que na verdade é um indício de que a vida precisa ser repensada e decisões, tomadas.
      Poderosa no sentido literal da palavra também não lembro ter me sentido...minha autoestima ainda é um pouco imatura, tenho que ter uma paciência com ela, kkkkk! É bom sentir-se forte, capaz, reconhecido, mas saber compartilhar (e com quem) também é um dom.
      Abraço!

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  15. Oi Bia,

    Uma graça de post, relembrei muitas coisas e aprendi outras...

    Abçs

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    1. Vanessa, fiquei imaginando o que relembrou, rsrsrs, fiquei curiosa! Um abraço!

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  16. Bia,

    Eu tenho uma parente que lê a mão, é impressionante.
    Ela não gosta muito porque é um pouco complicado quando se lê algo não bom.

    Na palma de minha mão guardo segredos, seguro uma caneta que tem o poder de escrever sentimentos e verdades.

    Bjs

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    1. Oi, Sissym!
      Quem lê e quem se deixa ler precisa estar disposto a correr o risco, rsrsrs... como aprendi que podemos interferir no futuro através do que pensamos - nem por uma causa sobrenatural, mas porque vamos nos direcionando naquela direção - eu não gostaria de saber o que não é bom. Li que uma palma guarda as linhas como nascemos e a outra, como foram mudando ao longo do tempo... isso prova de que o destino é sim, mutável.
      Fomos mesmo separadas na maternidade... tenho uma caneta igual à sua! :D
      Abraços!

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  17. Vi... li... gostei... fiquei... te seguindo!...
    AbraçO

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