domingo, 5 de maio de 2019

Só para os fortes

Obs: o conteúdo é edificante, porém pesado e longo. Sugiro que não leia se estiver sensível ou disposto a textos mais leves.

Desde ontem acordei diferente, mas de uma forma boa, como se algo que se perdeu de mim há alguns meses (e paralelamente, há muitos anos) estivesse retornando.



Há algumas semanas conheci alguém que me fez pensar por quê me afastei do hábito de ouvir músicas populares, especialmente as que mais gosto, baladas e pagode. Encontrei os canais musicais na tv paga e tenho escutado músicas especialmente pela manhã. Entendi que elas tocam numa das partes mais importantes da minha história - o amor da minha vida - e portanto, tocam muito fundo em mim. Com os estudos associei a busca por uma alta vibração com a ausência de lágrimas, mas talvez tenha sido um erro.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Sobre o que sempre está ali - ou aqui



"Suponhamos que você olhe para o céu e veja uma nuvem linda. E você gosta muito de nuvem.
De repente, a nuvem não está mais lá, e você pensa que a nuvem foi embora.
"Onde minha nuvem querida está agora?"

domingo, 13 de janeiro de 2019

Pausa - a passagem


É domingo e está passando "Curtindo a vida adoidado", um dos meus filmes preferidos. Ainda que transgredindo as regras - não deveria, rsrsrs - a forma como o personagem principal prioriza a diversão é inspiradora e inspirou muitos jovens nos anos 90, como eu. Por que as pessoas perdem essa capacidade, afinal? Não se trata de ser irresponsável, mas nós aprendemos - e somos cobrados - a substituir diversão por obrigações, ao invés de aprendermos a agregar trabalho e conhecimento (os que gostamos) à diversão.