Imagem by Bia
Esses dias, caminhando por um parque da cidade, encontrei, já no final da tarde, um casal de corujas na cerca que delimita o espaço entre a pista de caminhada e outro de pouso de aviões. Pareciam tranquilas e serenas, alheias às pessoas que passavam ao lado.
Parei para tirar uma foto com o celular da minha filha, e quando dei um passo para me aproximar, a primeira coruja olhou para mim, arregalou os olho e soltou um agudo pio: "ueeee".
A segunda coruja parecia mais tranquila, então meu futuro genro achou que seria mais fácil fotografá-la...deu um passo em sua direção, dois passos...e a mesma reação: um arregalar de olhos e um longo e alto pio: "ueeee".
Imagem by Bia
Fiquei imaginando o quanto a natureza é sábia...a reação das corujas deixou muito clara uma coisa: estávamos ultrapassando seus limites. Talvez por proteção de algum ninho, ou por sua própria proteção...a questão é que o gesto mostrou que dali não se devia passar.
Tenho pensado nisso, na minha inabilidade para colocar limites, principalmente em relacionamentos que envolvem amor (em suas várias vertentes). O ciclo acaba sendo sempre o mesmo: inconscientemente faço tudo o que posso para agradar o outro e tornar sua vida feliz e confortável (porque isso me faz feliz) até o ponto em que o diferencial acaba por se tornar obrigação e sobrecarga. E geralmente só me dou conta disso quando meus limites já estão ultrapassados e tudo o que eu mais quero é me afastar de quem não percebeu minhas limitações, e soma-se à isso a raiva de mim mesma por não conseguir modificar o padrão.
Sei que qualquer comportamento que nos incomoda tem uma origem. Buscando no lixo sentimental do meu passado acabo por esbarrar novamente em dois conceitos: rejeição e consequente culpa. Quando me sinto rejeitada acabo sempre por sentir como se estivesse fazendo algo errado que merece um castigo (culpa). A velha sensação de não ser boa o suficiente. Sei que isso teve origem em comportamentos em casa, dos meus pais, agravados por um triste acontecimento à parte e pelos fracassos amorosos no decorrer da vida. Por outro lado tenho plena consciência de que esses comportamentos já foram perdoados e hoje, com uma visão mais madura, compreendo que a imaturidade vinha de quem não soube sentar e conversar sobre o que não estava legal (inclusive eu).
Quando nova eu colocava meus limites explodindo esporadicamente. Então percebi o quanto ser ignorada por meu comportamento explosivo me feria pela culpa, pois tenho um coração de manteiga e nunca gostei de magoar ninguém...então passei a calar e a engolir tudo. Óbvio que nessa outra ponta as coisas também não deram certo, se anular é péssimo. Então achei que o caminho era digerir o que eu sinto para não explodir, mas falar numa oportunidade adequada para alertar sobre os meus limites, afinal ninguém tem a obrigação de descobri-los...e cheguei à conclusão de que as pessoas só ouvem o que lhes convém, não o que é importante para o outro. Resumindo: hoje não sei como fazer isso, e estando numa fase em que estou tentando manter o foco e a tranquilidade, acho que é o momento para encontrar as respostas.
Sendo então um texto-observatório, gostaria que aqueles que tem a habilidade de estabelecer seus limites me contasse como faz isso. Sei que é uma questão de preservar o amor-próprio acima de tudo, mas como fazer isso sem parecer egoísta? Como aliar generosidade ao "não" sem agir de forma mesquinha? E se você ainda não encontrou, como eu, o caminho do limite, me conte e me ajude a me sentir menos ET. hahaha
Para encerrar, deixo um vídeo cobre alguém que sabe impor muito bem suas vontades (beirando ao mimo)...o vídeo "Nunca diga não ao panda". Não que deva servir de parâmetro...só para rir um pouquinho e descontrair...
Ganhei alguns mimos \o/ que me deixam feliz e dividirei aqui! O primeiro é o selo Aromas, que eu ganhei do meu amigo Live, do Live Blog, cuja regra é falar 3 coisas sobre mim e oferecer o selo a 5 amigos.
- Já usei aparelho ortodôntico duas vezes, dos 15 aos 17 anos e dos 28 aos 30 anos.
- Estou aprendendo a andar de skate porque quando era nova minha mãe tinha medo que eu quebrasse o braço!
- Quando estou triste pego a câmera fotográfica e fico tirando fotos da natureza pela minha janela. É bem eficaz para mudar o foco do meu pensamento #ficaadica.
E ganhei um selo da minha amiga Valquíria, do blog Amo Nail Art, cuja regra é passar para mais dez pessoas. Então oferecerei os dois selos a quem estiver na lista, sendo claro, somente uma sugestão, sem problemas quem não puder levá-los.
Indico para os blogs: De dentro pra fora - Esmaltoterapia - Escritos Lisérgicos - Samambaia - Fuxicando com as letras - Blogzoom - Café entre amigos - Diário de um ano bom - Família Alcará - Meus momentos de lucidez
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O blog homenageado de hoje é o
A Luma tem um blog encantador, com reflexões surpreendentes e muitas vezes baseadas em fatos históricos com riqueza de detalhes e enredo original, além de promover Blogagens curiosas e criativas.
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Quem quer acompanhar o destino dos meus pingos da semana clica aqui.
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UFA!! Depois de váriaas tentativas(m cheguei a mandar um email pra ti) consegui!!! Texto lindo, cheio de reflexões e profundidade. Cada um, somente cada um de nós é que vai achar a SUA receita de vida. Não adianta pegar dos outros, cada um tem UMA! E ainda que os outros a achem errada, é a que vale.
ResponderExcluirLindo post. Obrigado pelo carinho e tudo de bom.Adorei ver a indicação da Luma! beijos,chica
Oi, Chica, não imagino o que pode ter acontecido, ainda bem que deu certo...Sei que tem razão, mas quem sabe eu pegando uma dica aqui, outra li, consigo ingredientes para fazer minha receita? :)
ExcluirVocê matou a charada no final...tenho que me abraçar à minha receita mesmo que não agrade aos outros, esse é um dos meus grandes desafios.
Um abraço!
Hahahaha, adorei esse panda!
ResponderExcluirMeus limites não tem sido testados ultimamente (ou eu sou meio alienada quanto a isso) então não tenho muito a te dizer a respeito.
Um ótimo domingo pra você!
Bejus
OI, Naty, eu sempre dou uma espiada no vídeo do Panda quando quero rir...se os seus limites não estão sendo testados é sinal de que devem, na verdade, ser colocados naturalmente. Um abraço!
ExcluirOi Bia! Não sei como estabelecer limites também nas relações, acho que é muito difícil determiná-los, acredito ser algo de autoconhecimento e conhecimento do outro também, isso vem com o tempo. Acaba que me tornei uma pessoa muito fechada, então é fácil reconhecer meus limites.
ResponderExcluirBjos e boa semana!
http://amonailart.blogspot.com.br/
Oi, Val, tem razão, ler seu comentário me fez pensar que o limite também depende do entendimento do outro, que muitas vezes entende o nosso limite como uma ofensa pessoal. Acho que tem mais a ver com disposição e sensibilidade do que com o tempo.
ExcluirEntendo que muitas pessoas acabam se fechando mesmo como meio de dar limites. É o meu último recurso possível mas não sei, me fechar é como deixar de ser quem sou...gostei do seu comentário, me fez refletir.
Um abraço!
Olá Bia!
ResponderExcluirO que é ser blogueiro(a)? Ainda existem pessoas que não reconhecem a importância deste trabalho . Apesar de parecer fácil ser blogueiro (a) leva-se tempo e requer muita paciência, não basta saber manipular um blog e ter uma boa escrita ou conteúdo para postar. O blogueiro deve entender o que está postando, estudar sobre o assunto, ter comprometimento com os leitores e autores citados, dedicação, ao seu blog e aos dos seus seguidores, dando vida , comentando, participando,ter ética e principalmente ter amor ao que faz.
Quem conhece esta ferramenta virtual se apaixona , realiza este trabalho com carinho, mesmo tendo o tempo limitado, porque alem dos conhecimentos adquirido nesta diversidade cultural firma grades amizades
Hoje comemoro com apenas sete meses de vida do blog, 500 seguidores. Já ultrapassamos e vamos aos 550 que é a meta para a final do sorteio e se Deus quiser outros virão se juntar a nós para valorizar este trabalho, que sozinha jamais conseguiria tanto sucesso.
Como diz augusto Cury: “A vida é um grande espetáculo. Só não consegue homenageá-la quem nunca penetrou dentro de seu próprio ser e perceber como é fantástica a construção da sua inteligência”.
De uma coisa tenho certeza, não tem idade para aprender quando queremos seguimos em frente e realizamos os nossos sonhos.
Obrigada por fazer parte deste grupo de amigos, sua presença naquele cantinho é muito importante. Desejo muito sucesso na tua vida, e dos seus familiares e amigos e que Deus nunca nos abandone e que nos ame cada vez mais. Bjuss
Abraços da amiga Lourdes Duarte
http://professoralourdesduarte.blogspot.com.br/
Lourdes, obrigada pelo carinho costumeiro de sempre, desejo sucesso em seu espaço. Um abraço!
ExcluirEu sempre estabeleço limites, só não sei dizer se estou sabendo estabelecê-los, Bia. Nossa, esse panda é uma mulher com TPM... adorei... hahaa Eita, eu também estou usando o aparelho pela segunda vez; queria aprender a andar de wakeboard (tentei uma vez) e; adoro fotografar e ser fotografada. Visitei os blogs dos selos e indicados. abraços e linda tarde de domingo.
ResponderExcluirOi, Barbie, talvez daí venho o dilema, meu medo de só descobrir que estou estabelecendo limites de forma errada depois de conferir as consequências. A realidade é que me sinto como um bebê que está aprendendo a andar e já caiu alguns tombos, hahaha.
ExcluirO Panda é d+!
Essa história de usar aparelho é doída de lascar!
E nunca é tarde para aprender algo novo, não se prenda a questões de idade. Um abraço!
Bia, vc escreveu sobre um tema difícil e ao mesmo tempo, precisa ser refletido.
ResponderExcluirEu acho que passamos do limite em quase tudo hoje em dia. E é quase um ciclo isso, já que quando um passa do limite, o outro reage e nisso gera outra reação...
Impor limites é essencial, mas acho que falta pulso, falta modelos...
Esses dias dois alunos de uns nove anos estavam sentados no chão no corredor da direção da escola onde trabalho, tomando "Ace lemon"[5 por cento de vodca]e quando vimos aquilo chamamos os pais que disseram não saberem o que fazer... E que isso era uma coisa normal para eles já que a garrafinha era convidativa e que o responsável era o estabelecimento onde compraram. Ficou nisso, um jogando culpa no outro. Onde estão os limites??
Eu adorei o video do panda, ri a doidado.
Bjks doces e boa semana Bia.
Oi, Marly. Imagino que deve ser mesmo um tema difícil, porque me imaginei tentando responder as perguntas e não conseguindo...
Excluirconcordo com sua visão de que a quebra de limites parece um ciclo, e quando alguém foge à essa regra (como eu) acaba sendo prejudicado.
Sobre os limites na relação pais e filhos, acredito que deve haver uma grande raiz nisso. Na minha infância/adolescência os limites eram exacerbados, o que gerou esse sentimento eterno de culpa...hoje em dia, em contrapartida, os pais se eximem de sua responsabilidade de impôr limites aos filhos, que não aprendem a respeitar o espaço do outro.
Achar um equilíbrio, um meio-termo, não me parece mesmo nada fácil.
Um abraço, ótima semana!
Não há limites certos ou errados, mas satisfatórios ou não. E eles não existem em manuais de relacionamento (rss), nem nas experiências de terceiros. As pessoas são diferentes, vêm de formação variada, almejam ideais próprios (ou nenhum). A melhor maneira de manter qualquer tipo de relação, seja de amizade, familiar, afetiva, ainda está, no meu ponto de vista, em se dizer a verdade, ou seja, como nos sentimos diante do que nos dizem e da forma como agem para conosco. Grande beijo!
ResponderExcluirOi, Marilene. Seria bom se houvesse um manual, hahaha, ou perderia toda a graça da descoberta...Descobri por experiência que sou por natureza transparente e sem dúvida sua conclusão seria a minha, a de que "jogar limpo", tentando manter o respeito e a educação, seria o melhor caminho, mas infelizmente grande parte das pessoas não estão preparadas pra confrontar a verdade. E nessa linha entre ser verdadeira e carregar a culpa pela mágoa ou a discórdia, acabo ficando dividida.
ExcluirUm abraço!
Bia querida! É muito difícil estabelecer limites... Na maioria das vezes os nossos nunca se equilibram com o do nosso próximo... Muitas vezes, pra não magoar, como você mesma diz, a gente engole... Aprendi que o melhor, apesar de ainda não conseguir fazê-lo, como você, seria colocar "os pratos na mesa", doa a quem doer... Estou na batalha como você...Adorei as corujas! Parabéns a Luma! Merece! Gosto muito do blog dela também! Adorei os selos! Muito obrigada! Amanhã, 2ªF, dia 19/11, tem post novo, no qual incluirei os selos! Te espero! Adorei rever o vídeo do Panda! Grande e carinhoso abraço!
ResponderExcluirÓtimo final de domingo e abençoado início de semana!
Elaine Averbuch Neves
http://elaine-dedentroprafora.blogspot.com.br/
Oi, Elaine, então já chegamos às conclusões certas, mas precisamos aprender a colocá-las em prática...As corujas eram mesmo adoráveis! Amanhã vou conferir a postagem dos selos.
ExcluirUm abraço!
“Minha condição é muito pequena. Sinto-me constrangida(...)O meu descompasso com o mundo chega a ser cômico de tão grande. Não consigo acertar o passo com ele. Já tentei me pôr a par do mundo, e ficou apenas engraçado: uma de minhas pernas sempre curta demais. O paradoxo é que minha condição de manca é também alegre porque faz parte dessa condição(...) A condição não se cura, mas o medo da condição é curável.” (Clarice Lispector)
ResponderExcluir(sem contrários não ha progressos...e a gente vai se abraçando em palavras, então)
Beijo
Margoh, fico pasma sobre como consegue encontrar versos que casam tão bem com as postagens...minha inabilidade me torna um pouco manca, mas estou mexendo com isso e tentando acertar o passo antes que o medo retorne e me tome de assalto.
ExcluirQue há progressos? Não há dúvidas...
Um abraço!
Um tema bem difícil de abordar. Acho que todos nos deparamos com essa dificuldade. Esse tema me fascina porque limite é algo que procuro sempre manter. Não gosto de sentir meu território invadido em aspecto algum, isso é mesmo um tipo de instinto territorial. Gostei da análise sobre o aviso das corujas, elas realmente estavam avisando que o território delas estava sendo invadido. Muitas vezes para parecermos educados permitimos invasões que acabam retirando nossa força vital, isso não é positivo. Outras vezes nós invadimos o espaço alheio, consciente ou inconscientemente. Acho que a chave é saber dizer não. Quando algo não nos vai bem, cabe manifestar. Eu negocio muita coisa na vida mas ninguém está autorizado a invadir meus limites, e apartir daí sai a racionalidade e entra o instinto que reconheço não ser muito tranquilo rs. Abraços
ResponderExcluirOi, Paulo. Percebo a dificuldade na abordagem do tema pela relação acesso à postagem x comentários. Fico fascinada com pessoas que tem esse instinto territorial apurado e credito à isso provavelmente às bases que recebeu de amor e educação. Tem razão, permitir demais que invadam nossos limites por educação acaba fragilizando o que somos. Saber escutar o outro quando estamos invadindo seu espaço, mesmo que inconscientemente, também é necessário e saudável. O ideal é que esse limite fosse uma troca respeitosa, o que raramente acontece.
ExcluirA chave, como colocou, além de dizer não, é saber que às vezes é preciso usar de firmeza, doa a quem doer. É nesse ponto que mora minha dificuldade.
Obrigada por participar com seu ponto de vista!
Um abraço!
ResponderExcluirOlá Bia,
Sensacional o vídeo do Panda. Ri demais! Que nervosinho, hein?
Sou péssima em estabelecer limites. Já me senti muito mal por isso. Já engoli muito sapo. Também estou sempre procurando agradar, mesmo em detrimento de meus interesses pessoais. Já melhorei muito, pois em alguns relacionamentos consigo expressar minhas eventuais insatisfações e mostrar quando a coisa já está chegando ao limite. É difícil. Definitivamente, não estou gabaritada a aconselhar neste caso.
Sei que impor limites é imprescindível, para o nosso próprio bem e do próximo, mas temos que ter habilidade para fazer isso com consciência e certeza de que não ficaremos mal depois. Mas se eu conseguisse agir diferente, optaria por impô-los, independentemente da reação, desde que convicta de que estivesse fazendo o que é certo.
Beijo.
Oi, Vera! A parte que mais gosto do vídeo do panda é a do supermercado, hahaha.
ExcluirMais uma que diminui minha sensação de ser um ET...nossa, traduziu exatamente o que sinto! A conclusão à que cheguei, Vera, é que não sou mulher o suficiente para arcar com a dor de magoar alguém, infelizmente. Prefiro magoar à mim do que ao outro, e sei que isso não é saudável. Na bondade você acaba se anulando.
Também já melhorei nesse sentido, mas piorei de novo =/. Pelo menos estou tranquila o suficiente a ponto de analisar esses pontos para melhorar como ser humano. Sem dúvida ler quem deixa seu "pitaco" por aqui está clareando alguns pontos.
Um abraço!
BIa, se tem uma coisa q eu imponho são limites e não meço palavras qdo alguém o ultrapassa, lógico, educadamente, por isso, eu faço de tudo para não ultrapassar o limite do outro, como? Analisando a pessoa para saber o q se passa com ela antes de me aproximar, ouvir mto antes de falar e principalmente respeitar o seu silêncio . BJos.
ResponderExcluirEder, a segunda parte, de perceber o outro e procurar respeitar tanto suas palavras como seu silêncio eu aprendi com o tempo. Aprendi a perceber o outro até pelo olhar, pela expressão do rosto, e com certeza me contenho quando percebo que o momento não é para desabafos. Mas é muito difícil encontrar pessoas que tenham essa percepção e essa disposição para perceber e sobretudo, saber ouvir.
ExcluirUm abraço!
foi o meu assunto lá no blog hoje. não dá pra sufocar sempre, às vezes tem que falar, extravasar pra não adoecer. qto às corujinhas, tadinhas, pra elas somos monstros, tenta outra vez não te aproximar e utilizar o botão de aproximar da máquina. adoro corujas,rsrs beijos
ResponderExcluirJeanne, talvez essa seja a minha maior preocupação: adoecer. Percebo o quanto meu organismo fica frágil quando me maltrato demais, e não quero que evolua para algo mais grave.
ExcluirAdoro corujas também, mas a câmera do celular não tem zoom...da próxima vez não haverá foto, hahaha.
Um abraço!
Bia,
ResponderExcluirPenso que nossos próprios limites nós só chegamos a conhecer quando a eles chegamos, é uma espécie de alarme que só soa quando nosso ponteirinho vai lá pra cima, o que acontece é que às vezes esse ponteiro chega no nível máximo e nem sempre a ele reagimos. Limites acho que tem muito a ver com valores, com momentos, com foco. O quero dizer é hoje algo pode representar meu limite, mas amanhã meu foco pode ser outro e aí aquilo que ontem me extrapolava, hoje já não me atinge. Bom, sei lá, viajei? Gr. Bj. e uma semana maravilhosa pra você!
p.s.: Quanto ao anúncio me pareceu bem grotesco mas com certeza não me faria comprar o queijo panda.rsr
Cris, acho que meu ponteiro tem algum defeito de fabricação...ou talvez, como disse, falte a reação nos primeiros momentos de alerta. Faz sentido. A realidade é que eu acho um tanto cansativo ter que a todo momento ficar delimitando espaços, a pessoa fica parecendo uma chata, reclamona, talvez seja essa imagem que eu queira evitar.
ExcluirBrilhante seu ponto de vista sobre o foco. Não viajou não, foi perfeita! Mudamos ao longo da vida e às vezes o que incomodava deixava de incomodar, e vice-versa. Daí a importância de um manter a percepção apurada sobre o outro...os limites vão mesmo mudando ao longo da vida.
Pois é, anúncio um quanto tanto incisivo, não? hahaha
Um abraço!
A coruja impôs seus limites, mas mesmo assim, a foto ficou ótima! Assim como ela, também temos que aprender a colocar nossos limites para o nosso próprio bem-estar. Passei para conhecer seu blog e gostei. :)
ResponderExcluirSeja bem vinda, Hannah! A coruja foi sábia, preciso aprender com ela! E aprender a se colocar limites é uma lição primordial da minha cartilha.
ExcluirUm abraço!
É um enorme prazer estar aqui e conhecer seu blog. Sei o quanto é gratificante receber um comentário, pois comentarios é o que nos anima e nos faz continuar com este belo trabalho virtual. Sou blogueiro ha 8 anos e tenho meu blog ha 7. Dedico meu blog e parte do meu tempo para ajudar amigos, blogueiros e poetas. Conheça minha pagina pois sei que ajudará muioto vc. Não esqueça de comentar pois seu comentário poderá divulgar seu blog para outros visitantes. TENHA UMA OTIMA SEMANA.
ResponderExcluirDado -
Dado, seja bem vindo! É interessante estar no mundo da blogosfera por tanto tempo...Acho que o comentário é gratificante quando torna-se uma troca de opiniões. Darei uma espiada em seu espaço. Um abraço!
ExcluirBoa noite Bia!
ResponderExcluirSempre vc põe as minhas caramiolas em erupções rsrsrsrs Pensando além do limite, acho que esse front é muito pessoal, cada um tem o seu e administra com a pouca ou muito maturidade, enfim, resumindo: Já quebrei muito a cara rsrsrsr. Que beleza! É assim que muitas vezes aprendemos sobre os nossos limites e o do próximo (infelizmente).
Bella, uma semana especial p/ vc!
Adoro vir aqui! Ah!!!! Em tempo: Amei ver a Luma/Luz aqui!
Bjãooooooooo
O Panda alegrou o meu domingo! Só não posso apresenta-lo p/ meus clientes, apesar de fofinho!
ResponderExcluirBjo.
Oi, Bia! :) Gosto de colocar caraminholas na cabeça alheia, hahaha. Talvez minha resistência também venha daí...será que não dá para aprender antes de quebrar a cara? Até acho que aprendo assim, mas é aquilo, quando você aprende de um jeito, a vida vem e modifica tudo.
ExcluirEsse é o primeiro panda antipático que arranca risadas, hahaha.
Um abraço!
Bia, vc já tem o condão.Até pode ter ainda uma dificuldadezinha em manejá-lo, mas ele está aí, em tuas mãos.Experimente ensaiar com "ele" frente ao espelho.Quem sabe?
ResponderExcluirTodas as atitudes que vc descreveu,nesse texto altamente reflexivo,ecoam igualmente na maioria d'almas leitoras por aqui.
Agi como vc, inúmeras vezes e como vc me decepcionei, isso em variadas situações de vida.Creio que de posse desse conhecimento, vc encontrará a palavra mágica que acionará teu condão para o gesto preciso/a palavra certa.
Que estrelas te guiem!
Bjkas e boa semana,
Calu
Oi, Calu, que belo comentário, ainda mais para uma fã de fadas e Haary Pother como eu...
ExcluirSinto como escreveu, exatamente. Como se já tivesse as respostas na mão, mas sem saber como manejá-las.
Sobre as reflexões, quem vem por aqui diz que gosta de ler coisas assim justamente por identificação...e eu vou escrevendo.
Acho que vou seguir seu conselho, vou treinar na frente do espelho, hahaha.
Um abraço!
Olá!Boa noite!
ResponderExcluirBia
Desde cedo, somos educados para saber a diferença entre o que é aceitável ou não, adequado ou não, entre o que é essencial e supérfluo, à aceitar os limites intrínsecos à convivência, de que não podemos fazer tudo o que temos vontade.Impor limites é um caminho a ser seguido, que com certeza nas primeiras vezes não vai ser tão fácil ou mesmo da forma que gostaria. Entretanto, com o tempo, irá perceber que, quando colocamos limites, os outros aprendem que não devem invadir nosso espaço. É lógico que o medo de magoar as pessoas ou de desagradá-las impede que pontuemos nossas posições, mas, o limite existe para ser dado, e por isso, devemos dizer de forma assertiva o que queremos para o outro, colocando os limites necessários para que não nos invadam ...pois isso é para nosso próprio bem.Portanto, na vida tudo é aprendizagem e precisamos antes de mais nada, estar dispostos a cuidar de nós mesmos com essas pequenas atitudes.Digo isso por mim.Ainda, felizmente ou infelizmente, cada um tem suas próprias "digitais".
Parabéns pelos mimos recebidos. Te conheci um pouco mais.
Gostei do vídeo do Panda.Gostei da imagem da coruja.
Ao blog da Luma,homenageado
Obrigado!
Ótima semana!
Beijos.
Oi, Felis! Concordo que os limites são saudáveis e primordiais para que se desenvolva o respeito.
ExcluirVocê disse algo da qual sempre acabo me esquecendo: de que precisamos aprender a cuidar de nós mesmos, antes de tudo. Essa talvez seja outra chave com a qual tenho dificuldade de lidar. Aprendi por educação que é preciso primeiro pensar no outro e quando ajo de forma diferente me sinto egoísta, e padrões arraigados na alma são trabalhosos para se mudar. Mas não, impossíveis.
Gosto muito da clareza com que vê o mundo.
Um abraço!
Ei Bia...
ResponderExcluirTudo bem? Amiga primeiro quero lhe agradecer pelas felicitações carinhosas que deixaste em meu blog..obrigada mesmo pela amizade e por compartilhar cominho tamanha alegria...
Quanto a sua observação, acredite, penso que os animais são mais sábios que nós, mesmo sendo irracionais, citei isto em meu texto de hoje, pois conseguem se proteger melhor que nós em certas situações, são super protetores , e não se permitem ser tocados a não ser que o forcemos , claro alguns, porque outros só seu grito nos faz correr . Admiro as borboletas com sua beleza e fragilidade não se permitem ser tocadas, o leão nem corre, anda manso, tranquilo mas eu não tenho coragem de chegar perto . Sabem impor suas limitações, sabem se defender e nós por mais que tentamos somos domados pelos próprios sentimentos e acabamos cedendo ao que não que queríamos. Infelizmente o coração as vezes nos engana e por vezes nos rendemos a fragilidade não limitando nos a razão e consequentemente sofremos..Eu ainda não aprendi também a impor meus limites, sou intensa em tudo, sei que é ruim, mas fazer o que se não sei a fórmula certa da coruja...:)...
Abraços minha amiga e boa semana pra ti viu...:)
Oi, Cecília! As felicitações foram merecidas.
ExcluirÉ curiosa a observação que fez sobre os animais. Ainda que cada um tenha suas peculiaridades, sabem se defender muito bem. Então o ser humano, animal racional, deveria saber lidar melhor com tudo isso...mas dominado por sentimentos, acaba perdendo em sabedoria.
No final acho que resumiu tudo: quem tem personalidade intensa (como nós) não consegue se refrear, se dar pela metade, e acabamos por arcar com as consequências...o que não exime um lado bom nisso tudo, o de viver intensamente. Até gostei de pensar assim! :D
Um abraço!
Oi Bia! Interessante a sua comparação. E realmente as pessoas só escutam o que lhes convêm.
ResponderExcluirEstabelecer limites nunca é fácil e muitas vezes eu erro nisso. Não sou muito bom. A coruja é mais experiente do que eu, sem dúvida. Beijão e boa semana!
Oi, Sérgio, que as pessoas só escutam o que convém é fato e sobre isso eu tenho uma certeza bem contundente. Vai ver que essas pessoas é que estão com a razão. Mas onde entra a empatia e a generosidade (virtudes) nessa história?
ExcluirBem, se não tem prática nisso, está convidado a fazer parte do grupo que fará um cursinho intensivo com as corujas, hahaha. Um abraço!
Oi Bia,
ResponderExcluirbom dia,
Eu adorei seu texto
A natureza nos ensina muitas coisas, de uma forma ou de outra.
O vídeo de "Panda" tremenda
você ter roubado mais de uma risada
Tudo lindo e completo como você sempre faz
Quero parabenizá-lo.
Desejo-lhe um ótimo dia
um grande abraço
Oi, Ariel! A natureza é realmente sábia e o panda, hilário e mimado!
ExcluirObrigada por suas palavras, um abraço!
Sabe que não gosto muito das corujas. Tenho medo, pois dizem que elas trazem mau agouro. Talvez isso não tenha nada a ver, mas é bom não abusar... Abraços.
ResponderExcluirOi, Gilberto, já ouvi algo a respeito, mas a coruja também é o símbolo da inteligência e sabedoria...eu sempre gostei delas e ainda mais depois de assistir ao Harry Pother.
ExcluirMas não abusar é um bom conselho, hahaha. Um abraço!
Olà, Bia
ResponderExcluirAinda hà quem confunda a palavra "limites" com "regras" .
E é nesse sentido que na maior parte das vezes temos que ter cuidado ao estabelecer nossos limites .
Limitar é indispensàvel, mas na minha opinião o mais importante é saber respeitar os limites dos outros e saber parar na hora, assim como você o fez e muito bem com as corujas .
Esse panda ainda tem muito que aprender no diz respeito a limites kkkk bicho danado kkkkkk .
Abraços e uma bela semana .
Oi, Live! Infelizmente as pessoas dificilmente tem essa percepção aguçada sobre o outro, sobre até que ponto pode ir. Procuro ficar muito atenta nesse sentido, sei que às vezes erro (e aprendo), mas raramente percebo essa disposição para se compreender o que às vezes está subentendido.
ExcluirEsse é o panda mais birrento da Terra, hahaha.
Um abraço!
É fato Bia, grandes lições a gente pode aprender observando a natureza.
ResponderExcluirO que você precisa por limites, creio eu, é na sua forma/maneira de amar. Você comete grandes erros por amar, por doar-se demais. Quando se ama demais, a pessoa que recebe tal amor permite-se viver tranquilamente, usando, desprezando, ignorando tal amor, uma vez, recebido em abundância. E você querendo agradar cada vez mais, ama cada vez mais. A minha dica é que você diga um pouco mais de NÃO.
O amor nos faz um bem enorme, se mau usado, torna-se um veneno terrível.
Impor e se impor limites, é encontrar o equilíbrio para uma vida feliz.
Muito obrigado pela indicação do selo.
Abração, menina.
Oi, Nestor! Tenho observado bastante a natureza, espero aprender muito dessa forma agradável.
ExcluirÉ engraçado, acho que eu já disse isso, você fala comigo como se fosse um irmão mais velho. Meu irmão mais velho não faz isso, acho que porque ele é mais imaturo do que eu, hahaha! Faz falta alguém assim por perto.
O que você escreve tem um peso porque já leu minha história e consegue enxergar as coisas no contexto. Em cada história aprendi algumas coisas relevantes, mas a questão do limite ainda é um problema para mim, simplesmente porque me sinto infeliz dizendo não, fico arrasada. Pois é, complicado mesmo. Minha mãe, hoje em dia (depois de anos ultrapassando meus limites), diz que eu posso ser a pessoa mais fácil para se conviver porque eu sempre vou abrir mão do que sou ou quero em prol do outro e isso me faz feliz, desde que o outro consiga perceber minhas limitações, que geralmente aparecem em forma de cansaço. Pois é, depois de 37 anos minha mãe finalmente me conhece. Eu gostaria mesmo era de estar com pessoas que valorizassem isso. Minha filha já nasceu me conhecendo, o que é ótimo, raramente brigamos.
Mais do que impôr limites, acho que preciso me impôr limites, antes do copo transbordar.
Um abraço!
Oi Bia,
ResponderExcluirGosto muito das suas reflexoes, seus dilemas sao meus dilemas, rsrs.......
Menina, esse vídeo do panda é uma coisa......rsrs (adorei) acho que vou fazer um igual e postar no Youtube, Nunca diga nao a Vanessa e a Bia......kkkkkkkk
Abçs
Oi, Vanessa! Lembro-me que você também se identificava muito com o Putz...o que seria da vida se não fossem os dilemas?
ExcluirSobre a ideia de fazer um vídeo à la Panda tendo-nos como atrizes principais, achei maravilhoso, hahaha, eu iria lavar minha alma, hahahah.
Um abraço!
Eu acho as corujas bonitinhas, imponentes. Elas não querem ser aves iguais as outras, elas são corujas. Rsrs... Queria tê-las visto.
ResponderExcluirSabe, sou meio assim também, costumo guardar coisas e responsabilidades que não são minhas (ainda que eu seja irresponsável pra dedéu também) pra facilitar o lado alheio. Isso lasca com a gente, né?
Bia, faz isso não...Não fala em aparelho ortodôntico que eu tremo inteira com a possibilidade.
Beijo!
Oi, Milene. É isso! As corujas são altivas, elegantes, e diferentes, além de terem olhos expressivos. Acho que daí vem minha paixão por elas.
ExcluirEssa coisa de assumir as responsabilidades do outro é uma forma de carinho, na minha opinião, uma forma de dividir os pesos da vida. O problema é quando a balança está pendendo somente para um lado = sobrecarga. Se vier ainda com a sensação de que é uma obrigação, quando não é, ferrou.
Tenho certeza que vai tirar de letra o aparelho, hahaha.
Um abraço!
ResponderExcluirA verdadeira amizade jamais é esquecida
por mais distante que eu esteja meu pensamento estará sempre contigo.
Linda é nossa amizade estou passando por uma chuva
não chamaria de tempestade , pois tudo Jesus resolve.
Sem sua amizade e dedicação não teria sido possivel continuar
meu coração faz uma festa quando vejo seu carinho no meu blog.
Nessa segunda feira estou passando para desejar uma semana abençoada por Deus.
E aproveitar para deixar meu carinho e mil beijos meus.
Carinhosamente ,Evanir.
Devagar Voltando...
Evanir, obrigada por sua visita, sempre tão gentil e carinhosa. Bom retorno!
ExcluirUm abraço!
Bia,
ResponderExcluireu 'sofro' do mal de guardar coisas demais e me sobrecarregar com responsabilidades que não são diretamente meus,
por um lado sinto-me culpada sempre que ultrapasso meus limites ou mesmo quando me sinto desrespeitando a necessidade de deixar que algumas pessoas caminhem com suas próprias pernas, por outro, sinto que me amo mais por isso.
Não consigo ser indiferente a dores de quem está perto de mim, e isso, muitas vezes é reconfortante não só para mim.
Bia, sempre há algo em suas reflexões que me identificam muito, e é ótimo ler por que muitas vezes consigo me entender melhor colocando-me no contexto de suas palavras.
Um beijo,
Uma linda semana!
Jhosy
http://meninamsicaeflor.blogspot.com.br/
Oi, Jhosy! Sinto assim como você...também me reconforto saber que de alguma forma alivio os pesos do outro, e sem dúvida esse não é o problema. Interessante o que disse: aprendi no curso do CVV que não podemos tomas todas as responsabilidades do outro para nós porque assim diminuímos sua capacidade de resolvê-los, e mesmo que na boa intenção, isso não deixa de ser uma forma de desrespeito.
ExcluirFico feliz que minhas divagações a ajudem a se compreender melhor.
Um abraço!
Bia, conhecendo os nossos limites, será possível mostrar aos que convivem conosco, quais são eles. Agradar o outro e sufocar a si mesmo em razão disso, é não respeitar os nossos limites. E aqui pra nós, o amor não é isso. Um beijo no seu coração.
ResponderExcluirOi, Paulo. Acredite, por um bom tempo tentei mostrar meus limites, mas é complicado quando as pessoas se recusam a enxergar. Acho que seu conceito sobre o que não é amor está certo.
ExcluirA realidade, PC, é que eu acho que o limite é uma troca. Você precisa saber escutar o outro, o outro precisa saber escutá-lo, e ambos precisam entrar num acordo sobre o que é confortável aos dois, e esse acordo tem que ser reformulado de tempos em tempos. O problema é que as pessoas em geral até conseguem estabelecer esse acordo, mas frequentemente uma das partes não cumpre, geralmente aquela que se acostumou a não ceder. É aí que começa o cansaço e termina a admiração.
Um abraço!
Oi Bia
ResponderExcluirQue texto maravilhoso! Profundo! Como eu digo, colocou o tico e o teco para funcionarem kkkkkkk, me identifiquei um pouco mais contigo. E o selos, parabéns, vc merece! O blog da Luma é bem legal, e ela merece também.
Bjão. Fique com Deus!
Oi, Luciana! O tico e o teco andam fazendo ginástica no meu cérebro ultimamente, hahaha.
ExcluirUm abraço!
Boa noite Bia!
ResponderExcluirConfunde-se muito o querer agradar e se dar ao outro com submissão...é muito natural isso para nós mulheres,quando amamos queremos fazer a comidinha que ele gosta,cuidamos de tudo com carinho e muitas vezes deixamos os amigos de lado só pra ficar junto,e aí quem não tem limites ultrapassa mesmo,não basta você se dar,o outro quer te tomar... e fica difícil para nós o retorno...mas como fazer?...Não sei!
Espero que encontre alguém que a ame e respeite os seus limites sem que tenha que dizer...[e eu também]
Um beijo Bia!
Oi, Mel, como vai? É mesmo tênue a linhar entre o agradar e a subserviência. Como diz o ditado, "quem ama, cuida", mas isso não pode ser uma obrigação, precisa ser uma troca de carinhos, gentileza e atenção com o outro. Não tenho problemas em ceder, desde que se perceba o quanto se está cedendo.
ExcluirVocê tem uma alma sensível e tenho certeza que alguém irá reconhecer essa beleza e cuidar dela.
Um abraço!
Passa lá que tem um convite pra ti, claro, fique a vontade para aceitar ou não ok? Gr. Bj.!
ResponderExcluirOi, Cris, estou indo em seguida, desde já, obrigada! Um abraço!
Excluirkkk esse video me fez perder a concentração no que ia dizer
ResponderExcluirAmei o selo uma indicação sua é sempre uma honra.
Não sei dizer como agir com generosidade sem ser mesquinha, aprendi durante esses mais de 23 anos que estou com o Waldir entre namoro e casamento a ouvi-lo mais pois antes tudo tinha que ser do meu jeito, mas não consigo fazer algo que não queira kkk, a não ser coisas tolas, acho que ainda sou egoísta affff...
ps: as corujas são lindas bem do lado do meu terreno tem um casal, amo vê-las.
ResponderExcluirOi, Patrícia, estava sentindo sua falta!
ExcluirAh, que bom fazer alguém sorrir com um vídeo...passar a ouvir mais o Waldir mostra o quanto evoluiu e amadureceu, o que é natural com o passar da vida. Não conseguir fazer coisas das quais não concorda é o seu limite, e aí vem a troca, quando ele também precisa compreendê-la. Talvez por isso estejam há tanto tempo juntos.
As corujas são mesmo interessantes.
Um abraço!
Eita, eu sou apaixonada por corujinhas, rssss
ResponderExcluirBjos, tenha uma otima semana
Paty
www.agape-amorverdadeiro.blogspot.com
www.patyiva.blogspot.com
www.tentardecoracao.blogspot.com
Oi, Paty, elas são mesmo curiosas. Um abraço!
ExcluirPessoas não são corujas, e nem sempre sinalizam tão claramente quando seus limites são invadidos. E esses limites também variam com o tempo... hoje são mais rígidos, amanhã são mais elásticos. As pessoas mais extrovertidas sinalizam com mais clareza. Eu, como você, sofro de daltonismo... nem sempre paro no sinal vermelho.
ResponderExcluirBeijos.
Oi, Rodolfo. Acho que eu quero ser uma coruja, hahaha.
ExcluirTem razão, os limites vão mesmo mudando. Sei que evolui muito nesse sentido, hoje sou muito mais tolerante, flexível, pacifista, paciente, não gosto de fazer confusão por pouco. Porém é complicado quando se percebe que você evoluiu, mas as pessoas nem sempre evoluem ao mesmo passo ao ponto de perceber sua evolução e não pedir mais do que se pode dar.
Tenho medo de fazer o processo inverso: de me tornar uma fortaleza de pedra, rígida e fria, daquelas impiedosas que não permitem nenhum tipo de abordagem.Já vi isso acontecer algumas vezes, e acho lamentável e triste.
Talvez eu também seja daltônica. Vou providenciar lentes especiais.
Um abraço!
Bia, eu tenho visto muitas corujas. Inclusive, a tardinha, na praia da Barra. Outro dia, eu, minha irmã e sobrinha tentamos chegar perto de uma delas. Que fofa!
ResponderExcluirEu já vi 2 irmaozinhos (ou meninas?!) e toquei. Veludinhos!
Sobre limite: como sempre tive dificuldade para dizer NÃO, acho que agora ando exagerando. Mas prefiro me precaver do que me machucar. Sou muito ingenua, acredito facilmente, entao, barreiras ao alto.
Nunca me importei se sou rejeitada, e se sinto indiferença, tambem retribuo. Quem nao me quer, nao me merece e nem imagina o que está perdendo de bom! Porque sou uma boa pessoa. Tenho otima índole, sou companheira de todos, sou verdadeira, tanto simples como refinada.
Um dia, acho que já lhe contei, eu tive um sonho "superior" sobre limite e ele me fez pensar muito. Tudo na vida tem o seu limite e é preciso respeitar isso, o que for natural chegará até voce. Não forçar, porque o que não for devido nao vai faze-lhe o bem.
Quando estou triste, eu ouço musica, muitas horas de musicas.
BEIJOS e obrigada pela indicação.
Amiga: I love you!
Sissym, fadinha amada!!! :D
ExcluirEm março fui dar uma volta na praia com irmão, mãe e filha e também encontrei corujas em tocas na areia. Adoro!
Acho que a ingenuidade é uma característica pessoal que não se muda. Conheço pessoas que criança já eram malandras. Eu sou ingênua no sentido de sempre acreditar na melhoria, na lapidação do ser humano, na chance de fazer diferente. Às vezes aposto certo, noutras errado...temo subir tanto minhas barreiras a ponto de que se tornem intransponíveis, e isso não me faz bem. Não nasci para me colocar cercas.
Temos características parecidas e racionalmente penso como você: aprendi meus valores e estou em constante busca por melhorar como ser humano, mas um outro problema crônico que carrego comigo é ensinar a razão a mostrar o caminho ao sentimento. Ô tarefa difícil! Fico muito feliz que tenha uma sólida auto-confiança, acho que isso é um ganho enorme.
Não soube desse seu sonho, mas concordo com seu quinto parágrafo mais uma vez...racionalmente, porque os sentimentos me traem sempre. Essa minha vontade de viver intensamente é quase indomável, hahaha.
Também ouço muita música, canto junto, choro junto, dou risada junto, danço junto, uma loucura!
Um abraço, obrigada pelo carinho!
Obrigada pela homenagem, Bia!! Fiquei muito feliz :)
ResponderExcluirParabéns pelos mimos!! Se você morasse aqui em Cabufa, iria te ensinar a andar de sonrisal. É muito mais seguro que skate. Aqui também tem muita coruja e outro dia me assustei com uma empoleirada na grade da varanda. Ela estava invadindo o meu território numa boa, sem pedir licença! (rs*) Adorei as fotos!!
A pergunta é: será mesmo que as pessoas vão gostar menos da gente se de vez em quando negarmos um sim ou mesmo um favor? Nessas horas saberemos quem se importa conosco, porque estes terão a capacidade de entender e nos respeitar também. Não é mesmo? :)
Estou meio atrasadinha com as minhas coisas e por isso a demora em chegar aqui.
Beijus,
Oi, Luma, fico feliz que tenha gostado!!!
ExcluirSonrisal? Vou pesquisar a respeito...As corujas são imponentes e quando grandes assustam pelo tamanho!
Luma, aprendi que as pessoas tem que gostar do que somos, ainda mais quando tentamos dar o melhor. Eu só não gostaria de conviver como se a convivência fosse uma constante guerra de territórios, onde você precisa ficar mostrando toda hora o óbvio, que é preciso equilíbrio e justiça. Falta percepção, que se perde quando as pessoas deixam de se importar com o outro e passam a se importar somente com seus próprios interesses.
Um abraço!
Também sou péssima para dizer meus limites, acho isso acontece porque não sou uma pessoa muito comunicativa, então as pessoas acabam achando que não tenho limites. Quando descobrir quando fazer isso me conta, por favor
ResponderExcluirBeijos
shakespearementiu.blogspot.com
Oi, Cecília! Já encontrei o caminho do limite, e já me perdi, mas sei que as setas apontam para a auto-valorização enquanto ser humano. Quando eu chegar ao caminho certo de novo eu conto, com certeza. Um abraço!
ExcluirBia, depois de ler o seu texto, lembrei que um dia , também eu, falei de corujas. Veja aqui:
ResponderExcluirhttp://omeupensamentoviaja.blogspot.pt/2011/10/monogamia.html
Beijo da Nina
Já estou dando uma olhada no link...Obrigada pela dica, um abraço!
ExcluirOlá amiga Bia!
ResponderExcluirAs fotos das corujas ficaram muito lindas.
Também gostei do post e acerca dos limites, na minha vivência sou um bocado controlada. Às vezes, até demais segundo o meu Amor. Não gosto de magoar, ferir deliberadamente os outros. Sou uma pessoa atenciosa, protectora e muitas ultrapasso os limites nesse campo. Mas desde que tive consciência disto, tento controlar-me mais, embora às vezes também exagere, pois as pessoas acham-me mais distante. É difícil manter o equilíbrio... Quando surge uma situação em que percepciono que aquilo vai correr mal à pessoa, sinto-me tentada a agir e protegê-la, contudo, não o faço. Afinal, quem sou eu para impedir que a pessoa tenha aquela experiência, mesmo que seja algo negativo ao meu entendimento?
Eu não Deus e nem dona da verdade. Cada pessoa tem o seu percurso, a sua vida e protegê-la em demasia é interferir na sua aprendizagem. Então, digo para mim mesma "- Calma, Cris, deixa-a amadurecer. Tu não sabes tudo! Deixa-a viver."
Portanto, é assim que faço.
Beijinhos, amiga,
Cris Henriques
http://oqueomeucoracaodiz.blogspot.com
Oi, Cris!
ExcluirEquilíbrio é uma linha que vive mudando de lugar, é preciso muita atenção para ficar atenta à essa linha. Esse lado protetor eu já aprendi a controlar justamente pelo que disse: quando protegemos demais impedimos que os outros fortaleçam suas próprias asas. Boa percepção!
Mas em relação ao tema limites, interpretei que quis dizer que quando protegemos demais, acabamos por ficar desprotegidos, pois as pessoas acham que somos tão fortes que não precisamos de proteção, e é aí que os limites começam a ser quebrados. Estou certa?
Um abraço!
Limite tem sido coisa rara nos tempos modernos... A banalização da vida está mais na moda... isso é ruim...
ResponderExcluirMas adoro as corujas em geral e adorei seu texto todo, viu!
bjsMeus
Catita
A banalização acontece quando o ser humano para de viver em comunidade para viver centrado somente em seus próprios interesses. Lamentável.
ExcluirUm abraço, obrigada pela visita!
Que lindoooo!!!
ResponderExcluirblogdabiane.com.br
Obrigada! :) Um abraço1
ExcluirQue texto fascinante, Bia! Estou encantada! Já me interessei pelo texto por começar falando em corujas: amo os animais. E fui me encantando.
ResponderExcluirMuito verdadeiro.
Parabéns!
Muitas beijocas!
Oi, SÔnia, seja bem vinda! Fico feliz que tenha gostado das minhas divagações. Um abraço!
ExcluirOii Bia, saudades de vc, muito bom estar novemente entre amigos queridos, a gente fica longe e fica imaginando o que cada um está postando kkk é muito engraçado! Amiga, esta coisa de limites é complicada, a gente vai se enforcando na nossa própria falta de imposição de limites, no intuito de agradar muitas vezes a gente perde o controle de algumas situações, e os limites uma vez transpostos fica difícil impo-los novamente, sei bem o que é isso e tbém encontro dificuldades semelhantes! Parabéns pelos selinhos vc é super merecedora! Bjooosss
ResponderExcluirOi, Kellen, senti também sua falta!!! É verdade, é impressionante como vamos desenvolvendo laços pela blogosfera.
ExcluirGostei da definição "a gente vai se enforcado na nossa própria falta de imposição de limites", vixi, estou literalmente com "a corda no pescoço", hahaha.
Impôr limites perdidos demanda parar de se importar um pouco com os outros, e essa não é uma característica minha. Quando deixo de me importar é como se não fizesse mais sentido estar convivendo, porque se importar com o bem estar das pessoas é uma forma de amor. Pelo menos eu acho, hahaha.
Um abraço, e obrigada pelo carinho!
Boa tarde, Bia. Que texto reflexivo e profundo.
ResponderExcluirSei que nós estamos cada vez mais em nossas relações vivendo em um limite, que nem sempre conseguimos colocar um ponto final.
Seja no modo como vemos a vida, as situações cotidianas, o simples fato de dizer um não, permitindo-se ao nosso próprio direito de escolha.
Algumas pessoas têm em si, a culpa de todos os fatores errantes em elas próprias.
Já chorei muito pela culpa, mas vejo, que não adianta, só atrai mais e mais o que te motivou a sentir.
Essa, é a minha razão quem diz, mas o meu coração é tolo e diz outra coisa.
Limite, é para mim, um exercício diário, que precisamos aprender a ter nas mínimas coisas e conosco mesmos.
Uma vida sem limites, é como um carro desgovernado, provocará acidentes, com certeza.
Como somos seres individuais, quem sabe desses limites é a própria pessoa.
O meu limite é diferente do seu e o de muitas pessoas, o contrário se dá também.
Sentir-se bem, é o melhor indicativo de que está no caminho seguro para você na busca do limite.
A vida é mutável, nós também. O que hoje nos aflige, amanhã servirá como experiência de vida.
Geralmente, eu não guardo nada, só com quem não tem de modo algum eu falar, fora isso, eu exponho a minha opinião, falo, me exaspero, dependendo da situação,digo os nãos que preciso.
O que preciso buscar mais em mim, é o controle para não dizer tudo o que penso em horas e situações que não precisam, servem somente para fazer a minha voz ser ouvida, para eu desabafar.
Por outro lado, se eu calar, não há saúde na minha alma.
Sem dúvida, é delicado.
Também busco o limite, e em outras, não quero o mesmo.
Um beijo na alma e fique na paz!
Oi, Patrícia! Quando coloco um ponto final na ausência de limites (repito, em qualquer esfera), geralmente, é uma atitude definitiva, e eu não quero mais esperar chegar nesse ponto, sabe?
ExcluirAcertou na mosca: carrego mesmo comigo a culpa dos "fatores errantes", como disse, não quero que as pessoas mudem, quero eu aprender a agir de forma a não me extrapolar sem deixar de ser suave...mas até nisso estou errada, porque convivência, com quem quer que seja, é sempre uma via de mão-dupla e ambos os lados tem responsabilidade na relação respeito de limites.
Menina, meu coração também é tooolo, Senhor!
Adorei quando disse que "se eu calar, não há saúde na minha alma". Perfeito, Patrícia, é como me sinto! Falar é uma maneira de aliviar meus pesos, eu gostaria que as pessoas compreendessem que nem sempre se trata de uma decepção ou ofensa pessoal, mesmo que eu fale numa boa...
Quando uma pessoa me diz:"olha, preciso falar/pedir algo pra você" nunca me nego a escutar e tentar fazer de forma a dar certo, mas se eu falo o mesmo escuto coisas do tipo "agora não", ou acusações que não tem nada a ver, ou distorções da realidade...canso de explicar quando não querem ouvir explicações ou fazer diferente quando não se percebe que se está fazendo diferente.. Esse é o ponto em que o meu limite é ultrapassado.
Gostei das suas reflexões, um abraço!
Boa tarde amiga, vim agradecer sua presença amiga lá no meu cantinho. muito obrigada!
ResponderExcluirtenha uma linda tarde abraço amigo
Maria Alice
Bia, embora seu texto esteja muito bem elaborado, sincero e reflexivo, ao mesmo tempo, está contraditório, confuso.
ResponderExcluirVocê sempre é a primeira pessoa a dizer que se perdoou, ao passo em que percebe-se a olhos vistos o quanto de culpa ainda carrega, aparentemente (digo isto porque não convivo, escrevo baseado em seus escritos) em coisas grandes e até pequenas.
Por que tanto temor em ser egoísta? Pela criação que teve em pensar primeiro no outro e depois em você? Isto pode parecer belo, nobre, mas fica na teoria. Quem não pensa primeiramente em si, tem uma forte tendência a cair no masoquismo e no que é pior, os dois caminhos alternativos: a cama ou o hospital.
A natureza é sábia. Eu sou bem como as corujas e demonstro às pessoas até onde está o limite que podem chegar até o meu espaço.
Aprender a dizer "não", aprender a demonstrar o que está lhe incomodando, sem partir para a grosseria (há gente que não entende diplomacia e é realmente necessário), falar a real, creio que seja o principal. Do contrário, vai se aborrecer, porque pessoas não sabem, em sua maioria, respeitar os limites daqueles que não mostram onde os mesmos estão.
Você que crê em Deus... Ame ao próximo como a ti mesmo e não esquecendo-se a ti mesma...
É apenas minha opinião. Cada um tem sua vivência e suas "fórmulas", porém, é preciso usar mais a razão Bia. Se maltratar por pessoas que não movem um dedo e não hesitariam uma vez sequer na hora de lhe magoar, deve se perguntar se vale a pena tudo isto.
Quebrar paradigmas de nossas vidas pode ser difícil no início, mas só se aprende praticando.
Desejo sorte.
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