quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Falando de moda: sustentável com estilo!

Sempre gostei de ganhar roupas e sapatos usados. O que para muitos era sinônimo de humilhação, eu via como oportunidade de fazer estilo sem gastar nada. Os poucos recursos financeiros e as habilidades me levaram também a aprender a costurar aos 13 anos, pois era muito mais barato comprar tecido do que uma roupa pronta, rsrsrs.

Há alguns anos o retorno da moda vintage aliado à necessidade urgente de reduzir o consumo em prol do meio ambiente deu um boom nos brechós, e passou a ser considerado chique garimpar peças usadas ou customizá-las. Nessa onda surgiram sites e bazares de troca e venda de roupas e objetos usados.

imagem Guto Kuerten / Agência RBS

Recentemente descobri o site Enjoei e tive um surto consumista, kkkkkk, sem exageros, claro, pois a oportunidade de comprar peças com estilos diferentes a preço bem reduzido me encantou. Há desde peças de R$ 9,00 a absurdos numéricos. Eu fico sempre na casa de no máximo, dois dígitos, rsrsrs, e tive somente uma decepção até agora.



É preciso paciência para "garimpar" bons modelos, estar atento à descrição do produto, medidas, observar as imagens e fazer perguntas ao vendedor. Também vale pechinchar fazendo uma oferta e acompanhar as promoções de desconto que sempre acontecem por lá. E sabe aquelas peças lindas que você não usa mais mas tem pena de doar? Abra sua lojinha sem custos e coloque suas tranqueiras para vender, não é cobrado mensalidade, somente 20% de comissão sobre o que é vendido. Eu já vendi várias peças e considero divertida a ideia de que outra pessoa poderá gostar daquilo que já usei um dia. :) E acreditem, quanto mais peças a gente tira, mais peças percebemos que podemos tirar, e percebemos o quanto somos consumistas e o quanto precisamos de menos para estar bem!!!! É impressionante nossa natureza consumista e acumuladora!!

O mesmo site faz parte do programa Desengaveta, apresentado todas as segundas às 20:00 hs pelo GNT. Em cada programa um famoso doa várias peças do seu guarda-roupa que são colocadas em seguida à venda no Enjoei e toda renda é doada à instituição Inca voluntários. O intuito é estimular o público a adotar uma atitude de sustentabilidade e desapego.

Já o programa GNT Fasion do dia 09/10/2016 trouxe o tema sustentável mostrando várias alternativas bacanas que estão sendo adotadas pelo Brasil e pelo mundo:

Fabio Queiroz e Alexandre Herchchovitch recuperam e transformam produtos descartados ou antigos, recolocando a venda. A uruguaia Augustina Croma transforma camisas masculinas reprovadas no padrão de qualidade das fábricas em peças únicas.  A grife Carmem reutiliza tecidos descartados e a mineira Doisélles usa mão de obra de prisioneiros para tricotar as peças da marca. Insecta Shoes produz sapatos orgânicos e artesanais feitos a partir de roupas antigas e a gaúcha Louloux reaproveita sobra de couros, camurça e verniz para produzir sapatos lindos!

Outras dicas bacanas:
Bag Me - aluga bolsas luxuosas de segunda mão.
Projeto Gaveta - rede de bazares de troca de roupas, clique no link e veja onde será a próxima edição e como pode participar!
House of bubbles - primeira biblioteca de roupas do Brasil, com peças de marca que podem ser alugadas.
Power look - site de aluguel de roupas de festa.
Ateliê vivo - local com biblioteca de moldes de roupas fornecidos por estilistas famosos e maquinários, onde a pessoa leva o tecido, escolhe a roupa que deseja confeccionar e põe mãos à obra fazendo sua própria roupa!

Há ainda inúmeras empresas investindo em tecnologias sustentáveis, que não agridem o meio ambiente nem usam mão de obra escrava.

Se você ainda acha que ser fashion é comprar roupas caréééésimas de marca saindo quase com a etiqueta de "nova" pendurada no pescoço, sinto dizer, meu bem: você está fora de moda!

E você, consome produtos de segunda mão?

"Ser mais, possuir menos"
slogan do projeto gaveta

25 comentários:

  1. Bia, que máximo essa postagem!
    Adorei saber que existe uma biblioteca de moldes de estilistas famosos!
    Eu infelizmente não sei costurar, soube que nas escolas da Suécia, essa é uma matéria que compõe o currículo deles.
    Eu não uso produtos de segunda mão, meus filhos sim.
    No meu caso, acho que nunca me chegou nada, por exemplo, uma prima, irmã. Acho que quando minha filha ficar maior teremos boas trocas! Acho que é mesmo uma questão de mudança de hábitos. Eu desconhecia a maioria desses sites e possibilidades.
    Vejo com alegria que há muita gente "sustentável" seja usando bicicleta, fazendo produtos de limpeza em casa, na desperdiçando alimentos, enfim, que bom, nosso planeta precisa urgentemente dessa mudança!
    Beijo!

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    1. Olá, Ana!
      Muito interessante essa informação que você me trouxe, sobre ser uma matéria escolar costura na Suécia! Bem coerente, hein? Eu cresci ouvindo histórias de minha tia e avó que costuravam a roupa dos filhos em épocas difíceis, a mãe do amor fazia roupas também, eu costurei bastante para ajudar na renda familiar, enfim, é muito útil, de verdade!
      Eu sempre gostei de reutilizar e isso ficou ainda mais latente quando fui professora de meio ambiente, as formações na área me abriram a mente para as possibilidades. Aqui em minha cidade os brechós deixam a desejar, mas o site eu adorei porque traz peças novas e semi novas bem estilosas a preços populares, longe dos absurdos cobrados em shoppings. Sem falar que reutilizando roupas reduzimos lixo, poluição... espero que os sites abram possibilidades para você também.
      Há inúmeras possibilidades sustentáveis como as que citou, eu não sou o tipo "radical", rsrsrs, mas sempre que possível faço minha parte.
      Abraços!

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  2. Olá,Bia..."in-riba"?.... sim,os brechós virtuais, sites e bazares de trocas-citados acima- são encarados como um meio fácil e econômico de passar adiante roupas/objetos não mais desejadas.E boa a sua dica de abrir uma lojinha ,pagando somente 20% de comissão sobre o que é vendido.Acredito que muitos têm, inclusive, algumas peças, que nunca usaram; ou que só usaram uma única vez. Hoje, com este viés "sustentável"e desapego e os recursos financeiros que não são os mesmos,percebemos ,realmente, que precisamos de menos para estar bem!Eu ainda não comprei "usados/as/customizadas...acho que estou meio fora de moda, talvez,por herança daqueles bons tempos,tenho tantas que ,só estou praticando mais o desapego e menos o consumo...Bom finde,Belos dias,abraços!

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    1. Olá, Felis!
      Vejo como uma evolução a possibilidade de trocas e desapegos, só não vale se os sites e bazares servirem para acumular mais tralha, kkkk! Uma conta que sempre funciona é doar/trocar/vender proporcionalmente ao que se compra, por exemplo, a cada dez peças, dez desapego ou mais. É treino mesmo, já fui beeem acumuladora na adolescência, dizem que faz parte do processo turbulento da idade... vai saber! kkkk
      Até que precisei me mudar algumas vezes na vida e descobri que acumular tralha só atrapalha... até rimou! rsrsrss
      Acho o site útil para quando ganhamos algo que nunca usamos e não conseguimos trocar, ou que compramos num impulso para depois descobrir que não servia ou não dá certo para nenhuma ocasião, rsrsrs!
      Se você está usando bem o que tem sem consumir em demasia, sua conta também está ok... não está fora de moda, não. Fora de moda é aquela pessoa que acha que para ter estilo é preciso comprar uma roupa de preferência muito cara por semana e esquecer as antigas.
      Abraços!

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    2. Olá,Bia...verdade, fora de moda é aquela pessoa que acha que para ter estilo é preciso comprar algo de preferência muito cara e esquecer as antigas.
      Eu tinha uma vizinha , uma senhora, que gostava de comprar sapatos novos.
      Aí ,um dia, ela foi numa loja- de sapatos,claro- e ficou uma tarde toda só para escolher uns- sapatos, claro.
      E já quase ao final do dia, acaba dizendo ao vendedor:
      - Mas estes sapatos que você está me mostrando, são muito antigos!
      Meio aborrecido pelo tempo que a senhora levou para escolher os sapatos, o vendedor responde :
      - Claro, minha senhora, estavam na moda quando a senhora começou a experimentá-los…
      Agradeço pelo carinho, feliz finde, belos dias,abraços!

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    3. Felis, ri muito com sua história, rsrsrs! Lembrei de quando meus pais tinham uma lojinha na rodoviária, eu trabalhava como uma condenada (desde sempre, né!) e às vezes "baixavam" umas figuras como essa, que faziam tirar tuuuudo da prateleira e no final... não levavam nada, rrsrsrs. É de lascar! E ainda precisamos conservar o sorriso no rosto porque se for sincero como o vendedor da história, já viu!
      Há pessoas que são assim, nada está bom, e na outra ponta há aquelas que querem levar tuuudo da loja e ficam devendo até os tubos, rsrsrs! Isso é ser chique?
      Abraços!

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  3. Boa noite, querida Bia!
    Taí um tema que me interessa discursar um pouco pois tenho uma vasta experiência no assunto... rs...
    Fui responsável por um bazar num Estado que morei e ajudávamos ao Hospital local com, na época, 500 reais mensais... era 'dim', viu?
    Lá, eu aprendi a comprar roupas semi novas pra filha adolescente que sempre andava como uma bonequnha com saias jeans e outros, no 'chique dos últimos' com um módico precinho que entrava bem no meu bolso de professora... Acredita que a roupa da festa de 15 anos dela que usei foi toda comprada no nosso bazar? Um traje social que no máximo foi usado uma vez... muito lindo!
    Quem dava o preco eramos nós, voluntárias, e eu caprichava nos valores pra ajudar o bazar e, nos meus dia, vendia-se muito... minha tia era a coordenadora do projeto e foi um tempo maravilhoso onde andávamos eu ela (a filha) super ajeitadas com peças semi novas (sabíamos a origem de todas as que comprava e vinham da capital, de gente endinheirada que enjova literalmente falando, como vc disse aqui...
    Algumas eram doações com etiquetas pois ficarvam fora da estação e queriam ajudar o bazer beneficente...
    Não tenho nenhum problema como vc vê... ainda perservero no uso sempre que acho algo conveniente... minhas roupas são todas com apenas 00 valores... Uma vez na vida, faço uma extravagância, como agora há pouco que a ocasião merecia, de colocar mais um 0 mas não ultrapassou a duas dezenas dele... rs...
    Como adoro a pastoral social, tenho que dar o exemplo... sempre doo em perfeito estado e nunca acumulo roupas ou apetrechos... para que?
    Bjm muito fraterno

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    1. Desculpe-me os erros de digitação... achei alguns: éramos... dias... ficavam... falta de vírgula e de parênteses... desculpe-me!
      Quando disse 00, creio que vc entendeu que não chegam a 100 reais... rs... To escrevendo, muito alegre, pra dizer-lhe que chegou-me seu livro e to ansiosa pra lê-lo... Bjm

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    2. Olá, Rosélia!
      Fiquei superfeliz por saber que o livro chegou, espero que seja uma leitura agradável e edificante.
      Gostei tanto da sua partilha, olha só que ótima iniciativa! Acredito que o que citou se aplica bastante ao site, gente endinheirada que não gosta de repetir roupa e então, vende (afinal rico não gosta de perder dinheiro, kkkk), porque tem artigos muito bons mesmo, sou costureira e sei reconhecer boas peças!
      Uma das minhas tias que já se foi tinha uma loja de móveis usados e num canto vendia peças de roupas a preços simbólicos (por exemplo, uma calça jeans a R$ 7,00) para atender a população mais carente. Quando chegava roupa do meu tamanho ela logo me chamava para ver se queria ficar com algo. Até hoje às vezes ganho roupas ou troco com algumas professoras da escola, penso que todos saem ganhando assim. E há quem tem vergonha de doar porque há quem receba como se fosse uma humilhação... que é isso, ganhar, doar, trocar, revender são atitudes inteligentes e sustentáveis, e melhor ainda se estiver ajudando alguém.
      Esses tempos mesmo doei muita coisa em umas limpas que fiz no armário, é um gesto que só faz bem!
      Abraços!

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  4. Consumo com certeza, Bia. Aliás, eu sou até meio "acumulador". Me desfaço de pouca coisa. E já li mts elogios a esse programa do GNT que vc citou. Agora darei até uma conferida. Que bacana o post. bjssss

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    1. Olá, Sérgio, que bom que gostou! Eu não assisto com muita frequência porque às vezes o tema é meio fútil ou remete a status, duas coisas que dispenso, mas às vezes o tema é bem interessante e os convidados, idem. Eu aprendi a ser desapegada e pensar bastante antes de consumir mas ainda acho que preciso evoluir mais um pouco, rsrsrs!
      Abraços!

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  5. Eu cá não ligo nada a marcas.
    Achei o seu post super interessante, aprendi umas coisas...
    Bjs

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    1. Olá, Elisabete, também nunca fui de ligar para marcas, o que me atrai é estilo, bom caimento e bom preço, seja a peça de marca ou não. :)
      Também aprendi e considero bom compartilhar boas iniciativas!
      abraços!

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  6. Olá, Bia.

    Sustentabilidade, eis uma moda boa e positiva. A natureza, o bolso e a inteligência agradecem. Descartar o que ainda pode ser usado? A quem serve?

    Um abração e uma boa semana.

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    1. Olá, Apon!
      Creio que essa pergunta, "a quem serve?", deve fazer parte do nosso dia a dia, mas para isso é preciso também trabalhar a cultura do "saber ganhar", sem considerar uma humilhação, ou sem se prevalecer de coisas que não precisamos e que poderia estar sanando alguma falta alheia.
      Abraços!

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  7. Ah! Bia! Como eu entendo esse seu desejo de reciclar. é que ter muito cansa e ter demasiado é péssimo. Estou em plena fase de reciclar porque aqui não há a quem doar. Incrível, não é? Mas pura realidade. As pessoas entram nas lojas chinesas e saem carregadas de porcarias, mas, jamais aceitam roupa usada. Que mundo é este?
    Compro apenas aquilo que de facto me encanta e tem qualidade. Tenho horror à quantidade.
    Beijinhos

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    1. Olá, Nina! Nossa, fiquei boquiaberta com a declaração de que em Portugal não se aceita roupa usada! Como assim? Além de tudo reutilizar é uma atitude ecologicamente correta! Talvez o jeito então seja doar para algum projeto, sei que há alguns que aceitam doações para enviar para a África... quem sabe seja uma boa ideia!
      Com o tempo aprendi também a comprar como você, só o que me encanta, tem qualidade e cai bem. Sou bem caprichosa com minhas roupas, costumam durar muitos anos em ótimo estado, e aprendi a não comprar por impulso - melhor coisa para o planeta e para o bolso! Abraços!

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  8. Boa noite Bia,
    Acho muito interessante esse bazar on line.
    Em Portugal há tempos vi num programa de TV que as roupas usadas que são colocadas em contentores de Instituições de Ajuda são também recicladas e vendidas ficticiamente em lojas para pessoas com mais dificuldades, a quem oferecem cartões para a compra da roupa atribuindo x cartões a cada pessoa , não podendo exceder um x por mês, por exemplo, a fim também de as mesmas se conterem nas “compras”. As roupas eram muito boas (de marca) e elegantes.
    Quanto a mim ainda ontem uma irmã me ofereceu um camiseiro branco usado e uma echarpe escura, que necessitei para um terminada ocasião e não tive problema algum. Até me dá jeito, uma vez que era para comprar e assim não foi necessário;))!
    Eu costumo doar para a Caritas Portuguesa colocando roupas, malas e sapatos usados nos contentores.
    Se conhecesse loja de artigos usados pode acreditar que compraria lá, uma vez que a roupa boa atualmente em Portugal é caríssima e a roupa dos chineses é de fraquíssima qualidade.
    Um beijinho minha amiga.
    Tenha uma boa semana.
    Ailime

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    1. Olá, Ailime!
      Interessante, a Nina talvez não conheça esses projetos... na região dela não aceitam roupas usadas, rsrsrs. Interessante o sistema de "compra" de roupas recicladas, assim cada um escolhe o que mais lhe convém, sem no entanto gerar uma dívida, já que estão em situação difícil.
      Eu nunca tive problemas para emprestar ou doar roupas para outra pessoa. A costura também sempre foi uma facilitadora, pois quando precisava de roupas para festas, por exemplo, que geralmente são mais caras, fazia gastando cerca de R$ 20,00, rsrsrs, e sempre era elogiada. Fazia também para minha filha e para um enteada que tive - sempre "desfilaram" boas roupas (de festas, fantasias ou juninas) quando a ocasião pedia.
      Seria interessante talvez alguém empreendedor iniciar um negócio de artigos usados de qualidade em Portugal - olha a oportunidade, um nicho de mercado! ;) Negócio ecologicamente correto e economicamente viável.
      Abraços!

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  9. Bia,
    sen-sa-cio-nal( assim mesmo em ditongo,rsrs-aquele que agrega)teu utilíssimo e arrebatador post.Nada mais "in" do que sustentabilidade/reaproveitamento/criatividade.Valorizar um produto estendendo sua vida útil, amplia nossa consciência ambiental além de atender nossos gostos e esmeros.
    AMEI!!! Vou conferir as dicas.

    Valeu, menina.
    Bjkas,
    Calu

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    1. Olá, Calu, compreendi a separação da palavra causando entonação, rsrsrs (nós professoras sempre nos preocupamos com essas explicações, rsrsrs). Fiquei feliz pelo post ter sido útil e interessante à você! Além de todos os benefícios que citou, é bom praticar o desapego, dar movimento àquilo que está parado, inutilizado e que pode até estragar com o tempos sem uso. Quando doamos algo que não usamos estamos dando valor ao que gastamos pois estará sendo útil para alguém.
      Abraços!

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  10. Oi Bia, bt!
    Vou fazer uma visitinha no "Enjoei". Te confesso que não sou de comprar em brechós, mas acho que vou acabar me acostumando depois da 1ª peça. Vou te contar um segredinho:
    Eu amo comprar sapatos (acho que como toda mulher né?), mas os sapatos que eu mais gosto são os que uma prima (irmã mesmo) me dá, ah eu adoro pq eles já chegam macios e bem mais confortáveis que os novos, chego a levar os meus novos p/ela amaciar p/mim, vc acredita nisso? kkkkkkk
    Bjsss amiga

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    1. Oi, Dinha! Visite mesmo, vai gostar, rsrsrs, tem de tudo! Até louças lindas para a cozinha, rsrsr.
      Adorei saber seu segredinho, kkkkkk! É verdade, acho que toda mulher gosta de sapatos. Nesse momento estou comprando uns e doando outros que não usarei mais. Eu sou bem chata para sapato, pois tenho o pé fino e comprido e um início de bunionette, então é um sufoco achar um confortável, já procuro até algumas marcas que dão certo: dakota, moleca, all star, zutti, beira rio... Seria muito proveitoso ter uma prima que amaciasse meus sapatos, kkkk! Legal!
      Abraços!

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  11. Oi Bia
    Visitei o Enjoei, tem coisas lindas e interessantes! Lembrei de sua bolsinha que o ladrão levou. Foi do Enjoei né ?
    Você nos trouxe abordagens interessantes e sobre a redução de consumo !
    Você costurava desde os 13 anos, e eu queria costurar , mas quem costurava era minha mãe. Eu só desenhava os modelos que ele não costurava rs Fazia outro modelo! Era década de setenta e ela me vestia na década de 50! Foi difícil, rs rs
    Naquele tempo não se comprava roupa pronta, era tudo feito em casa ou com as costureiras. Roupa pronta era caríssima!
    Era menos desperdício. Por uma lado era bom, por outro não.
    Eu compro roupas em brechó faz muito tempo. Primeiramente vejo as etiquetas se não estão degastadas. Depois olho o estado da roupa e o preço no final. Tenho feito boas aquisições e tem sido muito útil. Tenho muito busto e encontro dificuldades nas lojas. Não me empolgo muito não, pois as vezes os modelos estão defasados.
    Aqui perto tem três brechós, que chamam de bazar, pois são beneficentes. Tem sido uma diversão muito boa!
    Eu acho que vi esse programa no GNT ou algum outro parecido. Vi bolsas crochetadas com saco de lixo, jaquetas com croche de bolsas plásticas, tudo muito bonito!
    Confesso que ando meio apegadinha as minhas coisas, mas ando num projeto que é fazer uma jaqueta de fuxicos de roupas usadas. É esse o motivo.
    Bia, boa noite!
    bjs


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    1. Olá, Zizi!
      Pois é, menina, a bolsinha era do Enjoei... paciência, rsrsrs! Sabendo garimpar há coisas lindas e bem baratas. Acho com frequência peças por 10, 12 reais de excelente qualidade.
      Fiquei rindo imaginando sua mãe fazendo roupas da década de 50 em plenos anos 70, rsrsrsr! Hoje acho que a moda está mais democrática e dá para usar peças de todas as décadas, isso é o máximo. A ditadura da moda caiu.
      Eu desenhava modelos e costurava muitas roupas pra bonecas antes de costurar as minhas. Até hoje faço saias e vestidos, já camisas acho muito chato fazer, o acabamento é trabalhoso e por esse motivo comprei algumas no site.
      Interessante a dica de observar se a etiqueta está desgastada... de fato, sinalizam roupa bem usada! Eu observo se não há bolinhas especialmente em tricôs. Esses dias comprei uma blusa Pool linda na foto - mas cheeeia de bolinhas ao vivo! Nem valia a pena passar um papa bolinha, foi direto para a sacola de doação. Ainda bem que foi só 10 reais mais o frete, rsrsrsr. Acontece quando não dá para ver ao vivo como num brechó, rsrsrs.
      Acompanho seu blog há algum tempo e a considero muito criativa! Depois que contou que deseja fazer uma jaqueta de fuxicos então... imagina! Que criativo, e trabalhoso! Quando eu tinha 15 anos fiz um coletinho estilo jaqueta jeans sem manga, todo de retalho de tecidos, uma senhora fina que vendia produtos para minha mãe viu e ficou encantada, disse que eu tinha muito talento e criatividade. É o tipo de comentário que a gente não esquece, só faz bem. Espero que partilhe sua jaqueta no blog! :)
      Abraços!

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