domingo, 5 de fevereiro de 2017

A vida cabe numa bolsa pequena

De que tamanho é sua bolsa ou carteira? O que tem nela? Quantas bolsas você tem?

Aprendi que toda experiência tem seu lado positivo, mesmo que seja ruim. Após o episódio do assalto que sofri no final de setembro, vieram lições inesperadas e produtivas, e conclui que somos a sociedade dos excessos.


imagem freepik


Apesar de não ser o tipo de pessoa que carrega o mundo na bolsa, perdi algumas coisas na infeliz ocasião que causaram transtornos. Repensando o que era necessário para adotar uma atitude preventiva, hoje em dia minha bolsa básica tem:

  • cartão da conta corrente (o da poupança fica em casa)
  • carteirinha do plano de saúde
  • carteira de motorista - ainda não refiz meu RG, mas a carteira de motorista é aceita para quase tudo, já tem RG e CPF
  • chaves - que costumo tirar da bolsa e levar na mão quando desço do ônibus
  • minibolsinha com dinheiro (sempre com menos de R$ 50,00, o suficiente para atender pequenas emergências) e moedas
  • remédio para dor de cabeça
  • um pente pequeno
  • celular - dependendo de onde for ou horário, fica em casa
  • óculos de sol

E só. Cartões de crédito e poupança ficam em casa a não ser que precisem de uso, outros documentos também. Dependendo da situação elementos são colocados ou retirados como sombrinha, maquiagem, casaco, mas asseguro que independente do tamanho da bolsa que carrego o conteúdo tem sido o da listinha, e quatro meses depois não precisei de nada além disso. Acreditam? Considero importante compartilhar essa experiência para que os leitores possam rever seus hábitos evitando transtornos desnecessários, além de ser um alívio para os ombros!

Como aprendizado da bolsa reduzida, percebi também o quanto acumulamos coisas desnecessariamente  (como cabe tanta coisa em um apê de 52 m²???) e a partir disso comecei a fazer umas "limpas" que tem feito muito bem para a organização da casa ---> comentei aqui. O curioso é que em meio a tanta tralha, objetos que atendem nosso interesse pessoal (no meu caso, os de artes) acabam escondidos e sem uso - assim como características de nós mesmos. Vamos nos acumulando de coisas (e pessoas) imperceptivelmente e sem essa periódica "varredura pessoal" - que nem sempre é fácil -  acabamos tão escondidos quanto o que ficou lá no fundo do armário, rsrsrs.

Será que precisamos de tudo o que vemos ou carregarmos tantas coisas para nos sentirmos seguros? Para aliviar nossas carências ou saciar os desejos de momento? Quantas vezes nos surpreendemos encontrando no fundo da gaveta algo que adoramos e que estava esquecido? Não sei... o que sinto é que tomar consciência e reduzir o consumismo por impulso tem sido positivo. depois de ter comprado roupas sem necessidade em fase de carência  kkkkk #quem nunca

Fechando o post, quero deixar umas curiosidades que encontrei esses dias em um folheto enquanto fazia um lanche no McDonalds:

  • 1 minuto de chuveiro = 45 minutos de tv
  • 1 calça jeans  = 10000 litros de água para produzir
  • 1 hora de computador por dia/1 ano = co² para dar 10.600 voltas de carro na Terra
  • 1 família usando ecobags/1 ano = fila de sacolas descartáveis da altura da Torre Eiffel
  • 1 hora por semana sem televisão = energia para 150 mil habitantes por 7 meses

A vida cabe numa bolsa pequena, os armários devem mostrar o que nos interessa e nosso maior potencial está no tamanho do nosso coração e na qualidade das nossas escolhas. :)

Dá para repensar, né? O que tem na sua bolsa ou está escondido em seu armário?


24 comentários:

  1. Cada vez podemos levar menos coisas na bolsda. Proimeiro, por causa do peso que a idade já pega... E Depois por medo dos bandidos oportunistas. Até pra ir na pizzaria aqui, deixamos coisas importantes em casa. Só um leva cartões, coisas assim. S formos assaltados lá( o que não estamos nunca seguros) pelo menos só um perdeu...

    Adorei ver essa tabela interessante dos consumos... Valeu! Obrigadão pelos carinhos! bjs, chica

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois é, chica, lembro de ter lido certa vez em um blog seu relato da falta de segurança por aí, não está fácil pra ninguém. Minha cidade até bem pouco tempo atrás era considerada bem tranquila, mas hoje pegou essa modo de assaltos de moto, cruzes! Não está fácil!
      O mínimo que podemos fazer é ter atitudes preventivas, como as que citou. Infelizmente já não podemos ter a liberdade de poder carregar conosco tudo que desejamos, pois assim a dor de cabeça, se for inevitável, é bem menor.
      Abraços!

      Excluir
  2. Muito interessante. Eu uso uma bolsa pequena e só com o indispensável. Mais. Durante o inverno como ando de casacos, raramente saio com bolsa. Utilizo os bolsos dos casacos.
    Um abraço e uma boa semana

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. OLá, Elvira, é uma boa tática. Ano passado quando estive na Festa Junina da escola onde trabalho fiz o mesmo, estava sem carona para voltar para casa à noite e é uma boa caminhada, então fui com um casaco comprido com bolsos fundos onde carreguei chaves e celular. Ótima dica!
      Abraços!

      Excluir
  3. Oooi!!
    Por aqui não temos tido muitos assaltos, pelo menos não por onde costumo andar. Cidades pequenas e pacatas, por enquanto.
    Mas quando estou trabalhando levo a casa na bolsa todos os dias, hahahaha. Moro numa cidade e trabalho no município vizinho, aí saio de casa cedo e só volto no final do dia, então acaba sendo inevitável carregar várias coisas. Maaaas, mesmo assim, acredito que se eu pensar com carinho consigo diminuir um pouco, hehehehe.

    Coincidência (ou não) comecei hoje a tarde um "desentulhamento" aqui em casa. Rendeu, por hora, duas sacolas cheias de papéis desnecessários. E só mexi em uma parte do apê. Realmente me apavoro com a quantidade de tralhas que consigo acumular. Tenho que concordar também com o ponto sobre as coisas que mais gostamos acabarem ficando escondidas. De tanta tralha as minhas coisiquinhas de artesanato ficam quase inacessíveis, hehehehe.

    Bela reflexão para iniciarmos a semana ;)
    Beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Nah!
      Puxa, que bênção morar em um local tranquilo, rsrsrs. Compreendo que no seu caso, carregar vários itens é uma necessidade. Quis colocar sobre itens desnecessários, por exemplo, carregar vários cartões, ou vários documentos, ou uma grande soma em dinheiro... itens que podem ser reduzidos pois, se perdidos, é uma dor de cabeça para registrar e recuperar, rsrsrs.
      A realidade é que temos o hábito de ir acumulando itens na bolsa, kkkk!
      Quanto às tralhas, não é uma realidade sua, é impressionante como as coisas "brotam" do nada! Hoje em dia faço o possível para não entulhar, tenho como rotina fazer limpas periódicas, e mesmo assim cada vez ou lugar em que eu mexo, saem sacolas e mais sacolas de coisas inúteis ou que não tem mais uso há muito tempo.
      É tarefa para fazer assim mesmo como fez, aos poucos, e sempre, procurando abrir a mente para adquirir somente o que iremos usar de verdade. E também esperar acabar algo para comprar outro, ou acabamos esquecendo o que compramos até vencer ou deixando vários com vários restinhos, kkkk!
      Abraços!

      Excluir
  4. Bia,

    Aqui na Nova Zelândia podemos carregar tudo na bolsa no carro etc.,
    Mas,enquanto morava no Brasil, carregava o básico. Lembro que, escondia dinheiro em todos os cantos da bolsa. Rs Nem gosto de lembrar. Kkkk
    Minha filha foi assaltada há pouco tempo. Estava vindo do trabalho. Perdeu maquiagens caras, documentos, celular, dinheiro etc. Acho que ela aprendeu a lição e vai tomar mais cuidado.
    Esse seu post me faz pensar que, preciso dar uma olhada em minhas gavetas e armários. Rs
    Beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Lucinha, que bom que as coisas por aí são tranquilas! Fico pensando qual esquema de segurança o governo conseguiu desenvolver para chegar a esse resultado. Minha prima mora em Michigan e conta que lá também há essa tranquilidade e confiança.
      Sinto muito por sua filha... eu sempre fui precavida e mesmo assim aprendi boas lições. Creio que apesar de tudo é preciso extrair o conhecimento positivo e perdoar quem fez o que fez... paciência. Vida que segue.
      Olhar gavetas e armários é tarefa de vida toda, kkkkk! Tarefa que exige tempo, paciência, noção de desapego e prioridades.
      Abraços!

      Excluir
  5. Boa tarde Bia,
    Tenho poucas carteiras e reduzi os tamanhos onde coloco só o essencial. Lenços de papel, lentes escuras e as chaves do apê. Coloco também uma garrafa pequena com água;))!
    Habitualmente não trago dinheiro ou se trago é muito pouco! Para levantamento de dinheiro uso o cartão, tudo dentro de uma pequena bolsinhaa sem fazer volume, além dos cartões de desconto dos supermercados.
    Aqui ainda andamos relativamente à vontade e não tenho receio de assaltos.
    Não quer dizer que um dia não possa acontecer.
    Muito interessante a listinha e o que nós poderíamos poupar.
    Beijinhos e boa semana.
    Ailime

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Ailime! Que interessante o conteúdo de suas bolsas, super reduzido! :) Garrafinha de água é uma ótima pedida, tomo muito, embora evite carregar pelo peso. Costumo deixar uma no serviço e encho todos os dias.
      Já há um bom tempo carrego pouco dinheiro - somente para ônibus e eventualmente, táxi, no tal dia perdi somente 20 reais - o restante também uso cartão. E ainda assim a maioria fica em casa, o que me rendeu pouca dor de cabeça nesse sentido. Vejo pessoas com a carteira carregada de cartões, nem só por um assalto, mas pode acontecer de perdermos a bolsa ou a carteira, por exemplo. Faz bem em carregar poucos... e Deus ajude que a tranquilidade continue imperando em Portugal.
      Achei muito curiosa a listinha que veio com o lanche, o que me fez colocar na bolsa e trazer para compartilhar com os leitores. Na realidade temos a bênção de ter uma vida abundante de bens e conforto, acabamos esquecendo onde podemos estar desperdiçando.
      Abraços!

      Excluir
  6. E a bolsa é parecida com essa? Pequena e linda, aliás. Eu tenho mais de uma bolsa, embora velhas e já descascando (hahaha), mas tenho gigantesca preguiça de ficar mudando. Nela carrego: 1 batom, 1 espelhinho, um pente pequeno, estojo com mil canetas (no trabalho só uso uma), óculos de grau e um pacote de lencinhos de papel... Seu texto é lúcido e lindo, como sempre. Beijos, minha querida.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Milene, até tenho uma azul clarinha que ganhei de presente da minha mãe, rsrsrs, mas o modelo é diferente. Eu tenho hoje poucas bolsas, vendi algumas no Enjoei, pois com o tempo descascam mesmo e acabamos nem usando, rsrsrs.
      Sua bolsa é bem básica e útil... sobre as canetas fui juntando em um porta treco e descobri que em casa tem muito mais canetas do que tempo para gastá-las antes que sequem, kkkk. Tenho me colocado o propósito (sem neutras) de só comprar coisas novas (shampoo, batom, canetas) quando acabar o anterior. Costume que temos de comprar outro ao invés de procurar ou espremer para sair até o final, kkkk!
      Abraços!

      Excluir
  7. OI BIA!
    COMO SEMPRE NOS "PEGAS" DIREITINHO... FIQUEI PENSANDO, QUANTO A MINHA BOLSA JÁ CARREGO POUCAS COISAS MAS, MEUS ARMÁRIOS????
    PARA QUE ACULULAMOS TANTAS COISAS/
    ABRÇS AMIGA
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Zilani, a impressão que temos é que não importa o tamanho do armário, sempre precisamos de um maior, kkkkkk!!!! Como pode? E no final das contas, acabamos usando sempre as mesmas roupas, sapatos, acessórios... e com a impressão que não temos o que usar! kkkkk Visão a ser mudada com novas práticas!
      Abraços!

      Excluir
  8. uma fração de segundo...


    E ela estava nos labirintos
    dos 60 segundos ,
    dos 60 minutos,
    que a encaminhariam
    à alguma hora...

    (Clarice Lispector)


    beijo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Margoh, saudades dessas suas pitadas de poesia no meu dia.
      O poema me fez pensar que não importa o caminho que fazemos ou se temos a sensação de estarmos perdidos, chegaremos onde devemos chegar. :)
      Tomara, onde desejamos.
      Abraços!

      Excluir
  9. Olá Bia,

    Perfeitas as conclusões da postagem. Apesar de pensar assim, ainda ando na contramão-rsrs. No dia a dia, uso sempre bolsas maiores e com tudo que penso que vou precisar. Há pouco tempo passei a ser mais criteriosa com os cartões, optando pelo do banco e o de crédito com a data mais favorável para compras. Eliminei os talões de cheques, já que atualmente quase não se usa cheques. No mais, levo os documentos do carro e respectivas chaves, celular, bolsinha de moedas, carteira com dinheiro, lenços de papel, neosaldina(sempre), carteira com documentos (um erro, pois em caso de roubo será uma tremenda dor de cabeça). Também não fiz a minha nova RG. Ainda carrego batom, caneta, fio dental, cigarro/isqueiro (é, sou fumante, embora fume pouco). Como estou sempre de carro, nele já ficam sombrinha e óculos, que pego só em caso de necessidade, e a inseparável garrafinha de água.
    Também concluí que acumulo excessos e estou tentando me livrar disso. Já fiz várias limpas no guarda-roupa e estou tentando deixar a cada mais clean (difícil demais!). De vez em quando descubro algo que já nem me lembrava que tinha. Absurdo! Também estou tentando evitar as compras por impulso.
    Essas curiosidades são bem interessantes e fazem pensar. Já estou pensando-rsrs.
    Como sempre, você finaliza com uma citação perfeita: "A vida cabe numa bolsa pequena, os armários devem mostrar o que nos interessa e nosso maior potencial está no tamanho do nosso coração e na qualidade das nossas escolhas". Se meus armários mostrassem apenas o que me interessa seria 'demais', pois eu ganharia um tempo precioso-rsrs.
    Ah! Nem vou dizer quantas bolsas eu tenho-rsrs.
    Adorei o foco da postagem.
    Beijo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Vera!
      É interessante mesmo... acho que crescemos com senso de responsabilidade e pensando que sempre temos que dar jeito em tudo - daí a bolsa/carteira, precavida sem necessidade, rsrsrs. Mas na prática, muito pode ser reduzido, e vale a pena, não só pela possibilidade da perda, mas também pela praticidade. O que descobri é que acabamos dando um jeito, com os pertences ou sem. Tudo tem uma solução.
      Como você há muitos anos não uso talões de cheque - é interessante perceber como se tornaram obsoletos na era do cartão - e neosaldina, kkkkk! Inclusive uma cartela foi-se na outra bolsa, kkkk! Mas já tive crises bem piores, hoje em dia minha dores de cabeça são bem rápidas de solucionar. :)
      É mesmo curioso como no processo de limpeza de excessos percebemos que os armários/casa continuam com bastante coisa. Quando vejo as sacolas que saem das limpas e percebo que tudo continua meio cheio, fico me questionando como o que foi retirado cabia ali antes, kkkkkkkkkk!!!! # magia kkkkkkk
      Impulsos também são difíceis de domar... mais nova tinha bastante dificuldade, embora menor poder aquisitivo, mas há alguns anos venho melhorando bastante isso.
      Um armário otimizado é um sonho de consumo, pois sempre ficam peças esquecidas. Acho bem bacana também os aplicativos que já mostram combinações prontas com as peças de roupas que se tem no armário, uma ideia prática e criativa.
      Fiquei imaginando sua pequena coleção de bolsas, rsrsrsr! Eu tenho poucas, mas sempre pinta a questão "poderia ter uma em tal cor para combinar com essa roupa".... mas tenho permanecido no "poderia", kkkk!
      Abraços!

      Excluir
  10. M]ao sou um acumulador, mas guardo mta coisa... Me apego mesmo. rs Já a carteira é pequena e só levo cartão do banco, um pouco de dinheiro, carteira de motorista e identidade mesmo. Ótima postagem. bjssss

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Sérgio, o desapego é um treino, rsrsrs. Quando adolescente embaixo da minha cama tinha um "segundo armário", kkkkkk, de tantas caixas grandes repletas de bugigangas! O guarda-roupa, então, era um caos! Até que um dia quando não morava mais na casa da minha mãe ela deu tudo o que tinha ficado no guarda-roupa. Fiquei triste, mas percebi que não morri... e assim fui melhorando isso gradativamente. A vida fica mais prática com menos coisas inúteis.
      Quanto à sua carteira, exemplar! kkkkkkkk somente o básico necessário!
      Abraços!

      Excluir
  11. Eu, com 2 hérnias discais, só posso levar uma mala leve.
    Bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Elisabete, nossa, precisa se poupar mesmo, meu irmão teve isso, é bem doloroso, né? Também estou precisando carregar pouco peso.
      E mesmo quem não tem nada, vale a dica para não vir a desenvolver problemas!
      Abraços!

      Excluir
  12. Olá, Bia.

    A vida é simples e minimalista, nós é que complicamos tudo e entulhamos de desnecessárias "necessidades" o nosso existir. Precisamos aprender que menos É mais e o inverso só nos atormenta.

    Um abraço. Bom fim de semana.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Apon, muito lúcida sua colocação. É que é um processo lento esse do "entulhamento", tanto físico quanto emocional, vamos absorvendo aos poucos e não nos damos conta de que não precisamos de tanto. Inclusive o muito em algumas situações acaba mesmo gerando dores de cabeça ao invés de ser um facilitador. Sempre penso nisso, no quanto é importante que o poder aquisitivo ou emocional sejam facilitadores, jamais sirvam para bloquear ou sabotar o fluxo saudável da vida.
      Abraços!

      Excluir

Gosto de conhecer pontos de vista. Não deixe de expressar o seu! Farei o possível para responder.
Obs: a moderação está ativada.