domingo, 19 de março de 2017

Tag: Apaixonada por fotografia

Vi o desafio em alguns blogs amigos e como gosto de fotografar, resolvi responder também. :)




1 - Com quantos anos você ganhou sua primeira máquina fotográfica?

Não ganhei, rsrsrs. Lembro da primeira máquina do meu pai, uma Yashika, sempre que dava eu economizava na mesada e comprava filme para tirar umas fotos, isso, com 9, 10 anos - paixão antiga! Depois iam mais algumas mesadas para poder revelar, kkk! Essa máquina foi roubada quando eu tinha 14 anos de dentro da casa dos meus pais.
Com cerca de 16 anos trabalhava numa loja que minha mãe tinha na Rodoviária, economizei (ainda a mesada) e comprei uma máquina Fuji com rebobinamento automático - só lembrei disso depois que li na Ana Paula, kkkk! Ainda tenho vários filmes sem revelar tirados com essa máquina, rsrsrs, na época não havia grana!
Quando minha filha começou a fazer monitoria no Ensino Médio comprou uma Nikon melhorzinha (que está falhando), e eu comprei uma Fuji vermelhinha simples mas ótima para carregar na bolsa, cliquei bastante com ela, até que um dia fotografando o mar ela acabou molhando, e falecendo, kkkkk!

domingo, 12 de março de 2017

Concentração, contemplação e silêncio

"A concentração é muito complicada porque você precisa se esforçar, é cansativo. A contemplação é um pouco melhor porque você tem mais espaço para se mover. Você não está se movendo através de um pequeno buraco que irá se tornar cada vez mais estreito, como na concentração.


imagem freepik


A concentração tem a “visão de túnel”. Você já reparou em um túnel? Visto de um lado, de onde você está olhando, ele é grande. Mas se o túnel tiver três quilômetros, o outro lado será apenas uma luz redonda e pequena. Quanto maior o túnel, menor será o outro lado. Quanto mais brilhante for o cientista, maior será o túnel. Ele precisa focar, e focar é sempre algo tenso.

domingo, 5 de março de 2017

Osteopatia: você conhece?

Esse post nasceu de uma experiência pessoal tão bem sucedida que resolvi divulgar.

A osteopatia é uma terapia alternativa reconhecida e recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde). A técnica consiste em manipulação manual de ossos, músculos, tecidos, tendões, órgãos internos e cicatrizes, com o objetivo de realinhar e reestruturar o organismo de forma global, devolvendo-os ao estado original e saudável, restaurando a lubrificação natural que perdemos com o tempo. Se pensarmos mais uma vez em nosso organismo como um carro, é como se a osteopatia fosse o balanceamento e geometria que precisamos fazer periodicamente no veículo, rsrsrs.




Até então desconhecida para mim, cheguei à essa especialidade por indicação da minha vizinha a qual a filha teve um problema que nenhum médico estava solucionando. Como sabem tive um problema sério com o joelho provocando peritendinite e o tratamento médico estava oferecendo resultados muito lentos, eu sentia dor, febre e indisposição.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Amor, admiração e encantamento

Assistindo alguns vídeos de Arly Cravo aqueles  que não me fariam pirar achando pêlo em ovo kkk, tirei conhecimentos preciosos que gostaria de compartilhar com vocês.



É fato que somos produto do que sentimos, o que geralmente não paramos para pensar é que isso interfere no que conquistamos. Se desejamos algo - material, físico ou emocional -  a partir de uma raiva, mágoa, vingança, humilhação, perda, cerceamento social, cobrança, expectativa, ansiedade, muito possivelmente conquistaremos, mas em geral o produto da conquista, embora traga uma satisfação momentânea, não preenche nosso interior, ou traz consigo uma carga negativa que repercute de forma insatisfatória.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Criatividade na adversidade

"Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou. O que fazer agora?



imagem daqui


A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do  feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado. Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: o "azedo" do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava, daí o nome "PINGA".